domingo, 24 de abril de 2022

RIOCAP: PARABÉNS, UMA GANHADORA DESSE DOMINGO FOI DE SÃO FRANCISCO DE ITABAPOANA RJ

RIOCAP, faz mais uma sortuda em São Francisco de Itabapoana, foi a Karoline Barros moradora de Santa Rita, parabéns, comprou, acreditou, ganhou???

Clínica da Criança continua registrando grande procura por atendimento

 

SupCom

A informação de que muitas mães têm esperado até 3h pela consulta não procede, segundo a diretora médica da Clínica, pediatra Jodineia Cesário

A Clínica da Criança, em Guarus, registrou neste sábado (23), a exemplo do que vem ocorrendo desde a inauguração na última quarta-feira (20), uma grande procura por atendimento. Somente na parte da manhã, em apenas quatro horas, 50 crianças foram atendidas na unidade.

O aumento nos casos de síndrome respiratória aguda e quadros de virose têm sido os responsáveis pela alta demanda e internações em todas as unidades hospitalares do município, incluindo, as da rede privada, segundo a diretora médica da Clínica, pediatra Jodineia Cesário.

Muitas mães, como Lauriene Veríssimo, 25 anos, relataram que a busca por atendimento na Clínica está realmente grande, o que acaba acarretando uma espera. "Cheguei com meu filho aqui na sexta-feira (22). Ele passou pela triagem e tivemos que aguardar um tempo pela consulta com o pediatra, mas não tenho do que reclamar, nem da espera pelo atendimento médico. Todos nos acolheram com muito carinho", disse ela, moradora do Parque Novo Eldorado.

O filho de Lauriene, de apenas um ano, permanecia em observação na unidade neste sábado. Com suspeita de dengue, o pequeno já tinha feito dois exames de sangue para fechar o diagnóstico. Ela ressaltou, ainda, que o atendimento está bem melhor do que na época em que o local funcionava como posto de saúde, o conhecido PU de Guarus.

Já Andreza Vieira, 21 anos, buscou atendimento na Clínica pela primeira vez para o filho de 2 anos. O pequeno, segundo ela, está com infecção urinária e, por ser portador de duas síndromes raras, foi atendido com classificação de risco.

"Tem muita criança para ser atendida sim, mas nessa hora temos que exercitar nossa paciência em prol dos nossos filhos. Precisamos de cada profissional que está aqui e, por isso, não vejo motivos para reclamação", afirmou. Andreza mora no distrito de Santa Cruz.

Jodineia Cesário explicou que os níveis por gravidade de cor, que vão do vermelho, que é considerado de risco, ao azul, não urgente, ajudam a agilizar o atendimento.

Outra mãe, Gesivania Pereira Oliveira, 32 anos, também esteve na Clínica pela primeira vez. Ela contou que chegou à unidade por volta das 7h deste sábado e logo foi atendida. O filho de 2 anos teve uma crise de bronquite e ela estava aguardando a visita do pediatra para saber se o menino teria alta.

"Achei o atendimento médico excelente. A equipe de enfermagem também merece todo o nosso reconhecimento", afirmou ela, que reside em Custodópolis.

Jodineia Cesário afirmou que ela e a supervisora da Clínica, Edna Gomes da Rocha, têm ido diariamente à unidade para acompanhar o atendimento. Segundo Jodineia, a informação de que muitas mães têm esperado até 3h pela consulta médica não procede.

"Neste sábado, por exemplo, dependendo da classificação de risco, a espera não tem chegado a 50 minutos. Estamos com quatro pediatras de plantão, sendo dois para as consultas e dois para atender aos pacientes internados, além de duas enfermeiras na triagem".

Dos 20 leitos que a unidade passou a contar após a obra de reforma para se tornar referência em emergência pediátrica no município, seis ainda estavam desocupados até a manhã deste sábado. O atendimento 24h é exclusivo para crianças de 0 a 11 anos, 11 meses e 29 dias.
Fonte: SupCom

Brasileiros podem se candidatar a vagas para monitores de pinguins na Antártica

Pixabay. As vagas têm duração de novembro de 2022 a março de 2023.

Viver na neve e rodeado de pinguins pode se tornar uma realidade para brasileiros. A ONG britânica Antarctic Heritage Trust está com vagas de emprego abertas para sua base de Port Lockroy, localizada na Ilha Goudier, no Arquipélago de Palmer, na Antártica. Os amantes de animais e do meio ambiente interessados na oportunidade podem se candidatar a cinco cargos. Entre os que mais chamam atenção estão: monitor de pinguins e coordenador da agência de correios.

Nas especificações das atividades, a organização explica que os profissionais contratados terão que viver em condições extremas, com energia limitada, sem água corrente e sem acesso à internet. A base da Antártica está fechada desde o início da pandemia e, com a reabertura ao público, surgiram novas oportunidades de trabalho voltadas a atividades de conservação e prestação de informações aos visitantes.

“Sonha em acordar e ver a Antártida em toda a sua glória? Pinguins vagando por aí, o sol espreitando sobre as montanhas cobertas de neve. Um trabalho como nenhum outro. Junte-se a nós e ajude a proteger o patrimônio da Antártica e a conservar seu precioso meio ambiente”, escreveu a ONG em uma publicação nas redes sociais

O monitor de pinguins é responsável por enviar relatórios ao centro de pesquisa British Antarctic Survey, que faz a análise e o acompanhamento remoto da espécie no continente. Já o coordenador dos Correios deverá administrar toda a comunicação feita com a agência local, que recebe cerca de 80 mil correspondências a cada temporada.

Os outros três cargos disponíveis são para líder de base, gerente de loja e assistente geral que trabalhará na loja de presentes e correios. As vagas têm duração de novembro de 2022 a março de 2023.

Pessoas fora do Reino Unido, incluindo brasileiros, podem se inscrever, mas precisam do visto de trabalho para o país. A ONG não fica responsável por custear gastos com documentação. Para participar do processo seletivo, o candidato deve enviar um currículo e uma carta de apresentação. As inscrições devem ser enviadas até o dia 25 de abril.
Fonte: Extra

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Mapa: Estado do Rio com risco muito baixo para Covid-19

 

Reprodução

No período analisado, o número de internações caiu 48%

A 78ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, divulgada nesta quinta-feira (21/04) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), mostra que pela sétima semana consecutiva o estado do Rio de Janeiro está em bandeira verde, de risco muito baixo para Covid-19. A análise faz a comparação da décima quinta semana epidemiológica (SE 15) deste ano, de 10 a 16 de abril, com a décima terceira semana (SE 13), de 27 de março a 4 de abril. O mapa desta semana mostra que as regiões da Baía de Ilha Grande, Baixada Litorânea, Metropolitana I, Norte, Noroeste, Centro Sul Fluminense e Serrana se encontram com bandeira verde (risco muito baixo). As regiões do Médio Paraíba e Metropolitana II permaneceram com bandeira amarela (risco baixo).

- Estamos em um momento de queda sustentada do cenário epidemiológico da Covid-19 no estado. Todas as regiões estão em risco baixo ou muito baixo para a doença. Apesar disso, é importante que as pessoas retornem aos postos de saúde para completar o esquema vacinal. Além disso, os idosos com 80 anos ou mais devem receber a dose adicional de reforço – ressalta o secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe.

No período analisado, o número de internações caiu 48%, saindo de 31 internações na SE 13, para 16, na SE 15. Os óbitos reduziram 57,7%, passando de 26 óbitos, na SE 13, para 11, na SE 15. Os indicadores apontaram que, no período de 12 a 19 de abril, a taxa de positividade para SARS-CoV-2 em testes RT-PCR foi de 1%.

Nesta quarta-feira (20.04), a taxa de ocupação de leitos para Covid-19 estava em 19% para UTI e 16% para enfermaria. A média móvel de atendimentos a casos de síndrome gripal em Unidades de Pronto Atendimento(UPA) no período de 12 a 19 abril foi de 267 por dia. O dado corresponde a uma queda de 9,46% nos atendimentos de síndrome gripal nos últimos 14 dias. A média de solicitações de internação no período de 14 a 20 abril foi de 6 pedidos, o que indica redução de 25% de solicitações. Já a média da fila de espera para internação no período de 14 a 20 abril foi de 5 pessoas, indicando uma queda de 15% nos últimos 14 dias.

Nesta edição do Mapa de Risco, 9 municípios foram classificados em risco muito baixo (bandeira verde) e 83 municípios classificados em risco baixo (bandeira amarela).
Fonte: Ascom RJ

Usina Nova Canabrava inicia moagem da safra 2022

Até novembro, a usina planeja moer 1 milhão de toneladas de cana, produzindo etanol e energia elétrica

BLOG DOS JORNALISTAS
(Fotos: Divulgação)

A Usina Nova Canabrava deu incio, nesta quinta-feira (21), à moagem da safra 2022. A estimativa é que, até o mês de novembro, sejam moídas 1 milhão de toneladas de cana-de-açúcar, com produção de 72 milhões de litros de etanol hidratado carburante e 44 megawatts-hora de energia elétrica a partir da queima do bagaço da cana. Nesta operação, serão gerados cerca de 2 mil empregos diretos e 4 mil indiretos.
Fonte:Terceira Via

SESC em Grussaí passa a ser RJ e mira no verão de 2023

POR COLUNA DO BALBI



O Sesc RJ vai mesmo assumir a estrutura de hotelaria e lazer de Grussaí, São João da Barra, antes de responsabilidade do Sesc de Minas Gerais. A notícias foi dada aqui. O até então chamado Sesc Mineiro estava desativado desde o início da pandemia. Ainda não é oficial, mas as atividades seriam retomadas ainda esse ano, para bombar no verão de 2023. O Sesc Grussaí tem 1,8 milhão de metros quadrados e uma capacidade de hospedagem de 2.500 pessoas. O Sesc Rio iniciou até uma pesquisa em redes sociais para ter a percepção da novidade.


Diretor da Havan diz que loja em Campos está confirmada
O diretor de expansão da rede de lojas Havan, Nilton Hang, disse que a empresa terá mesmo uma unidade em Campos e que ela não desistiu do projeto. Ele espera que as obras na estrada do Contorno sejam iniciadas no último trimestre e diz que serão rápidas. Na pior das hipóteses, a Havan em Campos estará em pleno funcionamento no início de 2023, mas poderá virar presente de Natal este ano.


Árvore africana que só tem em Quissamã, Campos e Rio fez sacudir a Marquês de Sapucaí
Uma milenar árvore de origem africana, resistente ao fogo e capaz de armazenar até 120 mil litros de água, o Baobá foi festejada na Marquês de Sapucaí nas asas da águia da Portela. Oficialmente, no Estado do Rio de Janeiro há poucos baobás: um no Jardim Botânico, outro na Ilha de Paquetá, um terceiro em Quissamã, que é o maior de todos, e pelo menos cinco em Campos. O sagrado baobá foi o enredo da escola de Madureira no carnaval fora de hora.


Campos terá 10 telescópios para acompanhar o eclipse total da lua que ocorrerá em 15 de maio

Conforme essa coluna anunciou na edição online da semana passada, o Clube de Astronomia de Campos vai fazer um grande evento por ocasião do eclipse total da lua, no próximo dia 15 de maio, um domingo. Dez telescópios vão ser instalados em pontos diferentes da cidade para que as pessoas possam observar o fenômeno com mais exatidão. O eclipse poderá ser visto a olho nu em Campos. Ele ocorrerá na noite de domingo(15/05) começando às 23h30, indo até as 03h de segunda-feira (16/05). O presidente do Clube de Astronomia, o astrônomo Marcelo Souza, disse que o eclipse será total, exatamente às 00h29min e 52 segundos.

Comércio de Campos vai participar da campanha “ Dia livre de Impostos”
A Câmara de Dirigentes Lojistas de Campos (CDL) já começou a trabalhar com a devida antecedência para a adesão do comércio local ao “Dia Livre de Impostos”, que acontece simultaneamente em várias cidades brasileiras no dia 2 de junho. O objetivo é vender neste dia itens sem impostos no sentido de aumentar as vendas e fazer o consumidor perceber o peso da carga tributária nas mercadorias.


Até figo está sendo plantado e colhido na Baixada Campista
A plantação não está acontecendo em grande escala, mas tem gente na Baixada Campista colhendo figo de boa qualidade. Em uma pequena propriedade rural, a colheita tem sido tão boa que o proprietário está fazendo compotas artesanais para distribuir aos parentes de amigos.

Apesar do bom preço do açúcar, safra deste ano será de etanol
Como esta coluna já adiantou, a safra deste ano vai começar no início de maio. A Coagro/Sapucaia decidiu antecipar a safra esse ano e prevê um aumento entre cinco e 10% em relação ao ano passado. A usina Canabrava também vai moer. Ao todo, deverão ser gerados algo em torno de sete mil empregos. Em que pese o bom preço do açúcar, essa será mais uma safra de etanol.


Entidade presidida por Joilson Barcelos no Rio monta uma escola para futuros empreendedores
O empresário campista Joilson Barcelos está deixando sua marca mesmo na economia fluminense. Como presidente da Associação de Atacadistas e Distribuidores do Estado do Rio de Janeiro, a poderosa ADERJ, ele está montando uma escola para empresários do setor, em um projeto bastante ambicioso.

Parabéns para o presidente do Grupo IMNE Herbert Sidney Neves
Discretamente, como é típico dele, o médico Herbert Sidney Neves, presidente-fundador do Grupo IMNE virou mais uma folhinha no seu calendário completando 75 anos. Ao lado da mulher Laura passou a data no Rio de Janeiro. Recebeu abraços da filha Gabriela e do genro Evandro Ribeiro, do filho Diogo, da nora Júlia Neves e dos netos.

Estudante campista é escolhido por universidade americana para capacitação na área de aeronáutica

O estudante campista Hugo do Carmo Silva, que se formou no curso técnico de análise clínica na Escola Técnica Estadual João Barcelos Martins (FAETEC), em Campos, embarca no próximo dia 28 para os Estados Unidos. Foi selecionado para participar do INVIE Space Camp, em uma universidade do Alabama, com todas as despesas pagas, dentro do programa de capacitação na Área de Astronáutica. Somente três brasileiros foram selecionados pelo programa.


Jovem campista cursa Medicina com recursos de uma “Vaquinha Virtual”
Enquanto isso, a jovem campista, militante estudantil, Carolina Rust, inicia em agosto o curso da faculdade de Medicina de Valença, no Sul do Estado. Sem ter como arcar com a mensalidade de R$ 10 mil, além da matrícula, ela vai ter os estudos em parte custeado pela chamada “Vaquinha Virtual” nas redes sociais. Carol é um talento.

Feijoada do Barroco reúne mais de 400 pessoas e abre temporada em grande estilo
Em grande estilo no último sábado, o casal de empresários Shirley e João Barroco retomaram após dois anos, por conta da pandemia, a Feijoada do Barroco, em São Fidélis, evento que teve o apoio do Sistema de Comunicação Terceira Via. O apoio cultural foi do IRLA, a principal ONG deste segmento no município de São Fidélis. O evento, que reuniu mais de 400 pessoas, bombou. Só para se ter uma ideia, presentes estavam dona Lurdinha e Renato Abreu e o prefeito de São Fidélis, Amarildo Alcântara, com a primeira-dama Lia.

Preço dos imóveis sobe acima da inflação e terá reflexo na construção civil
O preço dos imóveis deve ser reajustado acima da inflação este ano, segundo especialistas, com o aumento da taxa básica de juros (Selic), que encareceu o financiamento ao consumidor e às incorporadoras. Isso, na opinião de conhecedores do mercado, pode significar em parte algum crescimento do mercado imobiliário com reflexos na construção civil esse ano, com o imóvel voltando a ocupar posição de investimento seguro e rentável.

Jovem de 21 anos morre em acidente de moto no ‘Trevo do Índio’

Corpo do rapaz foi levado para o Instituto Médico Legal de Itaperuna, no Noroeste do estado e causas do acidente são investigadas

Equipes da Arteris atuaram na ocorrência – Foto: JTV

Um jovem de 21 anos morreu em um acidente de moto, na manhã deste domingo (24), na Rodovia BR-101, no Parque Rodoviário, em Campos. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a vítima trafegava pela avenida Arthur Bernardes e, ao acessar a rodovia, perdeu o controle e invadiu o canteiro, conhecido como Trevo do Índio. Os militares tentaram socorrê-lo, mas não foi possível. O acidente aconteceu por volta das 5h.

O corpo do jovem foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Itaperuna, no Noroeste Fluminense, já que há déficit de médicos legistas em Campos.

As causas do acidente serão investigadas pela Polícia Civil.
Fonte:Terceira Via

Sarampo: profissionais de saúde e crianças devem se imunizar

Baixa procura por vacinas desde o início da pandemia deixa Prefeitura de Campos em alerta

POR CÍNTIA BARRETO
(Foto: divulgação)

A vacinação de rotina sofreu uma queda considerável nos últimos dois anos devido à pandemia da Covid-19. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, 23 milhões de crianças perderam as vacinas básicas por meio dos serviços de vacinação de rotina em 2020, o que aponta uma queda nas taxas de imunização infantil na maioria dos países.

Em Campos, a situação não é diferente. Alerta com a situação, a Prefeitura organizou uma estratégia com o objetivo de mudar esse quadro.
“A adesão está abaixo do que esperamos, por isso, já adotamos outras medidas, como a busca ativa nas escolas. Temos equipes que cumprem um cronograma nas unidades no intuito de vacinar as crianças, mas, para isso, precisamos da autorização dos pais. Lembrando que também oferecemos as vacinas em nossas Unidades Básicas de Saúde”, informou o Diretor de Atenção Básica, o infectologista Rodrigo Carneiro.

Uma vacina que sempre é disponibilizada para as crianças pela rede municipal é a Tríplice Viral, a qual protege contra o sarampo, caxumba e rubéola. O imunizante, neste momento, é ofertado também para profissionais da área de saúde, mas a procura ainda está abaixo do esperado, segundo o município. Situação essa semelhante nos anos anteriores, quando a cobertura vacinal da Tríplice Viral de 1ª dose foi de 63% em 2021 e de 52% em 2020. A 2ª dose nos últimos dois anos alcançou menos pessoas ainda: 42% em 2021 e 33% em 2020, de acordo com dados divulgados pela Prefeitura de Campos.
Infectologista Rodrigo Carneiro (Foto: Carlos Grevi)

Segundo o infectologista, é necessário que toda população esteja com o seu cartão de vacina atualizado, principalmente as crianças: “O mais importante nesse período é a vacina de sarampo e também a de poliomielite, que são duas doenças que não temos registros na região há muito tempo e, claro, não queremos que elas retornem”.

O último caso de sarampo diagnosticado no município ocorreu em fevereiro de 2020. Mas a paciente era uma estudante de Medicina, proveniente de Resende, que estava de férias na cidade, quando descobriu o diagnóstico positivo para a doença. Entretanto, a preocupação hoje é que no Brasil o sarampo voltou a circular em algumas regiões.

Público-alvo e locais de imunização contra a Tríplice Viral em Campos:
Neste momento, a campanha de vacinação contra o sarampo é voltada para profissionais de saúde. Segundo a Prefeitura, quando a meta de imunizar 90% do público-alvo for atingida, a vacina deve ser disponibilizada para a população em geral. Por enquanto, a cobertura ainda está em torno de 50%.
O imunizante é destinado aos profissionais que atuam nos serviços públicos e privados, sejam eles hospitais, clínicas, ambulatórios e laboratórios. A vacina está disponível no Automóvel Clube e no Guarus Plaza Shopping.
A Tríplice viral é oferecida o ano todo para crianças, pois está inclusa no calendário nacional de vacinação.
Fonte:Terceira Via

Casas sob constante risco às margens do Rio Paraíba do Sul

Em Campos, existem ainda casas próximas à BR-101 que expõem moradores ao tráfego intenso e a acidentes fatais

POR OCINEI TRINDADE
Na Beira do Perigo (Foto: Silvana Rust)

Tragédias e mortes por conta de chuvas intensas, deslizamento de encostas e alagamentos em áreas urbanas têm sido frequentes em cidades fluminenses, como Petrópolis, Paraty, Angra dos Reis, além da capital. Os riscos de problemas semelhantes aparecem também no extenso município de Campos dos Goytacazes. Na zona rural, periferia e trechos urbanos há centenas de construções irregulares ou em péssimo estado de conservação que ameaçam vidas humanas. Especialistas em urbanismo e em ações sociais criticam o poder público pela falta de política habitacional e preservação de áreas, como margens de rios e lagoas. Moradores de vários locais considerados inseguros se dividem entre ficar e se mudar.
Fundão | Construções precárias se estendem ao longo da margem do Paraíba (Foto: Silvana Rust)

Casas erguidas em locais proibidos por lei são facilmente identificadas em Campos. No bairro do Fundão, Guarus, entre o Rio Paraíba do Sul e a BR-356, há várias construções em situação irregular. Algumas delas podem ser observadas das pontes General Dutra e Alair Ferreira, próximo ao Centro. Gustavo Manhães integra a Associação Norte Fluminense de Engenheiros e Arquitetos (Anfea). Ele chama à atenção para os riscos nessa área, além de outras do município.

“A legislação federal não permite construções próximas a rios e lagoas, visando proteger o meio ambiente. No entanto, a inoperância do poder público e a falta de fiscalização facilitam as construções irregulares. Sabemos do problema econômico e social, e da preferência das pessoas ocuparem áreas em locais urbanos; não é comum isso ocorrer fora do eixo urbano. Erguer moradias perto de água não oferece boas fundações. Não há segurança garantida. O risco é iminente, sem falar em crime ambiental com despejo de esgoto. Este problema grave a gente observa em Campos e no restante do Brasil”, diz.
Pedlowski | Padrão climático extremo vai continuar a vigorar

O geógrafo e professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense, Marcos Pedlowski, diz que as construções tão próximas de rios são preocupantes.

“Construções perto de rios, pontes e encostas nunca são boa coisa. O problema é que as pessoas às vezes chegaram antes da ponte ser erguida, como é o caso da Alair Ferreira. Estão ali nessa convivência turbulenta com o rio há muitas décadas. O ideal é que a gente não tivesse essa situação. Muitas pessoas ocupam essas áreas não por quererem simplesmente. São os espaços que sobraram para elas. Retirá-las de áreas como esta, perto da região central, para uma periferia como Parque Eldorado, Tapera ou Ururaí, por exemplo, sem dar condições para elas manterem sua renda, não é simples. Sabe-se que construir conjunto habitacional em lugar isolado piora a vida das pessoas. Por isto é um problema tão complexo”, considera.
Marilândia Paes | “A casa tem problemas, mas não tenho para onde ir”

Ainda às margens da rodovia BR-356 e do Rio Paraíba, na Aldeia I, a reportagem encontrou a aposentada Marilândia Paes. Ela saiu de Pernambuco há 40 anos e foi morar no local. Divide a casa com os filhos e netos. A construção é cheia de infiltrações e rachaduras. Há ainda riscos de acidentes de trânsito. “É muito perigoso, sei dos riscos, pois já vi vários acidentes acontecerem aqui. Há muito barulho também. A casa está cheia de problemas, mas não tenho para onde ir. Sairia se pudesse, porém não tenho alternativa”.
Aldo Chaves | No Aldeia I há 55 anos, pedreiro crê que não há perigo

Também na Aldeia I, o pedreiro Aldo Chaves está construindo uma casa sem licença na beira de um barranco, às margens do Rio Paraíba. Ele diz que vive no local há 55 anos. Chegou a se mudar para um conjunto habitacional próximo, mas acabou retornando por questões familiares. Aldo não considera a área de risco. “Aqui é alto. Mesmo nas últimas enchentes, a água não chegou a alagar o terreno. Acho que não tem perigo. Sempre vivi aqui e nunca tive problemas. Pretendo ficar”.

Dramas familiares e desejo de mudar

No subdistrito de Guarus há centenas de casas em péssimo estado, erguidas irregularmente às margens de lagoas, canais e rodovias. No Parque Santos Dumont, a oito quilômetros do Centro, há pelo menos 200 residências ao lado da BR-101 em situação de risco. Ao longo das últimas décadas, atropelamentos e mortes são registrados no local. Um deles tirou a vida de Marco Antônio, de apenas 9 anos, no ano de 2012. Ele morreu em frente de casa. A irmã, Tamyres dos Santos, lembra da tragédia:

“Ele tinha apenas 9 anos de idade. Aqui, a velocidade dos carros é sempre alta. É muito perigoso. É uma dor que todos nós carregamos com essa morte. Tenho vontade de sair daqui, mas dependemos de uma casa cedida pela Prefeitura. Nos candidatamos em cadastros municipais, mas nunca houve respostas”, conta.

Ivanessa dos Santos é outra irmã do menino morto. Ela vive com a avó, Doralina Correia, em uma casa minúscula onde várias pessoas se espremem no espaço apertado. Diz que sonha em deixar o local. “Eu me mudaria, com certeza. Já perdi muito aqui”, desabafa. Apesar dos dramas e das péssimas condições de moradia, a matriarca resiste em se mudar. “Morei aqui a vida inteira. Apesar das dificuldades, me acostumei. Mas, se a maioria quiser sair, iria também. Só que não temos para onde ir”, diz a idosa.

Moradores do local se dividem entre sair e ficar, apesar das condições ruins e dos riscos permanentes de acidentes. Um homem que pediu para não ser identificado diz que mora ali há 50 anos. “Sairia para um lugar melhor. São cerca de 200 imóveis aqui. Estamos cadastrados na Prefeitura há anos. Creio que a maioria quer sair por melhores condições de vida”, diz. A dona de casa Khetre Moreira, de 23 anos, pensa igual. “Tenho dois filhos, me inscrevi na Prefeitura para receber uma casa, mas nunca consegui. Gostaria de mudar para uma casa melhor”, revela.

Durante o governo da prefeita Rosinha Garotinho (2009-2016), o programa habitacional “Morar Feliz” pretendia construir 10 mil residências populares. Apenas a metade foi concluída. Várias famílias do Parque Santos Dumont, às margens da BR-101, foram transferidas para os novos conjuntos habitacionais à época. Entretanto, muitas permaneceram no local. O governo Wladimir Garotinho se posicionou por meio de nota a respeito de áreas de risco e reivindicações por moradias em lugar seguro:

“A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social informa que as famílias foram retiradas de quase todas as áreas de risco e realocadas em conjuntos habitacionais do Programa Morar Feliz. Algumas pessoas retornaram para os locais de origem e outras não aceitaram sair dos imóveis. O município está atualizando o número de moradores em áreas consideradas de risco, e segue dialogando com o Governo Estadual e Federal para minimizar o déficit habitacional do município”.
Luciane Silva | “Famílias em áreas de risco enfrentam racismo ambiental”

A socióloga e professora da Uenf, Luciane Silva, diz que famílias em áreas de risco enfrentam racismo ambiental. “Isto fica bem exemplificado quando observamos as populações atingidas não só em Campos, mas em outras cidades como Rio de Janeiro, Petrópolis e outros estados. Geralmente, são pessoas não brancas e que não têm poder aquisitivo para pagar moradia em perímetro urbano. Campos é um caso interessante para pensar sobre a vida em condomínios fechados. A especulação imobiliária é enorme. Há uma verticalização na região da Pelinca, numa cidade que tem o maior território do Estado do Rio de Janeiro. Não temos uma Secretaria de Habitação. O caso da Novo Horizonte é exemplar para pensar Campos e o Brasil, exatamente porque a Prefeitura aceita que 700 famílias sejam despejadas do local”, afirma.

Clima, pesquisas e soluções

O professor Marcos Pedlowski lembra que o padrão climático extremo deve vigorar nas próximas décadas. “Isto tornará essa discussão mais presente e necessária. Como vimos em Petrópolis, as áreas mais frágeis em que os pobres encontraram espaço para se estabelecer, serão as mais duramente atingidas pelos eventos meteorológicos extremos. A solução seria uma ação democratizante do Estado em termos da ocupação do solo urbano, pois só assim não teríamos as pessoas pobres habitando áreas de risco. Mas para isso teríamos que ter governos que estivessem dispostos a realizar reformas estruturais, o que só acontecerá com muita pressão e organização da maioria da população”, diz.
Ana Paula Arruda | “Urbanização no Brasil é excludente e desigual”

A professora Ana Paula Arruda atua no Programa de Pós-Graduação em Planejamento Regional e Gestão da Cidade, da Universidade Candido Mendes. Ela diz que o modelo de urbanização no Brasil é excludente e desigual. “É importante que o Município faça um mapeamento das áreas de risco e pense também nas melhores alternativas, à luz dos instrumentos de gestão urbana previstos no Plano Diretor. Campos já vivenciou vários programas habitacionais. Mas é muito importante atentar para a qualidade desses projetos; e se, de fato, eles garantem inclusão urbana e o direito à cidade”, considera.

O Núcleo de Pesquisas e Estudos Socioambientais da Universidade Federal Fluminense analisa os riscos relacionados aos desastres ambientais, como inundações e constantes alagamentos em Campos dos Goytacazes. A cientista social Érica Tavares conta que o grupo já trabalhou em áreas de Ponta Grossa, Morro do Coco, bairros de Guarus e Tapera, entre outras. Atualmente, estão na localidade de Ururaí e no distrito de Santo Eduardo:

“Infelizmente, não há estimativa precisa sobre a situação de moradias em risco em Campos. Este é um primeiro passo para implementação de medidas. Antes de qualquer intervenção, o poder público deve realizar estudos sobre as condições dessas áreas e avaliar as alternativas possíveis com participação da população. As intervenções realizadas em Campos, principalmente através de políticas habitacionais, não consideraram a perpcepção dos afetados, nem promoveram mecanismos de participação. Novas moradias podem ser a solução para algumas famílias. Entretanto, para muitas delas, são necessárias políticas urbanas que considerem a possibilidade de permanência desses grupos sociais nos territórios em que sempre viveram, desde que haja melhoria das condições ambientais nesse entorno”, afirma.

A assistente social e coordenadora de pesquisas do núcleo da UFF, Antenora Siqueira, explica que a classificação das localidades em “áreas de risco” não é algo consensual.

“É preciso saber qual risco e risco para quem. É preciso ouvir os afetados ou atingidos por inundações, por exemplo. Muitas vezes é a violência e não as águas os maiores riscos; e que estratégias podem ser utilizadas, caso se sintam em risco. Se o risco for de inundação, é importante construir as respostas com eles. Em Campos, pesquisas apontam que várias famílias saíram de suas casas (voluntária ou involuntariamente) para conjuntos habitacionais e passaram a conviver com outros riscos, que não os da inundação. Quebraram-se as relações de vizinhança, o cotidiano com a escola, a igreja, o posto de saúde local. Muitos escombros não foram retirados dos locais e se tornaram abrigos de ratos e insetos, o que trouxe problemas para os moradores que ficaram. Há famílias que desejam retornar ao seu bairro de origem. São cidadãos que possuem direitos constitucionais e que não conseguem acessar”, conclui.
Fonte: Terceira Via

Drogas e elemento preso na vazante entre as praias de Sossego e Guaxindiba em São Francisco de Itabapoana RJ



Neste domingo, 23, por volta de 17 horas, policiais militares da Patamo lll do Setor Mike da 3ª Cia de São Francisco de Itabapoana, quando em patrulhamento, pela Avenida Atlântica, propriamente na Vazante entre as praias de Guaxindiba e Sossego com vista a coibir as ilicitudes penais e tráfico ilícito de drogas, receberam informes precisos, sobre a comercialização de drogas, na via pública, onde dois indivíduos (já conhecidos), estariam como sendo os vendedores (vapor). Diante das informações, policiais procederam ao local, onde desembarcaram e incursionaram estrategicamente pela vegetação, onde flagraram quando o elemento de iniciais P.L da S.B, 20 anos chegou ao local e negociou a compra de entorpecente, momento em que foram surpreendidos os mesmos, onde os B. dos S.B.M e P. L.da S.B, foram abordados, não sendo possível alcançar o terceiro indivíduo, empreenderam fuga, foi feito uma "varredura" no local, onde obtiveram o êxito em localizar os materiais acima descritos. Após com os dois elementos e os materiais, policiais procedemos a 147ª DP (São Fco), onde os fatos foram apresentados ao inspetor plantonista, que após contato via tel com a Dra del Pol de área, a mesma determinou o encaminhamento da ocorrência a 146ª DP (Guarus).

Em sede policial civil judiciária, o primeiro elemento foi saqueado junto ao sistema, constando 17 anotações criminais e inquéritos de crimes diversos, e o segundo confirmou que teria ido ao local para comprar entorpecente, pois teria dado R$ 10,00 (dez reais), para a aquisição de 01(um) "pino", de cocaína, porém não teria pego a droga.

Foi Buscado junto ao sistema e diálogo com o primeiro elemento abordado, o evadido no momento da abordagem, seria o adolescente infrator A C C N, 16 anos, sendo arrolado no procedimento como autor e comparsa do primeiro.

69 "pinos" (spendorf) cheios de pó branco (COCAINA), 28 "sacolés", de erva seca picada (MACONHA) e 07 "mariolas" de erva seca picada (MACONHA), foram apreendidas.

Após análises da autoridade policial, Dra del Pol, o primeiro foi autuado em flagrante delito no fato análogo ao tráfico de drogas e associação para fins de tráfico, tipificado no artigo 33 e 35 da lei n°11343/06, e o segundo foi ouvido e liberado, ficando o primeiro apreendido na carceragem da 146ª DP, em perfeito estado físico e mental, aguardando remoção aos órgãos competentes, foi feito contato com o Sr S C B e a Sra D dos S B, avô e mãe do primeiro, que negaram acompanhar a ocorrência, o local é de predominância de uma facção criminosa, dando esta por encerrada
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Fonte PM