quarta-feira, 14 de agosto de 2024

Rodovia no Rio de Janeiro terá nome do político Alberto Dauaire

O projeto denomina Rodovia Alberto Dauaire o trecho da rodovia BR-356 entre São João da Barra e Campos

 
Alberto Dauaire. Foto: Divulgação

A Comissão de Infraestrutura aprovou nesta terça-feira (13) projeto que dá o nome do político fluminense Alberto Dauaire (1926-2016) a um trecho de rodovia federal entre as cidades de São João da Barra e Campos dos Goytacazes, no estado do Rio de Janeiro. O Projeto de Lei (PL) 2.082/2019, da Câmara dos Deputados, ganhou parecer favorável do senador Alan Rick (União-AC) e vai à sanção presidencial. A matéria foi lida na CI pelo senador Jayme Campos (União-MT).

O projeto denomina Rodovia Alberto Dauaire o trecho da rodovia BR-356 entre São João da Barra e Campos dos Goytacazes.

Alberto Dauaire nasceu em Campos dos Goytacazes, em 1926. Durante as décadas de 1950 e 1960, foi eleito prefeito do município de São João da Barra e vereador por três mandatos. Foi depois deputado estadual por sete mandados consecutivos, entre 1966 e 1995.

Como deputado, desempenhou diversos cargos no Poder Executivo, como secretário estadual de Assistência Social e Trabalho, em 1968, e secretário na antiga pasta da Viação no governo Leonel Brizola, em 1983.

Fonte: Agência Senado

Transplantes tiveram aumento de 25% no Estado do Rio neste primeiro semestre de 2024

Bebê de apenas dez meses ganhou um novo coração e é um dos mais jovens pacientes do programa

Calíope Silva e os pais. Foto: Ascom
A solidariedade fez a diferença na vida de 486 pessoas submetidas a transplantes no Estado do Rio, no primeiro semestre deste ano. O número é 25% maior do que os realizados no mesmo período do ano passado, quando foram feitos 390 procedimentos pelo RJ Transplantes, central da Secretaria de Estado de Saúde. Uma das vidas salvas foi da pequena Calíope Silva. Ao receber um novo coração, com apenas dez meses, a menina foi uma das 19 pessoas a ter a vida transformada com a doação deste órgão.

“Histórias de vidas salvas pelos transplantes comovem muito e nos dão orgulho do trabalho que está sendo desenvolvido pelos profissionais da rede estadual de saúde. Estamos investindo para que eles tenham condições de atuar e o resultado se expressa em conquistas como essas. O RJ Transplante é um programa de excelência”, afirma o governador Cláudio Castro.

Calíope esteve entre a vida e a morte e foi internada aos três meses. Depois de passar por exames, os pais descobriram que a menina tinha uma má-formação genética que provocava dilatação irreversível no coração. Em janeiro deste ano, a família da menina recebeu a notícia de que havia um doador compatível e o novo coração estava a caminho. O transplante, realizado há seis meses, foi um sucesso.

“É um momento difícil de descrever. Hoje, vendo nossa filha cheia de energia, depois de ficar tão vulnerável, é motivo de muita alegria. A Calíope é o amor da minha vida e o transplante deu a oportunidade da minha filha viver novamente”, conta o pai da criança, Eric dos Santos.

Para o coordenador do RJ Transplantes, Alexandre Cauduro, o crescimento no número de procedimentos é resultado de uma maior conscientização sobre a importância desse gesto, aliado ao trabalho realizado nos hospitais da rede estadual pelas Comissões Intra-Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes. As equipes são formadas por profissionais que realizam a busca ativa para captação dos órgãos.

“A doação de órgãos tem a ver com solidariedade e com informação, por isso, investimos na capacitação contínua dos profissionais que atuam nas Comissões de Doação. O objetivo é que eles disponham de todas as informações possíveis sobre a importância da doação de órgãos e que tenham condições de abordar as famílias de forma técnica, mas humanizada. Quem doa o órgão de um familiar está ajudando a salvar a vida de alguém num momento de perda. Então, esta aproximação precisa respeitar todos os limites necessários”, explica Cauduro.

Comissões de Doação sensibilizam famílias
Além do número de transplantados, a quantidade de doadores também cresceu significativamente no estado. Segundo o RJ Transplantes, no primeiro semestre deste ano, foram efetivadas 217 doações de órgãos, um aumento de 15% em relação ao mesmo período em 2023, quando foram realizadas 188. Os órgãos mais captados foram: rim (266) de doadores falecidos, fígado de doadores falecidos (151), rim de doadores intervivos (27) e coração (19).

Ao todo, na rede estadual de saúde existem 106 Comissões de Doações distribuídas em unidades próprias nos principais hospitais, entre eles, Alberto Torres, em São Gonçalo; Getúlio Vargas, em Penha; Melchiades Calazans, na Baixada e Roberto Chabo, em Araruama.

Fonte: Ascom

Validade de regras para investigação de acidentes aéreos é julgada pelo STF

Caso será retomado após queda do avião da Voepass

Fachada do palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (14) o julgamento de uma ação da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra regras de sigilo e de restrição ao compartilhamento de investigações sobre acidentes aéreos no país.

O caso chegou ao Supremo em fevereiro de 2017 e será retomado após a queda do voo da Voepass, ocorrido na sexta-feira (9) em Vinhedo (SP). A ação começou a ser julgada em 2021 no plenário virtual.

Na ocasião, o ministro Nunes Marques votou pela constitucionalidade da Lei 12.970/2014, que alterou o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) e estabeleceu as medidas questionadas. Após o voto do ministro, que é relator do caso, o julgamento foi suspenso por um pedido de vista feito pelo ministro Alexandre de Moraes.

O conflito ocorre porque as investigações realizadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) servem para prevenção de outros acidentes, ou seja, não têm propósito de punir os envolvidos. Por outro lado, o Ministério Público e a Polícia Federal (PF) buscam a responsabilização criminal de eventuais irregularidades cometidas pelos fabricantes das aeronaves, pilotos, mecânicos e companhias aéreas.

Questionamentos
O principal ponto questionado pela PGR trata da finalidade da investigação conduzida pelo Cenipa. Conforme a lei, a investigação realizada pela Aeronáutica não pode ser utilizada para fins probatórios em processos judiciais e administrativos. Além disso, o acesso só pode ocorrer mediante requisição judicial.
Acidente com modelo da Voepass – Foto: Reprodução

Para a PGR, a regra impede o acesso de pessoas envolvidas, o Ministério Público e a polícia criminal às informações da investigação. “Trata-se de dados que dizem respeito a pessoas atingidas por acidentes e incidentes aéreos, a seus familiares e às funções institucionais desses órgãos. A proibição legal de acesso suprime o direito de defesa garantido constitucionalmente”, diz a procuradoria.

Na ação, a PGR também questiona o trecho da lei que prevê a precedência da investigação dos militares em relação a outras apurações em curso.

De acordo com a procuradoria, o Supremo deve garantir que outros órgãos, como o Ministério Público e a Polícia Federal, também tenham acesso simultâneo às apurações.

A PGR argumenta que falhas nos motores de avião, por exemplo, podem gerar responsabilização criminal e cível, e o envio das peças para o fabricante pode impedir a “busca da verdade” .

“Falhas nesses produtos podem gerar responsabilidade civil e até criminal de fabricantes e seus prepostos, e não se pode admitir que partes tendencialmente interessadas em se forrar a tais responsabilidades realizem tais exames sem acompanhamento devido de peritos do sistema de Justiça”, afirma o órgão.

A PGR também defende que deve ser obrigatória a comunicação de indícios de crimes durante a investigação conduzida pela Aeronáutica e que a polícia pode reter vestígios para preservar provas.

A sessão do Supremo está prevista para começar às 14h. Novo pedido de vista não está descartado.

Fonte: Agência Brasil

CCZ segue em alerta sobre índice de mosquito da dengue em Campos

O recente Levantamento Rápido de Índice para Aedes Aegypti (LIRAa) apontou resultado de 1,7% e é considerado o melhor do ano

Agente do CCZ em atividade / Foto: Cássio Peixoto / Divulgação

‌O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) concluiu mais um Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa) deste ano. A pesquisa de campo começou no dia 29 de julho e terminou já em agosto, no dia 2. Já a estratificação dos dados foi finalizada na última sexta-feira (9). O resultado de 1,7% é o melhor do ano, e se aproxima do índice preconizado pelo Ministério da Saúde (MS).

O LIRAa constitui um método simplificado que proporciona uma rápida obtenção de indicadores entomológicos, permitindo uma compreensão abrangente da distribuição do vetor Aedes aegypti. O resultado de agosto é o que mais se aproxima do orientado pelo MS, que é de 1%, no entanto, a orientação é continuar em estado de alerta e a manutenção das medidas preventivas.

“Esse resultado de 1,7% é, sim, um motivo para comemorar. Mas o trabalho não pode parar. Tivemos o apoio do Exército nesse período, o que nos ajudou bastante, além de todos os mutirões em bairros que foram escolhidos de forma estratégica. Conseguimos baixar esse índice, mas os dados seguem apontando que 80% dos focos encontrados estão dentro da casa dos moradores. Contamos com a ajuda da população para baixar ainda mais esse índice”, explicou o coordenador do Programa Municipal de Controle de Vetores (PMCV), Claudemir Barcelos.

O LIRAa desempenha um papel crucial ao facilitar as análises entomológicas, fornecendo informações detalhadas sobre índices prediais e o tipo predominante de recipiente positivo. Esses dados visam otimizar e direcionar estrategicamente as ações de controle do vetor, proporcionando uma delimitação eficaz das áreas de risco entomológico.

Barcelos destacou as ações dos mutirões como fundamentais para que o índice chegasse a quase 1%. “Foram, no total, 27 bairros trabalhados até aqui, 42.154 imóveis visitados e 1.034 focos encontrados. Foram recolhidos 1.476 pneus e 94 caixas d’água tratadas e teladas”, destacou.
Com o resultado, o CCZ já destaca a organização de serviços que acontecerão a partir desta semana, nos bairros que apresentaram os maiores índices nessa amostragem. Um novo cronograma de serviços, que, em breve, será apresentado, inclui, além das atividades diárias, mutirões e ações educativas.

Fonte: Secom/PMCG

HFM realiza mais duas captações de órgãos em menos de uma semana

Em oito meses, já foram realizadas 12 captações de órgãos na unidade, igualando o número de captações realizadas em todo o ano de 2023

Foto: Ascom/Prefeitura de Campos

No domingo (11) e na última sexta-feira (9), as equipes do NF-Transplante (Comissão de Doação de Órgãos do HFM) e da Central Estadual de Transplante RJ (CET) realizaram mais duas captações de órgãos no Hospital Ferreira Machado (HFM). Em oito meses, já foram realizadas 12 captações de órgãos na unidade, igualando o número de captações realizadas em todo o ano de 2023.


No dia 9 de agosto, um homem de 47 anos, residente em Campos, teve morte encefálica após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico. Com a autorização da família, foram captados os rins e córneas, beneficiando quatro pessoas que estavam na lista nacional de transplantes.


A médica responsável pela Comissão de Doação de Órgãos do HFM, Patrícia Rangel, comentou sobre o trabalho da equipe. “Todo o processo, do diagnóstico da morte encefálica até a autorização da doação de órgãos e tecidos, é como uma engrenagem, em que cada funcionário e seu trabalho contribuem para que tudo se conclua perfeitamente. Para isso, o trabalho em equipe faz toda a diferença. Por fim, agradecemos o nobre gesto de amor ao próximo que a família teve ao autorizar a doação”, esclareceu.


Já no dia 11 de agosto, as equipes realizaram no HFM mais uma captação de órgãos, desta vez envolvendo uma mulher de 46 anos, moradora da localidade de Goitacazes, que também sofreu um AVC hemorrágico e teve morte encefálica. O fígado da paciente foi captado para transplante após autorização da família.

“Quando nos deparamos com perdas, principalmente súbitas, é compreensível que haja uma grande comoção pelos familiares e amigos do paciente. Autorizar a doação de órgãos e tecidos, após a devida constatação da morte encefálica, é o gesto de maior caridade que podemos exercer, mesmo no momento da dor. Para isso, nós acolhemos, escutamos, orientamos e respeitamos as decisões”, complementou a médica Patrícia Rangel.

Fonte: Ascom

Homem ferido por placa que caiu de prédio passa por cirurgia, em Campos

O engenheiro Alexandre Fontes, de 62 anos, sofreu fraturas e ferimentos graves; direção do condomínio ainda não tinha se manifestado

Alexandre Fontes foi internado com ferimentos graves (Reprodução)

O engenheiro Alexandre Henrique de Oliveira Fontes, de 62 anos, foi encaminhado para cirurgia em hospital particular na manhã desta quarta-feira (14), em Campos dos Goytacazes. No último fim de semana, ele foi atingido por uma placa que se soltou do Edifício Platinum, na Rua Manoel Teodoro. Teve ferimentos em um dos braços e na cabeça, vértebra fraturada, coluna comprimida e perda de movimento de uma das pernas. De acordo com amigos da vítima, a direção do condomínio não se manifestou nem prestou auxílio. Os custos da internação e cirurgia foram bancados pela família.

De acordo com testemunhas, Alexandre Fontes caminhava pela calçada do Edifício Platinum, na Rua Voluntários da Pátria, quando foi atingido por uma placa de letreiro. Ventava muito no local. Ele perdeu a consciência e foi levado pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Ferreira Machado. Em seguida, foi transferido para um hospital particular.

Um amigo de Alexandre Fontes que preferiu não se identificar, informou que um boletim de ocorrência foi registrado na 134ª Delegacia de Polícia Civil. O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea RJ) também foi informado sobre o fato, com solicitação de sindicância sobre a situação do edifício em relação à segurança de itens de sinalização e publicidade. A vítima precisou de doação de sangue durante o período de internação.

“Eu acho que tem que ser feita uma avaliação dessas placas, desse tipo de letreiro, pelo Crea e pela Prefeitura de Campos. Ele quase morreu e poderia ter vitimado mais alguém de forma trágica. É preciso reforçar a fiscalização”, comentou o amigo da vítima.

Após o incidente, o local onde a placa caiu foi isolado. Na segunda-feira (12), a reportagem entrou em contato com o Condomínio do Edifício Platinum para saber sobre as providências tomadas após o incidente, mas não obteve retorno.
Fonte:J3News

Carro é incendiado após confronto de traficantes em Campos

De acordo com a Polícia Militar, a autoria do crime ainda é desconhecida e o caso foi registrado na Delegacia de Guarus

Reprodução PM

A Polícia Militar informou na noite de terça-feira (13) sobre a ocorrência de um veículo que teria sido incendiado após confronto de facções criminosas em Guarus, subdistrito de Campos dos Goytacazes. Ainda não se sabe sabe sobre a autoria do crime. O carro Fiat Siena foi deixado na Rua Iguaçu, Parque Guarus. O proprietário registrou boletim na 146ª Delegacia de Polícia Civil, em Guarus. Um homem foi detido e a polícia apreendeu um revólver calibre 38 e 9 munições intactas.

De acordo com a PM, uma guarnição foi acionada para verificar um possível abandono de veículo no endereço, após ter verificado na mesma região confronto entre facções rivais que disputam o território para tráfico de drogas. Quando os policiais chegaram no local, verificaram o carro em chamas. Imediatamente, o fato foi comunicado a sala de operações do 8º BPM que acionou o Corpo de Bombeiros. O fogo foi controlado e ninguém se feriu.

Segundo relatório policial, o porta mala do veículo foi inspecionado, mas nada foi encontrado. O proprietário informou não ter meios para remoção do veículo. Ele registrou o fato como veículo incendiado e autoria não identificada.
Fonte: J3News

DESTAQUE SHOW 2024: HOMENAGEADO RODRIGO VALADARES SILVEIRA

Nasceu em 16 de Maio de 1997, em Campos dos Goytacazes. 

Trabalha no Hospital Ferreira Machado, pela função municipal de saúde.

Formado em medicina pela UGF - Gama Filho - Piedade em 2003, sou concursado pela prefeitura de Campos desde 2004 onde atuo na UPH da localidade de Ururai e trabalho recentemente no Asilo Monsenhor Severino e em São Francisco de Itabapoana, atendo em praia de Manguinhos, trabalho também na UBS da praia de Guaxindiba há 17 anos como médico da família e também na rede privada em São Francisco nas Clínicas Mesclinic, Cisemed e Multi clínica.
Pensamento:
"Cultive uma relação de respeito e gratidão com a sua alimentação".



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terça-feira, 13 de agosto de 2024

Resultado de 1,7% do LIRAa de agosto é o melhor do ano, mas CCZ segue em alerta

CCZ realiza o 2º LIRAa / Divulgação-Secom Campos

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) concluiu mais um Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa) deste ano. A pesquisa de campo começou no dia 29 de julho e terminou já em agosto, no dia 2. Já a estratificação dos dados foi finalizada na última sexta-feira (9). O resultado de 1,7% é o melhor do ano, e se aproxima do índice preconizado pelo Ministério da Saúde (MS).
O LIRAa constitui um método simplificado que proporciona uma rápida obtenção de indicadores entomológicos, permitindo uma compreensão abrangente da distribuição do vetor Aedes aegypti. O resultado de agosto é o que mais se aproxima do orientado pelo MS, que é de 1%, no entanto, a orientação é continuar em estado de alerta e a manutenção das medidas preventivas.
“Esse resultado de 1,7% é, sim, um motivo para comemorar. Mas o trabalho não pode parar. Tivemos o apoio do Exército nesse período, o que nos ajudou bastante, além de todos os mutirões em bairros que foram escolhidos de forma estratégica. Conseguimos baixar esse índice, mas os dados seguem apontando que 80% dos focos encontrados estão dentro da casa dos moradores. Contamos com a ajuda da população para baixar ainda mais esse índice”, explicou o coordenador do Programa Municipal de Controle de Vetores (PMCV), Claudemir Barcelos.
O LIRAa desempenha um papel crucial ao facilitar as análises entomológicas, fornecendo informações detalhadas sobre índices prediais e o tipo predominante de recipiente positivo. Esses dados visam otimizar e direcionar estrategicamente as ações de controle do vetor, proporcionando uma delimitação eficaz das áreas de risco entomológico.
Barcelos destacou as ações dos mutirões como fundamentais para que o índice chegasse a quase 1%. “Foram, no total, 27 bairros trabalhados até aqui, 42.154 imóveis visitados e 1.034 focos encontrados. Foram recolhidos 1.476 pneus e 94 caixas d’água tratadas e teladas”, destacou.
Com o resultado, o CCZ já destaca a organização de serviços que acontecerão a partir desta semana, nos bairros que apresentaram os maiores índices nessa amostragem. Um novo cronograma de serviços, que, em breve, será apresentado, inclui, além das atividades diárias, mutirões e ações educativas.
Fonte: Secom

Maratona de Inovação do Porto do Açu busca o desenvolvimento sustentável do Norte Fluminense

As melhores ideias concorrem a mais de R$ 30 mil em prêmios

Divulgação

Foi dada a largada na terceira edição do HackAçu, a maratona de inovação promovida pelo Porto do Açu e o Cais Açu Lab, que visa promover a inovação e o desenvolvimento sustentável do Norte Fluminense, no Rio de Janeiro, onde o Porto do Açu está localizado. O evento ocorrerá entre os dias 27 e 29 de setembro de 2024, e os interessados de todo o Brasil podem se inscrever gratuitamente pelo site (clique aqui) até o dia 26 de setembro de 2024.

O evento, totalmente online e gratuito, reunirá estudantes e profissionais do mercado em uma competição colaborativa para desenvolver soluções reais que possam ser implementadas. Desde sua criação, o evento tem sido um ponto de encontro para mentes criativas e inovadoras, contribuindo significativamente para o desenvolvimento da região. Mais de três mil participantes já estiveram envolvidos e 85 soluções foram desenvolvidas até o momento. Para o Gerente de Relacionamento com a Comunidade do Porto do Açu, Wanderson Sousa, o Hackaçu é uma plataforma para impulsionar mudanças por meio da inovação e do empreendedorismo.

“O Porto do Açu acredita no potencial local e tem como compromisso investir em desenvolvimento, buscando iniciativas que façam sentido para nossa região. A cada edição, superamos nossas expectativas ao ver a criatividade e a materialização de soluções inovadoras que realmente podem melhorar a qualidade de vida das pessoas”, afirma Sousa.

Durante a maratona, os participantes trabalharão intensamente para criar soluções inovadoras e receberão mentorias, conteúdos de gestão de projetos e acesso a ferramentas essenciais para desenvolverem suas ideias. Ao final, os projetos serão avaliados com base em viabilidade, criatividade, inovação e impacto.

Todas as soluções criadas serão disponibilizadas para consulta em um banco aberto, permitindo que a comunidade se beneficie. Os participantes receberão certificados, e as melhores soluções concorrerão a prêmios em produtos eletrônicos, como notebooks, celulares, relógios, entre outros.

HACKAÇU – DESAFIOS DA TERCEIRA EDIÇÃO
Neste ano, os desafios foram propostos por empresas parceiras do Porto do Açu. As equipes deverão criar soluções que impulsionem o turismo ecológico, fortaleçam a educação em ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM), e melhorem a mobilidade urbana, contribuindo para um futuro mais próspero e sustentável na região.

● Desafio 1: Ecoturismo (Proposto pela CIDENNF)

Desenvolver soluções inovadoras para estimular o ecoturismo no Norte Fluminense, valorizando as ricas tradições culturais da região.

● Desafio 2: Educação STEM (Proposto pela FIDESC)

Ampliar a colaboração entre instituições de ensino superior da região do Norte Fluminense para tornar o aprendizado de STEM (ciências, tecnologia, engenharia e matemática) mais acessível, interessante e eficaz para os estudantes.

● Desafio 3: Mobilidade (Proposto pelo Líder Norte Fluminense)

Criar e promover soluções integradas para melhorar a mobilidade urbana no Norte Fluminense, garantindo um gerenciamento eficiente de todos os tipos de veículos. Para saber mais sobre os desafios, clique aqui.

QUEM PODE PARTICIPAR?

Estudantes, universitários, profissionais do mercado e qualquer pessoa interessada, de qualquer lugar do Brasil ou de países que falem língua portuguesa, podem participar. Os interessados poderão se inscrever como participantes, compondo um time e ajudando a criar uma solução para um dos desafios da maratona, ou como mentores, oferecendo orientação para os times dentro de sua área de atuação. As inscrições devem ser feitas no site até o dia 26 de setembro de 2024.

Fonte: Ascom

Perfil usa causa de campista com fibrose cística para aplicar golpes

A campista Ana Carollina Rodrigues, de 24 anos, está tendo sua imagem usada sem autorização

Por Monique Vasconcelos

Página que aplica golpes. Foto: Reprodução/Rede social

A campista Ana Carollina Rodrigues, de 24 anos, que sofre de fibrose cística, comoveu a internet, em julho desse ano, ao dar início a uma campanha solidária para ajudá-la nos tratamentos contra a doença genética. Aproveitando a comoção e o sucesso da campanha, que ultrapassou os R$ 120 mil, uma página com mais de 20 mil seguidores no Instagram de nome “Sorrisos do bem” está tentando aplicar o golpe do Pix usando o vídeo da jovem.

Ana Carollina falou sobre esse golpe em sua página: “Eu só tenho duas chaves Pix, que são o meu e-mail e CPF, e o link da vakinha que está nas minhas redes sociais. Não tenho qualquer vínculo com essa página, e nada do que eles recebem vem para mim. Peço ajuda a todos para denunciá-los”, comentou.
Ana Carollina Rodrigues Foto: Reprodução

Importância da real vakinha para Ana Carollina

De acordo com a jovem, o medicamento chamado Trikafta/Trixacar pode mudar totalmente a sua vida. Ela deu entrada no Sistema Único de Saúde para adquirir o remédio importado que custa R$30 mil cada caixa. No entanto, depende de análise e espera de aprovação do SUS.

“Por possuir apenas uma mutação elegível para o uso dele, e a mesma estar inclusa só na bula americana, não posso pegar no SUS. Enquanto meu processo judicial está em andamento e não tenho mais como esperar devido à gravidade do meu quadro, preciso arcar com o custo mensal de 30 mil reais, sendo ideal um tratamento inicial de 6 meses que vai custar 180 mil reais”, comentou Carolina no Instagram, em julho.

A fibrose cística é uma doença genética rara, crônica e progressiva. Afeta principalmente os pulmões e o sistema digestivo. Em vídeo publicado no Instagram, Ana explica sobre a doença e conta que já perdeu 80% da sua capacidade pulmonar.
Fonte; J3News