sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

ATENÇÃO, POPULAÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ITABAPOANA! MUDANÇA IMPORTANTE NA SAÚDE

O Cartão Nacional de Saúde (SUS) agora passou a usar o CPF como número principal de identificação dos usuários.

Essa mudança já está valendo desde sexta-feira (30/01) e substitui o antigo número do cartão SUS.
O que muda na prática?
Agora, ao chegar em uma unidade de saúde, o cidadão precisa informar apenas o CPF para ser identificado no sistema. Não será mais necessário decorar ou procurar o número antigo do cartão SUS.
Precisa fazer um novo cartão?
Não precisa!
Quem já tem cartão SUS pode ficar tranquilo. Todos os dados foram vinculados automaticamente ao CPF.
Por que essa mudança foi feita?
Para acabar com cadastros duplicados
Facilitar o acesso às informações do paciente
Tornar o atendimento mais rápido e organizado
Os novos cartões do SUS já estão sendo emitidos com o CPF como número principal.
Compartilhe essa informação! Informação também é cuidado com a saúde.
— Vereador João Eleno

Firjan SENAI Campos e Macaé têm mais de 700 vagas gratuitas de qualificação a partir de fevereiro

São 31 turmas em 15 cursos que incluem áreas como Gestão e Negócios, Infraestrutura, Produção Industrial, Produção Alimentícia, Controle e Processos Industriais

As unidades Firjan SENAI Campos e Macaé estão com inscrições abertas para 775 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional, todas com início previsto entre fevereiro e abril, a depender de cada turma. As aulas abrangem diferentes formatos (presencial e semipresencial), e as inscrições já estão abertas e devem ser feitas presencialmente na unidade de interesse. Os detalhes estão disponíveis no edital neste link.

As inscrições serão encerradas automaticamente para cada oferta assim que o número de inscritos atingir o limite de vagas. Em Campos, são 18 turmas e em cursos de Almoxarife, Assistente de Operações em Logística, Eletricista Industrial, Eletricista Predial, Instalador de Sistemas Drywall, Operador de Movimentação E Armazenagem De Material, Operador de Produção Industrial, Padeiro, Soldador de Aço Carbono Eletrodo Revestido 6g. Já em Macaé, são 13 turmas em Assistente de Operações em Logística, Controlador e Programador de Produção, Almoxarife, Eletricista Instalador Residencial, Instalador de Sistemas Drywall, Desenhista de Projetos Elétricos Industriais

Ao todo, são mais de oito mil vagas em todo o estado do Rio. No Noroeste Fluminense, há ainda 270 oportunidades nas unidades da Firjan SENAI em Itaperuna e Pádua, todas presenciais. Na unidade de Itaperuna são nove turmas: Confeiteiro, Montador de Móveis Planejados, Auxiliar de Plataforma, Mecânico de Climatização Residencial, Instalador de Sistemas Drywall, Costureiro Sob Medida – Modelagem, Corte e Costura, Eletricista Predial, Desenvolvedor de Projetos Maker em Fablab, Operador de Sistemas Computacionais em Rede. Já em Pádua são duas: Programador Back-End e Controlador e Programador de Produção.

Pré-requisito e inscrições
Para participar, os candidatos devem preencher os pré-requisitos específicos dos cursos desejados, incluindo idade e escolaridade, além de renda familiar mensal per capita bruta de até 1,5 salário-mínimo federal, comprovada por meio de uma autodeclaração. É fundamental também ter acesso a um computador ou notebook, já que parte dos cursos será realizada de forma on-line, seguindo a estratégia EAD.

Escritório de Carreira

Os alunos ainda contam com o “Escritório de Carreira”, da Firjan SENAI SESI, que vai conectar, de forma personalizada, os estudantes às oportunidades de emprego na indústria – que tem o maior salário de admissão entre todos os setores da economia, segundo pesquisa da Firjan.

O “Escritório de Carreira” oferece trilhas de formação para o mercado de trabalho, mentorias, workshops e um sistema de matchmaking – o “Conexão Vagas”, que combina e conecta perfis de alunos às demandas das empresas. Os alunos devem procurar a própria unidade onde estão matriculadas para participar das atividades.
Firjan

Firjan lança publicação e promove debate sobre futuro do gás natural no Rio de Janeiro e no país

Com o “Perspectivas do Gás no Rio 2025-2026”, Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro reafirma o potencial do energético no estado fluminense

Para levar luz às questões do mercado de gás natural sob a ótica da indústria e do poder público, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) reuniu especialistas e representantes do mercado durante o lançamento da publicação "Perspectivas do Gás no Rio 2025–2026”, promovido pela Firjan SENAI SESI. O evento, em 27/1, na Casa Firjan, discutiu tendências, desafios e oportunidades da cadeia de gás natural no estado e contou com patrocínio de Mattos Filho Advogados.

Luiz Césio Caetano, presidente da Firjan, destacou que o gás natural é um importante aliado para a segurança energética. Para ele, “a abertura do setor, a evolução regulatória, as mudanças no regime tributário e a necessidade de ampliar e otimizar a infraestrutura colocam o gás no centro das decisões estratégicas para o desenvolvimento econômico do estado”.

O ano de 2026 é considerado decisivo para alcançarmos os avanços esperados no mercado de gás, na avaliação de Caetano. “O Brasil – e, em especial, o Rio de Janeiro – reúne condições únicas para ampliar a oferta, reduzir custos e fortalecer a competitividade da sua indústria”, afirmou, ressaltando que o futuro do gás natural no Rio de Janeiro passa pela capacidade de avançar de forma coordenada. “Transformar produção em desenvolvimento exige escolhas bem fundamentadas e diálogo permanente entre o setor público, a indústria e os demais agentes do mercado”.

Baixe a publicação e acesse os dados dinâmicos no Observatório Firjan no link https://observatorio.firjan.com.br/inteligencia-competitiva/perspectivas-do-gas-no-rio-2025-2026

Vladimir Paschoal, conselheiro da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa), afirmou que o evento da federação é um marco na avaliação da cadeia de gás. “Este ano temos desafios muito intensos no mercado de gás, ajustes de regulações e debates”, disse, enfatizando que, por isso, celebra este evento com a participação efetiva de vários associados da Firjan. “É justo que outros agentes também possam efetivamente migrar, buscar uma molécula mais barata e gerar empregos, que é o ciclo de desenvolvimento que a gente pretende”, complementou.

Já o secretário Nacional substituto de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, Marlon Arraes, exaltou a importância da publicação da Firjan SENAI SESI, uma referência no debate qualificado, e disse que o relatório cumpre um papel essencial de organizar as informações e qualificar o planejamento energético. “A transparência de dados bem tratados, diagnóstico consistentes e diálogo institucional são condições essenciais para a construção de políticas públicas estáveis previsíveis e eficazes. E é exatamente isso que permite atrair investimentos, reduzir custos, ampliar o uso do gás natural e integrá-lo de forma inteligente à agenda de transição energética, incluindo o avanço do biogás do biometano.”

A apresentação da 8ª edição do estudo “Perspectivas do Gás no Rio 2025-2026" foi feita por Savio Bueno, gerente de Cenários de Petróleo, Gás, Energias e Naval da Firjan. “Entre os conteúdos apresentados na publicação, a federação apresentou uma análise do gás natural como um vetor de desenvolvimento industrial a preços competitivos, destacando a importância da busca por equilíbrio entre menores preços aos consumidores e remuneração adequada aos investimentos ao longo da cadeia”, afirmou.

Tributação: reforma, modelos e incentivos
O primeiro painel, que tratou de “Tributação: reforma, modelos e incentivos”, foi moderado por Guilherme de Castro e Souza, especialista de Petróleo, Gás, Naval e Energias da Firjan SENAI SESI, que ressaltou que o mercado do gás tem passado por um novo paradigma. O especialista enfatizou que “isso pode ser resultado da abertura, das modificações regulatórias, do novo modelo tributário que vai ser implementado, das novas infraestruturas que vêm sendo implementadas ou até mesmo dos novos modelos de negócio”.

Na opinião de Heloísa Borges, diretora de Estudos do Petróleo, Gás e Biocombustíveis da Empresas de Pesquisa Energética (EPE), o mercado de gás andou mais devagar do que se gostaria e mais rápido do que a se pôde perceber. “Agora avançamos para os novos desafios e um deles é trazer clareza sobre todas as perspectivas do gás do Rio, mostrando o seu potencial para a indústria. O gás é um combustível para algumas indústrias de transição, para outras, de destino, é alternativa de descarbonização, é minha alternativa de modernização, mas precisamos de preço competitivo. Não podemos fugir disso, de entender que a indústria do Rio de Janeiro precisa de competitividade”, pontuou.

Gabriel Kropsch, fundador da Sinergás, também considera que esse mercado andou bastante no ano passado e “este ano, falando do ponto de vista do biometano, sem dúvida, vai ser de virada: não tem mais como não acontecer. Temos muita coisa para andar, mas acho que é muito bacana termos essa oportunidade de todo ano vir na Firjan e refletir, e olhar o que está bom e o que vem por aí”.

A tributação na área de negócios foi o ponto central da fala de Eduardo Pontes, sócio-fundador da Infis Consultoria. “Estamos vivendo muitas mudanças tributárias, porém agora, a tributação ainda não consegue acompanhar os marcos regulatórios e as mudanças setoriais”, disse, acrescentando que o que se busca é que a tributação não seja um fator tão importante numa tomada de decisão do investimento ou no preço final do produto, a ponto de viabilizar ou não o uso daquela determinada fonte.

Infraestrutura de negócios: novos rumos para a transformação
O segundo painel do evento, “Infraestrutura de negócios: novos rumos para a transformação”, reuniu representantes estratégicos da cadeia de gás natural para discutir os desafios regulatórios, a visão de negócios e o amadurecimento do mercado brasileiro. Moderado por Bruno Chedid, sócio do escritório Mattos Filho, o debate contou com a participação de Sylvie D’Apote, presidente do Conselho de Usuários (CdU), Marcio Leal, sócio da Leal Cotrin Advogados, e Rodrigo Novo, gerente tributário da Origem Energia.

Bruno Chedid destacou a importância do diálogo entre os diferentes agentes do mercado. “A ideia aqui é falar de infraestrutura, mas principalmente de negócio, de previsibilidade e da visão dos usuários, trazendo perspectivas complementares do jurídico e do setor produtivo”, afirmou.

Mais do que discutir regulação, Chedid destacou ser fundamental entender como essas decisões impactam diretamente os investimentos e a competitividade do mercado. “O diálogo entre usuários, transportadores, reguladores e investidores é essencial para que o mercado avance de forma equilibrada e sustentável”, acrescentou.

Sylvie D’Apote explicou o papel do órgão criado a partir da Nova Lei do Gás. “O Conselho foi instituído para representar os carregadores, ou seja, os usuários dos serviços de transporte de gás natural. Nosso objetivo é defender pautas que envolvem tarifas, investimentos e regulações em um mercado que ainda está em abertura e amadurecimento”, disse.

Segundo ela, o momento é particularmente sensível para o setor. “O gás natural não tem mercado cativo, ele compete com outros energéticos. Para não ser substituído, precisa chegar ao consumidor final de forma competitiva, sem ser excessivamente onerado pela infraestrutura”, ressaltou.

Sylvie lembrou que, em 2025, a ANP iniciou a revisão das regras e metodologias tarifárias para os próximos ciclos regulatórios. Essas decisões vão impactar não apenas o período de 2027 a 2030, mas também os ciclos futuros.

Marcio Leal ressaltou a evolução do mercado de gás brasileiro, apesar dos entraves ainda existentes. “Nós avançamos muito. Não estamos no cenário ideal, mas não dá para negar que houve uma evolução significativa ao longo dos últimos anos”, avaliou. Para ele, eventos como o promovido pela Firjan são fundamentais. “São espaços que reúnem quem está no dia a dia do mercado: produtores, usuários, advogados e reguladores. É nesse ambiente que as dores aparecem e as soluções começam a ser construídas”, disse.

Uma visão pragmática do mercado sob a ótica dos carregadores e produtores foi apresentada por Rodrigo Novo. “Hoje, quem atua nesse mercado precisa entender não só de tributação, mas também de fluxo de caixa, viabilidade econômica e retorno dos investimentos. A visão de negócio deixou de ser opcional”, afirmou.

O gerente tributário da Origem Energia destacou o perfil diversificado da Origem Energia e sua atuação em diferentes frentes. “Temos um portfólio multiplataforma e participamos ativamente do desenvolvimento desse mercado. Apesar de ele já ter quase dez anos, ainda está em construção”, avaliou.

O painel reforçou que, embora o mercado de gás natural tenha avançado nos últimos anos, o equilíbrio entre regulação, investimentos e competitividade continua sendo o principal desafio para garantir segurança jurídica, atração de capital e expansão sustentável da infraestrutura no Brasil.

Desafios da transição energética
O painel de encerramento, moderado por Karine Fragoso, gerente-geral de Petróleo, Gás, Energias e Naval da Firjan, abordou os desafios da transição energética, o papel estratégico do gás natural e a urgência de ampliar investimentos para garantir segurança energética e competitividade industrial.

Karine Fragoso ressaltou que o país ainda enfrenta uma grande demanda reprimida por energia. “Temos ainda muito Brasil para construir e, para isso, precisamos de muita energia, de forma sustentável, mas também acessível para a indústria, que é uma das principais consumidoras”, afirmou.

Na avaliação de Angélica Laureano, diretora executiva de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, o gás natural segue como elemento central na transição energética brasileira. “A transição acontece por adição. O Brasil vai continuar precisando de muita energia até 2050, e isso inclui gás e petróleo, ao mesmo tempo em que avançamos em bioprodutos e fontes renováveis”, destacou. Segundo ela, manter a participação atual da Petrobras na matriz energética exigirá investimentos expressivos. “Para continuarmos representando cerca de 30% da matriz primária em 2050, precisamos praticamente dobrar a nossa capacidade energética”, explicou.

Já Claudia Brun, vice-presidente de Estratégia, Desenvolvimento de Negócios e MMP da Equinor, reforçou o compromisso da companhia com o Brasil. “O Brasil é um mercado estratégico para a Equinor. Temos uma previsão de investir cerca de US$ 25 bilhões até 2030, com projetos que trazem volumes relevantes de gás e óleo, além de geração de empregos e desenvolvimento tecnológico”, destacou. Ela citou projetos como os campos de Raia e Bacalhau, exemplos de iniciativas que fortalecem a segurança energética e ampliam a longevidade do portfólio da empresa no país.

A vice-presidente destacou ainda os desafios operacionais do mercado de gás. “O mercado já está aberto, mas é extremamente complexo. O custo transacional para operar gás natural ainda é muito alto, o que afasta consumidores que gostariam de migrar para o mercado livre”, avaliou. Para ela, a simplificação regulatória é essencial. “Há muita criatividade e novos produtos surgindo, mas precisamos reduzir a complexidade para viabilizar mais entradas”, completou.

Sobre descarbonização, a executiva ponderou que o cenário internacional impõe limites. Com um contexto geopolítico desafiador, em que governos precisam equilibrar segurança energética, preço acessível e sustentabilidade, nem sempre é simples definir quem paga a conta da transição, avaliou.

Encerrando o evento, Karine reforçou o potencial do Rio de Janeiro como polo energético e industrial. “O estado tem espaço para voltar a crescer no consumo de gás, especialmente na indústria. Garantia de suprimento e previsibilidade são fundamentais para destravar novos investimentos”, concluiu.

Baixe a publicação e acesse os dados dinâmicos no Observatório Firjan no link https://observatorio.firjan.com.br/inteligencia-competitiva/perspectivas-do-gas-no-rio-2025-2026


Firjan

Sustentabilidade e Qualidade de Vida

A sustentabilidade urbana é um fator determinante para a melhoria da qualidade de vida nas cidades, integrando planejamento, infraestrutura, tecnologia e responsabilidade ambiental. Cidades que investem em práticas sustentáveis conseguem equilibrar desenvolvimento econômico, preservação ambiental e bem-estar social, promovendo ambientes mais saudáveis, humanos e resilientes.

O planejamento urbano sustentável envolve a criação de espaços verdes, a arborização, a implementação de infraestrutura verde e a preservação de ecossistemas urbanos. Áreas verdes, parques, jardins e corredores ecológicos regulam o microclima, purificam o ar, absorvem poluentes e reduzem o efeito de ilhas de calor, tornando a cidade mais confortável e agradável para os habitantes.

A mobilidade urbana sustentável é outro elemento essencial. Incentivar o transporte público eficiente, o uso de bicicletas, a caminhada e sistemas de transporte compartilhado reduz congestionamentos, poluição e emissões de gases de efeito estufa. Além disso, promove acesso equitativo e inclusivo a diferentes regiões da cidade, garantindo que todos se beneficiem das melhorias urbanas.

A gestão de recursos naturais, como água e energia, está diretamente ligada à qualidade de vida. A sustentabilidade urbana prioriza o uso racional, a eficiência energética, a captação de água da chuva, a reutilização de águas cinzas e a instalação de fontes renováveis. Essas medidas reduzem impactos ambientais e custos, beneficiando diretamente a população.

O bem-estar social é fortalecido por meio de cidades mais verdes, inclusivas e acessíveis. Parques, praças e espaços públicos oferecem oportunidades de lazer, interação social e prática de atividades físicas, promovendo saúde física e mental. Áreas arborizadas e bem cuidadas aumentam o conforto, a segurança e o sentimento de pertencimento dos moradores.

A biodiversidade urbana também é um elemento crítico. Manter espécies nativas de fauna e flora contribui para o equilíbrio dos ecossistemas, serviços ambientais essenciais e resiliência urbana frente a mudanças climáticas e desastres naturais. A presença de animais, insetos polinizadores e vegetação nativa fortalece o ciclo natural dentro das cidades.

A participação cidadã desempenha papel fundamental na sustentabilidade e qualidade de vida. Canais digitais, consultas públicas e programas comunitários permitem que moradores contribuam para o planejamento urbano, relatem problemas, sugiram melhorias e acompanhem políticas públicas. Essa interação fortalece a governança e promove decisões mais eficazes e inclusivas.

Além disso, a tecnologia urbana potencializa a sustentabilidade e a qualidade de vida. Sistemas de monitoramento, análise de dados e inteligência urbana permitem gerenciar recursos, planejar transporte, controlar poluição, otimizar energia e identificar áreas de risco, tornando a cidade mais eficiente, segura e resiliente.

Em termos econômicos, a sustentabilidade urbana também impacta positivamente. Áreas verdes valorizam imóveis, reduzem custos com saúde pública e energia, atraem investimentos e fomentam turismo e lazer. A eficiência na gestão de recursos contribui para o crescimento econômico sustentável e a prosperidade das cidades. Obras

Em síntese, a sustentabilidade urbana é diretamente proporcional à qualidade de vida. Cidades que priorizam planejamento ambiental, mobilidade, infraestrutura verde, participação social e tecnologia criam ambientes mais humanos, saudáveis e resilientes. Investir em sustentabilidade significa investir em cidades mais equilibradas, inclusivas e preparadas para os desafios do século XXI.

Fonte: Izabelly Mendes.

Ossada humana é encontrada em canavial em São Francisco de Itabapoana

Restos mortais estavam em estrada vicinal na localidade de Vila dos Marias

Foto Ilustrativa/Arquivo

Uma ossada humana foi encontrada no fim da tarde desta quinta-feira (29) em uma estrada vicinal, em meio a um canavial, na localidade de Vila dos Marias, em São Francisco de Itabapoana.

Uma equipe policial foi acionada após informações sobre a presença de restos mortais no local e constatou que se tratava de um cadáver em avançado estado de decomposição, o que impossibilitou a identificação imediata.

Familiares de um homem desaparecido desde o dia 23 de janeiro estiveram na área e levantaram a hipótese de que a ossada possa pertencer ao parente, porém não há confirmação oficial até o momento.

Os restos mortais encontrados na localidade foram encaminhados para o Instituto Médico Legal de Campos dos Goytacazes. O caso foi encaminhado para a 147ª Delegacia de Polícia.
J3News

Retomada de voos comerciais em Campos é discutida por representantes da Codemca e Petrobras

Reunião avaliou demanda aérea em Campos e próximo passo é levar a Azul para a mesa de negociações

Participantes da reunião na Codemca (Divulgação)

A retomada dos voos comerciais no Aeroporto Bartolomeu Lisandro foi tema de reunião da Companhia de Desenvolvimento do Município de Campos (Codemca), na quinta-feira (29), com representantes da Petrobras para avaliar a real necessidade das operações aéreas no município. Durante o encontro, a equipe da estatal apresentou números das atividades no Heliporto de Campos, em Farol de São Thomé, e apontou viabilidade de demanda para o aeroporto campista.

Em novembro do ano passado, o presidente da Codemca, Thiago Virgílio, esteve em Brasília, em audiência com o ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, quando protocolou um documento defendendo a retomada dos voos. Segundo ele, os dados apresentados agora pela Petrobras reforçam o argumento de que há procura suficiente para justificar as operações comerciais.
Aeronave da Azul, última empresa de aviação comercial a operar em Campos

“Recebemos a equipe da Petrobras, que nos apresentou números que confirmam aquilo que a gente já vem dizendo, que a demanda é real. O próximo passo é trazer para a mesa de discussão a empresa aérea responsável pelos voos na nossa cidade, que é a Azul”, afirmou Thiago, destacando a importância das linhas para o desenvolvimento regional, turístico, empresarial e econômico.
Terminal do Aeroporto Bartolomeu Lisandro (Arquivo)

Os voos comerciais em Campos eram operados pela Azul, que em agosto do ano passado anunciou o encerramento das atividades no município, alegando aumento nos custos operacionais e necessidade de tornar as rotas mais rentáveis. A suspensão causou impactos na economia regional e na mobilidade de passageiros.

Também participaram da reunião o vice-presidente da Codemca, Afrânio Júnior, além de representantes da Petrobras: o gerente de Operações Aeroportos, Rawlinson Abreu; o gerente de Operações de Transporte Aéreo, Fabrício Marcenes; a coordenadora dos Aeroportos, Isabela Paes; e o coordenador de Relações Institucionais, Luiz Fabiano Nericke. O vereador Marcelo Feres acompanhou o encontro de forma on-line.

Fonte: Secom/PMCG

Hospital Ferreira Machado pede ajuda para identificar homem internado no CTI

Homem foi vítima de atropelamento, teve piora no quadro de saúde e está sedado e entubado

Por Yan Tavares
Foto: Silvana Rust

O Hospital Ferreira Machado (HFM) divulgou um comunicado na tarde desta quinta-feira (29), solicitando ajuda para identificar um paciente internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI). Ele foi vitima de atropelamento por uma moto, na última terça-feira (27).

De acordo com a unidade hospitalar, o homem informou ao ser atendido pelo Corpo de Bombeiros, que se chama Mosafá Ribeiro, tem 61 anos e é morador da rua Manoel Luiz Braga, no bairro do Fundão. Ele deu entrada no HFM com traumatismo cranioencefálico. Poateriormente, seu quadro clínico piorou. Agora, ele está sedado e entubado.

“Até o momento, nenhum familiar ou conhecido compareceu à unidade, e a identidade do paciente ainda não foi confirmada. Quem tiver qualquer informação que possa ajudar, deve procurar com urgência o Serviço Social do Hospital Ferreira Machado”, acrescenta a nota.
Fonte: J3News

Macaé aparece entre os 100 municípios do Brasil com maior arrecadação de tributos

Levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação com base em dados da Receita Federal, Macaé arrecada R$4,3 bilhões

Vista panorâmica da orla de Macaé (Arquivo/Ilustração)

Os 100 municípios com maior arrecadação de tributos no Brasil concentram 77,6% de todo o valor recolhido no país, embora abriguem apenas 36,4% da população brasileira. Os dados fazem parte de um levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), com base em informações do banco de dados da Receita Federal e receitas administradas pelo Fisco referentes ao ano de 2024. No estado do Rio de Janeiro, destacam-se a capital fluminense e as cidades de Niterói e Macaé entre as 100 maiores arrecadações do país.

De acordo com o estudo, esses municípios arrecadaram mais de R$ 1,9 trilhão no período. O maior destaque foi a cidade de São Paulo, que sozinha recolheu R$ 581,2 bilhões, o equivalente a 23,1% de toda a arrecadação nacional. Em seguida aparecem Rio de Janeiro (R$ 306,9 bilhões), Brasília (R$ 180,1 bilhões), Belo Horizonte (R$ 54,7 bilhões) e Osasco (R$ 50,2 bilhões). Também figuram entre os dez primeiros Curitiba (R$ 44,5 bilhões), Barueri (R$ 36,5 bilhões), Porto Alegre (R$ 33,7 bilhões), Itajaí (R$ 27,1 bilhões) e Campinas (R$ 26 bilhões).

Entre as 100 maiores arrecadadores do país, Niterói ocupa a 44ª posição, com R$ 6.168.857.229,50, enquanto Macaé figura na 62ª colocação, com R$ 4.392.148.620,77.

Na arrecadação per capita dos 100 municípios brasileiros, três cidades do estado do Rio de Janeiro se destacam no levantamento: o Rio de Janeiro está em 13º lugar, com R$ 45.599,05; Itatiaia aparece na 16ª posição, com R$ 43.584,36 por habitante; e Porto Real ocupa a 74ª colocação, com R$ 23.127,39 por pessoa.

Segundo o presidente-executivo do IBPT, João Eloi Olenike, a concentração da arrecadação nas regiões Sul e Sudeste está ligada principalmente à maior presença de atividades industriais e comerciais. Ele explica que há municípios com população menor, mas com arrecadação elevada devido à concentração de indústrias, comércio e prestadores de serviços, e que mesmo cidades com forte presença do turismo ainda não conseguem alcançar os níveis registrados nos principais polos econômicos do país. Entre os municípios citados como exemplos desse perfil estão Jundiaí, Sorocaba, Caxias do Sul, Joinville, Itajaí, Porto Alegre, Curitiba, Osasco, Barueri e Campinas.

Arrecadação per capita

Na arrecadação per capita, o destaque é Barueri (SP), que arrecadou R$ 110,4 mil por habitante em 2024. Já São Paulo, apesar de liderar o ranking geral, aparece apenas na 12ª posição quando o critério é o valor por pessoa, com R$ 48.854,61, ficando atrás de municípios como Itajaí, Osasco e Brasília.

O IBPT também aponta que parte do ranking tende a mudar com a implementação da reforma tributária, já que o modelo de cobrança será alterado. Atualmente, os impostos são cobrados na origem, onde os bens são produzidos, o que favorece municípios com polos industriais e comerciais. Com a reforma, a cobrança passará a ocorrer no destino, onde o consumo acontece, o que pode beneficiar cidades mais populosas.

Olenike avalia que a mudança não deve ser imediata, mas a expectativa é de que municípios que recebem mercadorias ganhem mais destaque na arrecadação, com possibilidade de crescimento principalmente em regiões do Norte e do Nordeste, que hoje compram mais produtos de outras regiões do que vendem.

Regiões do Brasil

Na distribuição regional, o Sudeste concentra 53 dos 100 municípios do ranking, sendo 36 em São Paulo, nove em Minas Gerais, quatro no Espírito Santo e quatro no Rio de Janeiro. O Sul aparece com 26 municípios, sendo 12 em Santa Catarina, sete no Rio Grande do Sul e sete no Paraná.

O Nordeste soma 12 municípios, com destaque para Bahia (3) e Pernambuco (2), além de Ceará, Maranhão, Alagoas, Sergipe, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí e outros estados com um município cada.

O Centro-Oeste tem seis municípios, incluindo três em Goiás e Brasília, que se destaca pela concentração de tributos arrecadados por ser a capital federal, além de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul com um município cada. Já a região Norte aparece com três municípios, um no Amazonas, um no Pará e um em Rondônia.

Com informações do G1

SFI garante novos investimentos e amplia ações para saúde, educação, agricultura e infraestrutura

São Francisco de Itabapoana vive um momento de grandes avanços. Durante o evento de assinatura do acordo de cooperação que viabiliza a implantação do Centro de Referência do Instituto Federal Fluminense (IFF) no município, o deputado federal Lindbergh Farias anunciou um importante pacote de investimentos que vai impactar diretamente diversas áreas da cidade.

Entre os anúncios estão a construção de uma creche, a implantação de 50 casas do programa Minha Casa Minha Vida, além da entrega de um combo de equipamentos para as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e de um kit de teleconsulta, que irão fortalecer o atendimento à saúde. O município também será contemplado com a entrega de uma retroescavadeira e um trator, equipamentos que darão suporte direto aos produtores rurais.

São Francisco de Itabapoana também foi contemplado com cerca de R$ 1,9 milhão em emendas parlamentares, recursos que serão utilizados na construção de uma quadra esportiva em Gargaú e na reforma das quadras de Buena, da Praça João Pessoa e do ginásio poliesportivo, ampliando os espaços de esporte, lazer e convivência para a população.

A prefeita destacou a importância das parcerias institucionais e os reflexos positivos desses investimentos para o município.
“Estamos trabalhando com responsabilidade e buscando parcerias que tragam resultados concretos. Esses investimentos fortalecem nossa cidade, geram oportunidades e melhoram a qualidade de vida da nossa população”, afirmou.

O deputado federal Lindbergh Farias reforçou o compromisso com São Francisco de Itabapoana.
“Nosso objetivo é garantir que os recursos cheguem onde as pessoas mais precisam, promovendo desenvolvimento e dignidade”, declarou.

Com novos investimentos, planejamento e união de esforços, São Francisco de Itabapoana segue avançando, consolidando políticas públicas que impulsionam o desenvolvimento social, econômico e estrutural do município, com benefícios reais para toda a população.

"Rota do Seu Jeito" anima Guaxindiba neste final de semana

A "Rota do Seu Jeito" vai levar muita música a Guaxindiba neste fim de semana. O evento integra a programação do “Verão do Seu Jeito” e promete movimentar a localidade. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro (TurisRio), da Multti Entretenimento e da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico.

A programação musical começa nesta sexta-feira (30), com show de Felix Oliveira, às 20h. No sábado, quem sobe ao palco é Nelson Príncipe Negro, às 23h, garantindo muita animação ao público. Já no domingo, o encerramento fica por conta de Jack Fiaes, às 18h, em um clima de lazer e confraternização para toda a família.

A "Rota do Seu Jeito" continua no próximo fim de semana. A programação completa de shows será divulgada nos próximos dias, mantendo a proposta de levar cultura, música e diversão a diferentes pontos do município.
AsCom

Centro de referência do IFF será implantado em SFI neste semestre

Ainda neste semestre, o município de São Francisco de Itabapoana dará um importante passo para o fortalecimento da educação e do desenvolvimento local com a implantação de um Centro de Referência do Instituto Federal Fluminense (IFFluminense). A prefeita Yara Cinthia, acompanhada do vice-prefeito Renato Roxinho, assinou nesta quinta-feira (29) o acordo de cooperação que viabiliza a chegada da instituição ao município. O evento contou com a presença do deputado federal Lindberg Farias. A unidade funcionará na Escola Modelo Municipal Herval Luiz dos Santos Batista.

O Centro de Referência é uma unidade vinculada a um campus principal — em São Francisco, será ligado ao Campus Bom Jesus do Itabapoana — e terá foco na oferta de cursos técnicos e de qualificação profissional voltados às demandas locais. As formações ainda serão definidas, de acordo com as necessidades da população, com ênfase em capacitações ligadas ao setor agropecuário.


Para a prefeita Yara Cinthia, a chegada do IFF representa um marco para o município. "O IFF é um sonho de muitos anos. Ter um Centro na nossa cidade é um grande passo para o desenvolvimento educacional e econômico, pois o instituto agrega crescimento e oportunidades. Muitas pessoas precisam sair daqui para estudar em Campos, e com esse Centro vamos ajudar muitos estudantes. Só tenho a agradecer a parceria com o deputado e o Governo Federal por trazerem desenvolvimento para nosso município", destacou.


O deputado federal Lindbergh Farias, um dos articuladores que contribuíram diretamente para a vinda do Centro de Referência para São Francisco de Itabapoana, em conjunto com o reitor do IFF Fluminense, Vitor Saraiva, ressaltou que a implantação da unidade representa o primeiro passo para a futura conquista de um campus do Instituto Federal Fluminense no município. "Esse Centro vai ofertar cursos para toda a cidade, e vamos trabalhar para a vinda do Campus, que é muito importante para a formação da nossa juventude. Será um salto enorme para o município", afirmou.


Já o reitor do IFFluminense, Vitor Saraiva, destacou o caráter histórico da iniciativa. "Este é um momento histórico e representa a porta de entrada da educação pública federal em São Francisco. O IFF foi criado para atender a população mais vulnerável, e nosso objetivo é ampliar essa presença nos municípios. Ofertamos uma educação que une ensino, arte, esporte e cultura, e agora seguimos na luta pela implantação de um Campus", explicou.


O secretário municipal de Educação, Cultura e Tecnologia, Gustavo Terra, destacou que a iniciativa amplia o acesso ao ensino público, gratuito e de qualidade, garantindo mais oportunidades para os jovens sem a necessidade de sair do município para se qualificar. "O IFF fortalece a educação profissional e tecnológica, alinhando a formação dos estudantes às demandas do mercado de trabalho e às vocações locais. Isso contribui diretamente para a geração de emprego, renda e inovação, além de movimentar a economia, valorizar o comércio, criar novos serviços e atrair investimentos", ressaltou o secretário.

O sonho de inaugurar o Centro começou com o vereador Sorriso, que apresentou o pedido na Câmara e teve a proposta aprovada. Desde então, iniciou-se a luta para trazer esse importante espaço público federal para o município.

Estavam presentes o chefe de Gabinete Jairo Batista; o presidente da Câmara de Vereadores, Alexandre Barrão e os vereadores Daniel Abílio; Eleno; Patrícia Cherene; Ralphinho do Aipim; Sorriso; Leandro Babão; Mazinho Caboclo; Mazinho do Lava Jato; Jarédio, Nelcimar Júnior, e as assessoras especiais do Gabinete Ana Paula Carvalho e Maria Eduarda Henrique e parte do secretariado municipal.
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Luau da SMECT chega a Guaxindiba com Gil Paixão nesta sexta-feira (30/01)

O Luau da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Tecnologia (SMECT) já passou por Gargaú e Barra do Itabapoana neste “Verão Do Seu Jeito”. Na noite desta sexta-feira (30/01), a terceira edição do evento chega a Guaxindiba, com show de Gil Paixão.

A partir de 22h, moradores e turistas contarão com um espaço especialmente montado próximo à Praça dos Pescadores. O evento acontecerá após o show de Félix Oliveira, que integra a programação dedicada à Festa de Nossa Senhora dos Navegantes, padroeira da localidade.

— O público tem se divertido e aproveitado muito. A prefeita Yara Cinthia acertou muito ao idealizar o Luau da SMECT, ainda em 2010, quando era secretária municipal de Educação. Esperamos vocês em Guaxindiba — convida a coordenadora do Departamento de Cultura da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Tecnologia (SMECT), Maenilse Gonçalves.

O “Verão do Seu Jeito” é uma realização da Prefeitura de São Francisco de Itabapoana por meio da Secretaria Municipal de Turismo, Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Tecnologia, Departamento de Cultura e Secretaria Municipal de Esportes.
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Aprovados para Guarda Municipal participam de treinamento de primeiros socorros

Os 40 aprovados no concurso da Guarda Civil Municipal (GCM) estão participando de mais uma etapa do Curso de Formação – Treinamento em Primeiros Socorros. O curso teve início na quarta-feira (28/01), com aulas de segurança física e patrimonial. Nesta quinta-feira (29/01), as aulas foram teóricas e práticas, na Câmara Municipal de São Francisco de Itabapoana. O treinamento continua nesta sexta-feira (30/01). As aulas do Curso de Formação terminam em fevereiro.


O treinamento desta quinta-feira (29/01) incluiu abordagem inclusiva, manobras de desengasgo em adultos, crianças e bebês, afogamentos, queimaduras, parada cardiorrespiratória, traumatismo craniano, mal súbito, hipoglicemia, Acidente Vascular Cerebral (AVC), convulsão, crise hipertensiva, quedas e acidentes no trânsito, entre outros temas. As aulas foram ministradas pelo tenente Alex Anderson, do Corpo de Bombeiros, especialista em treinamento de primeiros socorros.


Antônio Carlos Barbosa, de 39 anos, é um dos alunos aprovados que participa do treinamento. “Geralmente, a Guarda Municipal é a primeira a chegar nas ocorrências; por isso, precisamos saber como agir, administrar a situação, sinalizar o local e acionar o socorro. Adquirir todo esse conhecimento é essencial para a capacitação e para que cada um de nós possa atuar com mais eficiência prestando um bom serviço à população”.


De acordo com a comandante da Guarda Civil Municipal, Roberta Panisset, a instrução de primeiros socorros é essencial para que os agentes prestem o atendimento imediato em situações de emergência. “Esse treinamento garante uma atuação segura, responsável e eficiente, reduzindo riscos, evitando agravamento das lesões e fortalecendo o papel da Guarda como agente de proteção à vida e ao bem-estar da comunidade”, disse.


Nesta sexta-feira (30/01), os alunos terão aulas de Atendimento Pré-Hospitalar Tático (APHT), que inclui treinamento em acidentes automobilísticos, ameaças, hemorragias graves, utilização de kits táticos, bandagens, vias aéreas, traumas com armas brancas e armas e fogo.


As aulas e atividades do Curso de Formação da GCM tiveram início em dezembro de 2025. Desde então, os futuros guardas já participaram de palestras, atividades com a Guarda Ambiental, estágio na “Operação Verão Seguro” nas praias e treinamento contra incêndios com o Corpo de Bombeiros.

A previsão é de que o curso seja concluído até o final de fevereiro. Na sequência, os alunos serão efetivados, assinando o termo de posse — ainda sem data definida.
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