I Simpósio de Oncologia do Norte Fluminense, organizado pelo Oncobeda, aconteceu nesta quinta-feira
Médicos, profissionais da área da saúde e acadêmicos se reuniram durante toda esta quinta-feira (12) para trocar experiências e debater sobre os avanços da medicina no tratamento do câncer durante o I Simpósio de Oncologia do Norte Fluminense, que reuniu médicos dos hospitais mais conceituados do país. O evento, organizado pelo Oncobeda, lotou o auditório da Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia (SFMC). Durante esta tarde, as palestras foram divididas em dois módulos: o de próstata e o gastrointestinal.
Estiveram presentes médicos conceituados, que explicaram sobre as novas tecnologias nas áreas de tratamento da doença. O ‘Módulo Próstata’ teve como presidente da mesa o médico Ronaldo Cavalieri, da área de radioterapia do Oncobeda e como moderadora Bárbara Sodré, médica da área de oncologia do Oncobeda. E o ‘Módulo Gatrointestinal’ teve como presidente da mesa o cirurgião Humberto Fernandes, de Campos, e o moderador André Porto da Oncologia Clínica do Oncobeda.
Os palestrantes do ‘Módulo Próstata’ foram os médicos: Rafael Rocha, da área de Urologia do Hospital Samaritano, no RJ, que falou sobre “Cirurgia robótica no câncer de próstata”; Flávio Cárcano, da Oncologia Clínica do Hospital de Câncer de Barretos, em SP, que explicou sobre “Qual a sequência ideal da terapia sistêmica no câncer de próstata resistente à castração?” e Samir Hanna, da área de radioterapia do Hospital Sírio Libanês, em SP, que citou “Aspectos da radioterapia com intensidade modulada (IMRT) e radioterapia guiada por imagem no câncer de próstata”.
Já no ‘Módulo Gastrointestinal’ foi a vez dos médicos palestrantes: Rodrigo Amil, do Hospital São José do Avaí, de Itaperuna, que explicou sobre a “Ressecção de Metástases Hepáticas no câncer colorretal”; Bruno Vilhena, da Oncologia Clínica do INCa, no RJ, que explanou sobre “Terapia sistêmica de conversão: Qual a melhor combinação de quimioterapia com agentes biológicos?” e do Harley Oliveira, da Radioterapia da USP de Ribeirão Preto, SP, que citou a “Abordagem conservadora após resposta patológica completa ao tratamento neoadjuvante do câncer de reto: A experiência do HCFMRP – USP”.
“Embora nossos colegas oncologistas tenham uma formação muito boa, falta uma questão fundamental: ‘a criação de uma mentalidade do tratamento de câncer que perpasse todas as outras especialidades’. E acho que isso é o grande impacto que a gente espera causar. A minha visão deste evento é que a gente está indo muito bem”, finalizou o oncologista Bruno Vilhena, do INCa.
Para o médico André Porto, moderador do ‘Módulo Gastrointestinal’, o objetivo do encontro é melhorar ainda mais a qualidade dos serviços oferecidos aos pacientes. “O grau de informação que a gente está passando aqui é fundamental para ponderarmos uma medicina de qualidade. A ideia de passar informação a quem interessa é que elas possam usar isso dentro de uma medicina de qualidade. É um evento que vem só somar e melhorar a qualidade de assistência oncológica do nosso município”, finalizou.
Terceira Via/Show Francisco




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