
Por Rafaela Thompson
Foi cancelado o julgamento desta quarta-feira (4), de Carla Rogéria Ribeiro Ferreira, 49 anos, que confessou ter assassinado a tiros, o então secretário municipal de Gerência Geral de Itapemirim, José Mauro Sales da Penha, à época, com 58 anos, em setembro de 2017.
O juri aconteceria no início da tarde no fórum Desembargador Anibal de Athaide Lima, em Vila Velha, mas o advogado da ré que fez carga dos autos do processo na segunda-feira (2), não devolveu os documentos e nem compareceu ao fórum.
A Justiça chegou a expedir nesta terça-feira (3) um mandado de busca e apreensão do processo nos endereços do advogado de Carla, na tentativa de reaver os autos para realização do julgamento, mas nem o advogado nem o processo foram localizados.
Familiares e amigos que esperavam pelo julgamento ficaram indignados com a situação.
Relembre o caso
Zé Mauro foi morto dentro da própria casa na rua Canaã, em Itaoca, balneário de Itapemirim, na noite do dia 3 de setembro, um domingo.
Carla foi até a residência do secretário, o chamou, e quando ele abriu a porta, foi executado a tiros pela funcionária pública, sem chances de se defender.
Muito querido pela população de Itapemirim, a morte do articulador político comoveu toda a cidade. Pouco mais de dois anos após o crime, amigos, familiares e admiradores de José Mauro aguardam a sentença do julgamento que acontecerá por meio de júri popular.
Para a polícia, Rogéria confessou ter matado o secretário e se entregou duas semanas após o crime. A telefonista revelou que havia perdido um cargo dentro da Prefeitura e que, ao se sentir prejudicada pela decisão, quis se vingar de Zé Mauro, tramando sua morte.
Para não haver imparcialidade no resultado da condenação, a Justiça entendeu que Carla deveria ser julgada fora do município, por isso, o juízo acontecerá em Vila Velha.
Foi cancelado o julgamento desta quarta-feira (4), de Carla Rogéria Ribeiro Ferreira, 49 anos, que confessou ter assassinado a tiros, o então secretário municipal de Gerência Geral de Itapemirim, José Mauro Sales da Penha, à época, com 58 anos, em setembro de 2017.
O juri aconteceria no início da tarde no fórum Desembargador Anibal de Athaide Lima, em Vila Velha, mas o advogado da ré que fez carga dos autos do processo na segunda-feira (2), não devolveu os documentos e nem compareceu ao fórum.
A Justiça chegou a expedir nesta terça-feira (3) um mandado de busca e apreensão do processo nos endereços do advogado de Carla, na tentativa de reaver os autos para realização do julgamento, mas nem o advogado nem o processo foram localizados.
Familiares e amigos que esperavam pelo julgamento ficaram indignados com a situação.
Relembre o caso
Zé Mauro foi morto dentro da própria casa na rua Canaã, em Itaoca, balneário de Itapemirim, na noite do dia 3 de setembro, um domingo.
Carla foi até a residência do secretário, o chamou, e quando ele abriu a porta, foi executado a tiros pela funcionária pública, sem chances de se defender.
Muito querido pela população de Itapemirim, a morte do articulador político comoveu toda a cidade. Pouco mais de dois anos após o crime, amigos, familiares e admiradores de José Mauro aguardam a sentença do julgamento que acontecerá por meio de júri popular.
Para a polícia, Rogéria confessou ter matado o secretário e se entregou duas semanas após o crime. A telefonista revelou que havia perdido um cargo dentro da Prefeitura e que, ao se sentir prejudicada pela decisão, quis se vingar de Zé Mauro, tramando sua morte.
Para não haver imparcialidade no resultado da condenação, a Justiça entendeu que Carla deveria ser julgada fora do município, por isso, o juízo acontecerá em Vila Velha.
Fonte: Aqui Notícia

Nenhum comentário:
Postar um comentário