Empresários pediram funcionamento do comércio com "meia porta aberta" e máximo de 50% do efetivo, mas prefeito foi inflexível

Comércio em meia porta
(Foto Carlos Grevi)
O prefeito de Campos Rafael Diniz e o Procurador Geral do Município, José Paes Neto, estão neste momento dando tratamento final ao terceiro Decreto seguido sobre medidas para combater o coronavirus no município. Esta Coluna apurou que o no decreto manterá o comércio fechado até o dia 30 de abril.
Existe e a especulação sobre a obrigatoriedade do uso de máscaras para as pessoas que estiverem nas ruas, mas uma fonte informou que, embora isso esteja sendo estudado, não deverá constar do decreto que vai ser publicado no Diário Oficial no início da noite desta sexta-feira (17) e passará a vigorar a partir de segunda-feira, dia 20.
Também nesta sexta, entidades representativas de classe que formam o Conselho Empresarial de Desenvolvimento de Campos (Cecam) apresentaram ao prefeito Rafael Diniz um cronograma de flexibilização de abertura gradual do comércio, mas o chefe do executivo foi taxativo ao afirmar que não poderia atender a pauta neste momento e que toda a flexibilização possível já foi autorizada.
“Nossas empresas exercem relevante função social e são responsáveis pela manutenção da existência digna de seus colaboradores e familiares de seus proprietários, além de ser importante base para a economia do nosso município. Por estas razões, pedimos que a revisão das medidas e que se observem as sugestões para sua flexibilização, de maneira a propiciar que sejam minimizados os gigantescos impactos ao tecido econômico e social de nossa cidade”, diz a introdução do documento.
Os empresários pediram que estabelecimentos comerciais sejam autorizados a funcionar com uma de suas portas aberta, com no máximo 50% (cinquenta por cento) de seu pessoal regular, permitindo o ingresso de clientes em número máximo e seguro (conforme estabelecido pelas autoridades médicas) em seu interior e/ou com hora marcada (especialmente nos casos que seja necessário a prova da mercadoria) ou, caso entendam não ser possível esse modo de funcionamento, que sejam analisadas outras alternativas.
Sugeriram também a ampliação do horário bancário com objetivo de atender a população sem qualquer tipo de aglomeração, especialmente os aposentados, pensionistas, beneficiários do auxílio emergencial e empresários; bem como a autorização para abertura das óticas, em razão de se tratar de atividade essencial para parcela expressiva da população.
Por fim, os empresários ainda destacaram que as medidas não representam qualquer tipo de descumprimento ou não observância de parâmetros técnicos ou médicos, uma vez que o diretor da OMS, em recente pronunciamento, se mostrou favorável à flexibilização do estado de isolamento social nos países de menor renda, que já sofrem qualquer fragilidade econômica e/ou possuam vulnerável sistema de assistência social, como é o caso do Brasil.

Comércio em meia porta
(Foto Carlos Grevi)
O prefeito de Campos Rafael Diniz e o Procurador Geral do Município, José Paes Neto, estão neste momento dando tratamento final ao terceiro Decreto seguido sobre medidas para combater o coronavirus no município. Esta Coluna apurou que o no decreto manterá o comércio fechado até o dia 30 de abril.
Existe e a especulação sobre a obrigatoriedade do uso de máscaras para as pessoas que estiverem nas ruas, mas uma fonte informou que, embora isso esteja sendo estudado, não deverá constar do decreto que vai ser publicado no Diário Oficial no início da noite desta sexta-feira (17) e passará a vigorar a partir de segunda-feira, dia 20.
Também nesta sexta, entidades representativas de classe que formam o Conselho Empresarial de Desenvolvimento de Campos (Cecam) apresentaram ao prefeito Rafael Diniz um cronograma de flexibilização de abertura gradual do comércio, mas o chefe do executivo foi taxativo ao afirmar que não poderia atender a pauta neste momento e que toda a flexibilização possível já foi autorizada.
“Nossas empresas exercem relevante função social e são responsáveis pela manutenção da existência digna de seus colaboradores e familiares de seus proprietários, além de ser importante base para a economia do nosso município. Por estas razões, pedimos que a revisão das medidas e que se observem as sugestões para sua flexibilização, de maneira a propiciar que sejam minimizados os gigantescos impactos ao tecido econômico e social de nossa cidade”, diz a introdução do documento.
Os empresários pediram que estabelecimentos comerciais sejam autorizados a funcionar com uma de suas portas aberta, com no máximo 50% (cinquenta por cento) de seu pessoal regular, permitindo o ingresso de clientes em número máximo e seguro (conforme estabelecido pelas autoridades médicas) em seu interior e/ou com hora marcada (especialmente nos casos que seja necessário a prova da mercadoria) ou, caso entendam não ser possível esse modo de funcionamento, que sejam analisadas outras alternativas.
Sugeriram também a ampliação do horário bancário com objetivo de atender a população sem qualquer tipo de aglomeração, especialmente os aposentados, pensionistas, beneficiários do auxílio emergencial e empresários; bem como a autorização para abertura das óticas, em razão de se tratar de atividade essencial para parcela expressiva da população.
Por fim, os empresários ainda destacaram que as medidas não representam qualquer tipo de descumprimento ou não observância de parâmetros técnicos ou médicos, uma vez que o diretor da OMS, em recente pronunciamento, se mostrou favorável à flexibilização do estado de isolamento social nos países de menor renda, que já sofrem qualquer fragilidade econômica e/ou possuam vulnerável sistema de assistência social, como é o caso do Brasil.
Coluna do Balbi


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