
Greve dos servidores municipais (Fotos Silvana Rust)
Desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (17), servidores municipais de Campos dos Goytacazes se concentraram em frente ao prédio da Prefeitura Municipal, no primeiro dia de greve geral organizada pelo Sindicato dos Profissionais Servidores Públicos Municipais. A paralisação é por tempo indeterminado, segundo o Siprosep. O motivo da greve é a falta de reposição salarial da categoria. A greve foi confirmada na última sexta-feira, 13 (clique aqui). Na noite de segunda-feira (16), representantes do governo e do sindicato se reuniram na sede da Secretaria de Administração.
Manifestantes afirmaram que a paralisação é de 70% dos setores da Prefeitura Municipal. Segundo os sindicalistas, apenas 30% dos serviços essenciais estão funcionando. Os grevistas disseram que “só voltam às atividades mediante a sinalização da prefeitura que, até o momento, não aconteceu diálogo favorável” segundo eles.
Desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (17), servidores municipais de Campos dos Goytacazes se concentraram em frente ao prédio da Prefeitura Municipal, no primeiro dia de greve geral organizada pelo Sindicato dos Profissionais Servidores Públicos Municipais. A paralisação é por tempo indeterminado, segundo o Siprosep. O motivo da greve é a falta de reposição salarial da categoria. A greve foi confirmada na última sexta-feira, 13 (clique aqui). Na noite de segunda-feira (16), representantes do governo e do sindicato se reuniram na sede da Secretaria de Administração.
Manifestantes afirmaram que a paralisação é de 70% dos setores da Prefeitura Municipal. Segundo os sindicalistas, apenas 30% dos serviços essenciais estão funcionando. Os grevistas disseram que “só voltam às atividades mediante a sinalização da prefeitura que, até o momento, não aconteceu diálogo favorável” segundo eles.

Dayse Vânia é servidora no Hospital Ferreira Machado
A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Campos na manhã desta terça-feira para que avaliasse os serviços afetados pela greve e sobre a reivindicação dos manifestantes. Ainda não houve resposta.
A auxiliar de creche Dayanni Carvalho disse que espera por reajuste salarial. “Espero que todos os servidores tenham essa consciência e venham para a sede da Prefeitura, e que o prefeito atenda as nossas reivindicações que consideramos justas. A paralisação é por tempo indeterminado. Vamos aguardar a decisão do sindicato. Pretendemos ficar aqui”.

A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Campos na manhã desta terça-feira para que avaliasse os serviços afetados pela greve e sobre a reivindicação dos manifestantes. Ainda não houve resposta.
A auxiliar de creche Dayanni Carvalho disse que espera por reajuste salarial. “Espero que todos os servidores tenham essa consciência e venham para a sede da Prefeitura, e que o prefeito atenda as nossas reivindicações que consideramos justas. A paralisação é por tempo indeterminado. Vamos aguardar a decisão do sindicato. Pretendemos ficar aqui”.

Dayanni Carvalho é auxiliar de creche
Os servidores municipais estavam em estado de greve há pelo menos 10 dias. “O Siprosep se reuniu ontem com representantes da Prefeitura ontem, mas não houve proposta nenhuma do governo. Diante disse, resolvemos acampar. Vamos ficar aqui o tempo necessário. Precisamos também de condições de trabalho. Eu sou lotada no Hospital Ferreira Machado. Tem dias que não temos álcool, luvas, fraldas ou dipirona. Faltam insumos básicos”, disse a servidora Dayse Vânia.
Os servidores municipais estavam em estado de greve há pelo menos 10 dias. “O Siprosep se reuniu ontem com representantes da Prefeitura ontem, mas não houve proposta nenhuma do governo. Diante disse, resolvemos acampar. Vamos ficar aqui o tempo necessário. Precisamos também de condições de trabalho. Eu sou lotada no Hospital Ferreira Machado. Tem dias que não temos álcool, luvas, fraldas ou dipirona. Faltam insumos básicos”, disse a servidora Dayse Vânia.

A presidente do Siprosep, Elaine Leão, também se manifestou na manhã desta terça-feira (17). “Deixamos claro que queremos informações e que não queremos nenhum percentual absurdo dentro da lei. É preciso coerência do governo para chegarmos a um acordo. São sete anos sem reposição. Estamos sempre pedindo condições de trabalho, plano de cargos e salários, mas hoje descongelando nosso salário é essencial. Os aposentados também precisam Tem gente passando fome. Trinta por cento do serviço essencial estarão funcionando”, disse.

Elaine Leão preside o Siprosep
Esta matéria se encontra em atualização.
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Terceira Via/Show Francisco


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