Para o presidente, nenhuma igreja assinou a carta e que apenas dissidentes religiosos estavam presentes; Malafaia e Feliciano criticam documento
POR THIAGO GOMES
(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Ao ser questionado nesta quarta, 19, sobre a carta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aos evangélicos, o presidente Jair Bolsonaro (PL) minimizou o impacto do documento e perguntou quem teria assinado o documento. “Quem assinou? Qual é o perfil de quem assinou? Tem igrejas? Qual é a densidade deles?”, disse o chefe do Executivo, em rápida entrevista coletiva no Palácio da Alvorada. O presidente destacou ainda que os religiosos que apoiam o petista são apenas “dissidências”, reforçando que a maioria apoia sua reeleição. Bolsonaro finalizou a rápida entrevista afirmando que até no meio militar tem essas dissidências, e que é natural que isso aconteça.
O petista lançou nesta quarta-feira uma carta em que faz compromisso com a liberdade de culto no País. No texto, Lula diz que os evangélicos são bem-vindos para participar do Executivo. A leitura do documento foi feita em evento com pastores em um hotel na zona sul de São Paulo.
Para o pastor Silas Malafaia, uma das principais lideranças evangélicas do país, a carta é “mentirosa, inescrupulosa e feita para enganar os evangélicos”. O pastor destacou que “nunca viu o ex-presidente citar um trecho da bíblia” e questionou como pode então publicar uma carta “cheia de versículos bíblicos”.
Já o deputado federal Marco Feliciano (PL/SP), outra liderança evangélica nacional, ressalta que “a cartinha de Lula é uma contradição com toda sua história” e que “Lula perdeu uma chance de ter sido honesto e assumido os erros que cometeu com a comunidade evangélica”, finaliza.
Ao ser questionado nesta quarta, 19, sobre a carta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aos evangélicos, o presidente Jair Bolsonaro (PL) minimizou o impacto do documento e perguntou quem teria assinado o documento. “Quem assinou? Qual é o perfil de quem assinou? Tem igrejas? Qual é a densidade deles?”, disse o chefe do Executivo, em rápida entrevista coletiva no Palácio da Alvorada. O presidente destacou ainda que os religiosos que apoiam o petista são apenas “dissidências”, reforçando que a maioria apoia sua reeleição. Bolsonaro finalizou a rápida entrevista afirmando que até no meio militar tem essas dissidências, e que é natural que isso aconteça.
O petista lançou nesta quarta-feira uma carta em que faz compromisso com a liberdade de culto no País. No texto, Lula diz que os evangélicos são bem-vindos para participar do Executivo. A leitura do documento foi feita em evento com pastores em um hotel na zona sul de São Paulo.
Para o pastor Silas Malafaia, uma das principais lideranças evangélicas do país, a carta é “mentirosa, inescrupulosa e feita para enganar os evangélicos”. O pastor destacou que “nunca viu o ex-presidente citar um trecho da bíblia” e questionou como pode então publicar uma carta “cheia de versículos bíblicos”.
Já o deputado federal Marco Feliciano (PL/SP), outra liderança evangélica nacional, ressalta que “a cartinha de Lula é uma contradição com toda sua história” e que “Lula perdeu uma chance de ter sido honesto e assumido os erros que cometeu com a comunidade evangélica”, finaliza.
Fonte: Terceira Via


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