
(Foto: Arquivo/Silvana Rust)
As Forças Armadas do Brasil emitiram, na manhã desta sexta-feira (11), uma nota conjunta (acesse AQUI) em que afirmam que “a solução a possíveis controvérsias no seio da sociedade deve valer-se dos instrumentos legais do estado democrático de direito”. Assinado pelos comandantes da Aeronáutica, tenente-brigadeiro Carlos de Almeida Baptista, do Exército, general Marco Antônio Freire Gomes, e da Marinha, almirante Almir Garnier Santos, o texto foi divulgado quase duas semanas após a divulgação do resultado do segundo turno da eleição para presidente da República, que gerou protestos em frente a unidades militares e bloqueio de rodovias em todo o país, organizados por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na nota, as Forças Armadas afirmam, ainda, “a construção da verdadeira Democracia pressupõe o culto à tolerância, à ordem e à paz social” e pedem que sejam atendidas “demandas legais e legítimas da população”.
“Como forma essencial para o restabelecimento e a manutenção da paz social, cabe às autoridades da República, instituídas pelo Povo, o exercício do poder que ‘Dele’ emana, a imediata atenção a todas as demandas legais e legítimas da população, bem como a estrita observância das atribuições e dos limites de suas competências, nos termos da Constituição Federal e da legislação”.
Veja abaixo a íntegra da nota:
As Forças Armadas do Brasil emitiram, na manhã desta sexta-feira (11), uma nota conjunta (acesse AQUI) em que afirmam que “a solução a possíveis controvérsias no seio da sociedade deve valer-se dos instrumentos legais do estado democrático de direito”. Assinado pelos comandantes da Aeronáutica, tenente-brigadeiro Carlos de Almeida Baptista, do Exército, general Marco Antônio Freire Gomes, e da Marinha, almirante Almir Garnier Santos, o texto foi divulgado quase duas semanas após a divulgação do resultado do segundo turno da eleição para presidente da República, que gerou protestos em frente a unidades militares e bloqueio de rodovias em todo o país, organizados por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na nota, as Forças Armadas afirmam, ainda, “a construção da verdadeira Democracia pressupõe o culto à tolerância, à ordem e à paz social” e pedem que sejam atendidas “demandas legais e legítimas da população”.
“Como forma essencial para o restabelecimento e a manutenção da paz social, cabe às autoridades da República, instituídas pelo Povo, o exercício do poder que ‘Dele’ emana, a imediata atenção a todas as demandas legais e legítimas da população, bem como a estrita observância das atribuições e dos limites de suas competências, nos termos da Constituição Federal e da legislação”.
Veja abaixo a íntegra da nota:



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