POR COLUNA DO BALBI

(Foto: Divulgação/ Arquivo/ Prumo Logística)
O Porto do Açu, complexo portuário-industrial em São João da Barra, apresentou na COP27, que acontece no Egito e se encerra nesta sexta (18), suas iniciativas para a produção de energia limpa, em particular o enorme potencial da eólica. O presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, também participou da conferência do clima da Organização das Nações Unidas (ONU).
Quem representou o Porto do Açu foi seu diretor-executivo, José Firmo, que chamou atenção para a boa posição geográfica para a produção de energia eólica offshore (ou seja, no mar): a área entre o Norte do Estado do Rio e o Sul do Espírito Santo é propícia para iniciativas do tipo. A capacidade é similar à de 2,4 usinas de Itaipu.
“A eólica offshore é uma coincidência, o ponto ideal para a energia eólica está a 20 km do Porto do Açu, e hoje já há 14 pedidos no Ibama para licenciamento”, disse Firmo, que participou de uma mesa com Elbia Ganoum, da Abeolica; Joaquim Rolim, coordenador de energia da Federação de Indústrias do Estado do Ceará; e Henrique Horn Ilha, diretor de meio ambiente dos Portos do Rio Grande do Sul.
O Porto do Açu, complexo portuário-industrial em São João da Barra, apresentou na COP27, que acontece no Egito e se encerra nesta sexta (18), suas iniciativas para a produção de energia limpa, em particular o enorme potencial da eólica. O presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, também participou da conferência do clima da Organização das Nações Unidas (ONU).
Quem representou o Porto do Açu foi seu diretor-executivo, José Firmo, que chamou atenção para a boa posição geográfica para a produção de energia eólica offshore (ou seja, no mar): a área entre o Norte do Estado do Rio e o Sul do Espírito Santo é propícia para iniciativas do tipo. A capacidade é similar à de 2,4 usinas de Itaipu.
“A eólica offshore é uma coincidência, o ponto ideal para a energia eólica está a 20 km do Porto do Açu, e hoje já há 14 pedidos no Ibama para licenciamento”, disse Firmo, que participou de uma mesa com Elbia Ganoum, da Abeolica; Joaquim Rolim, coordenador de energia da Federação de Indústrias do Estado do Ceará; e Henrique Horn Ilha, diretor de meio ambiente dos Portos do Rio Grande do Sul.


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