
Carlos Luiz aguarda cirurgia de catarata / Genilson Pessanha
A saga do aposentado Carlos Luiz Gomes do Espirito Santos, de 61 anos, continua. O idoso aguarda há mais de seis meses por uma cirurgia de urgência de catarata. Por conta do agravamento do caso, nem vultos o aposentado enxerga mais, o que está afetando sua saúde.
No dia 12 de abril deste ano, a Folha da Manhã publicou uma matéria contando a história do aposentado, morador da estrada de Tocaia, na Baixada Campista.
Na ocasião, a filha de Carlos Luiz, Beatriz Gomes, explicou que o pai aguardava uma cirurgia de urgência após a catarata ser diagnosticada. Ele inclusive mora com a filha, por conta da baixa visão.
Diante da publicação do caso, o município entrou em contato com a família e marcou uma consulta com médico oftalmologista da rede para o dia 20 de abril, no Hospital Escola Álvaro Alvim.
— Na consulta, o médico colocou o colírio nos olhos do meu pai para dilatar as pupilas para poder ver o fundo de olho, porém ele relatou que mesmo usando colírio e fazendo todos os exames, a catarata dele está muito avançada, tanto que ele não conseguiu ver o fundo de olho do meu pai e que ele precisa de uma cirurgia para “ontem” — disse Beatriz.
O encaminhamento do médico da rede municipal foi então feito para o Núcleo de Controle e Avaliação da secretaria de Saúde de Campos, com o pedido de urgência devido ao agravamento do caso, mas até hoje, o núcleo não fez o encaminhamento para o exame e marcação da cirurgia.
— Eu estou indo lá toda semana e nada. Cheguei a ir na Beneficência Portuguesa para saber, mostrei o encaminhamento, mas eles disseram que não podem fazer nada, porque está encaminhado pelo núcleo e nesse caso, o núcleo quem precisa mandar para eles o pedido. Mas quando vou ao núcleo, eles alegam que eu posso procurar outra unidade para agir isso mais rápido. Eu fico sem saber o que fazer — contou.
Com a demora, a visão do aposentado só tem piorado. Antes, Carlos Luiz enxergava vultos, mas hoje não enxerga mais. Isso tem deixado a saúde dele instável, pois é hipertenso. “ Ele agora bate nas coisas, se machuca. Tenho medo do meu pai entrar em depressão por causa disso. Ele sempre foi ativo, e ver ele neste estado me entristece”, falou a filha.
A Folha entrou em contato com a Prefeitura e aguarda a resposta.
No dia 12 de abril deste ano, a Folha da Manhã publicou uma matéria contando a história do aposentado, morador da estrada de Tocaia, na Baixada Campista.
Na ocasião, a filha de Carlos Luiz, Beatriz Gomes, explicou que o pai aguardava uma cirurgia de urgência após a catarata ser diagnosticada. Ele inclusive mora com a filha, por conta da baixa visão.
Diante da publicação do caso, o município entrou em contato com a família e marcou uma consulta com médico oftalmologista da rede para o dia 20 de abril, no Hospital Escola Álvaro Alvim.
— Na consulta, o médico colocou o colírio nos olhos do meu pai para dilatar as pupilas para poder ver o fundo de olho, porém ele relatou que mesmo usando colírio e fazendo todos os exames, a catarata dele está muito avançada, tanto que ele não conseguiu ver o fundo de olho do meu pai e que ele precisa de uma cirurgia para “ontem” — disse Beatriz.
O encaminhamento do médico da rede municipal foi então feito para o Núcleo de Controle e Avaliação da secretaria de Saúde de Campos, com o pedido de urgência devido ao agravamento do caso, mas até hoje, o núcleo não fez o encaminhamento para o exame e marcação da cirurgia.
— Eu estou indo lá toda semana e nada. Cheguei a ir na Beneficência Portuguesa para saber, mostrei o encaminhamento, mas eles disseram que não podem fazer nada, porque está encaminhado pelo núcleo e nesse caso, o núcleo quem precisa mandar para eles o pedido. Mas quando vou ao núcleo, eles alegam que eu posso procurar outra unidade para agir isso mais rápido. Eu fico sem saber o que fazer — contou.
Com a demora, a visão do aposentado só tem piorado. Antes, Carlos Luiz enxergava vultos, mas hoje não enxerga mais. Isso tem deixado a saúde dele instável, pois é hipertenso. “ Ele agora bate nas coisas, se machuca. Tenho medo do meu pai entrar em depressão por causa disso. Ele sempre foi ativo, e ver ele neste estado me entristece”, falou a filha.
A Folha entrou em contato com a Prefeitura e aguarda a resposta.
Fonte: Fmanhã


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