segunda-feira, 16 de março de 2015

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Estiagem obriga compra de ração para alimentar gado em São João, RJ

Duas remessas chegaram na cidade e outros 120 quilos estão a caminho.

Devido a seca, produção de leite foi reduzida em 40%.

Produção de leite foi reduzida em São João da Barra
(Foto: Divulgação/ São João da Barra)


Mais de 200 toneladas de ração para o gado de corte leiteiro foram compradas para garantir a manutenção da produção agropecuária em São João da Barra, no Norte Fluminense. O motivo são os efeitos da longa estiagem na região. Duas remessas de 64 e 60 toneladas já chegaram, e mais 120 estão a caminho.


Silagem de milho, ração volumosa e azevém foram os tipos de ração distribuídos. A boa notícia é que houve aceitação por parte dos animais, além do ganho de peso e reação na produção leiteira. São produzidos de 4.500 a 5 mil litros de leite por dia, mas por conta da seca, este número foi reduzido em até 40%. Além de prejudicar o movimento local, a queda na produção também diminuiu a venda de manteiga e do queijo para Campos dos Goytacazes.

A mortandade de animais é outro fator preocupante. Até a primeira semana de março, de acordo com a secretaria de Agricultura, aproximadamente 300 cabeças de gado não resistiram a forte seca. Atualmente, o município possui 35 mil cabeças de gado, entre corte e leiteiro. A ração veio do Paraná.


 Do G1 Norte Fluminense/Show Francisco



Mulher é presa com grande quantidade de drogas


Uma mulher foi presa na manhã desta segunda-feira (16) na Avenida José Carlos Pereira Pinto, no Calabouço, em Guarus, Campos. Ela é acusada de ter envolvimento com o tráfico de drogas. 
 
Após denúncias informando que A.N.A.L., de 32 anos, estaria vendendo drogas no local, policiais militares apreenderam na residência da mulher 208 buchas de maconha, 450 papelotes de cocaína, mais 3 papelotes grandes da mesma droga, dois celulares a quantia de R$ 1.104 e um caderno com anotações do tráfico. Ainda segundo informações da polícia, a mulher já possui passagem criminais. O material foi encaminhado para a 146ª DP.
A apreensão teve a participação de policias do GAT II, subtenente Azevedo, cabos Marcelo, Gonçalves e soldado W. Azevedo.

 
Campos 24 Horas/Show Francisco
Foto: Filipe Lemos




Após atos, governo promete medidas

Após os neste domingo (15), o governo disse que Brasil está longe de golpismo e prometeu lançar nos próximos dias medidas de combate à corrupção e à impunidade.

“O Brasil está muito longe do golpismo. O governo está atento e revela a disposição que sempre teve de ouvir as manifestações da rua”, disse ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em entrevista coletiva convocado durante a tarde e realizada no início da noite.

Os atos, segundo ele, comprovam o “desejo de todos os brasileiros de combater a corrupção e a impunidade”. Cardozo disse que o governo também está engajado nesse propósito e deve anunciar em breve um conjunto de medidas contra a corrupção, mas sem dar detalhes. 

A proposta, de acordo com o ministro, será enviada para o Congresso antes do prazo prometido pela presidente Dilma durante campanha eleitoral, que era de seis meses. “Há questões que exigem um pacto entre poderes distintos”.

Cardozo disse ainda ser “indiscutível” a necessidade de uma mudança no atual sistema político-eleitoral. “É a porta de entrada principal para a corrupção”, declarou ele, que voltou a enfatizar a posição do governo a favor de uma reforma política. “Não é mais possível financiamento empresarial de campanhas.”

O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Miguel Rossetto, que também participou da entrevista, disse que há uma “inquietude” entre a população devido ao tempo entre o surgimento de denúncias de corrupção na Petrobras e o julgamento das denúncias. “Ao mesmo tempo em que a sociedade aguarda o julgamento dos casos denunciados, também espera que sejam votadas normas que interrompam esse processo”, declarou.

“Esse governo combate a corrupção. O Executivo corrige erros, quem julga são as polícias e o poder judiciário”, acrescentou.

“Protestos daqueles que não votaram na Dilma”

Tanto Rossetto como Cardoso classificaram os protestos como “legítimos”. O ministro da Secretaria Geral da Presidência disse, no entanto, que os atos partiram de um setor crítico ao governo Dilma Rousseff e que não votou na presidente.

“As manifestações contrárias ao governo são legítimas. O que não é legítimo é o golpismo, a intolerância, o impeachment infundado que a agride a democracia”, relatou ele, ao se referir indiretamente a uma das principais reivindicações dos manifestantes.

Em um tom mais ameno, Cardoso ressaltou que o governo atua em favor de todos os brasileiros, “dos que votaram ou não na presidente”. “O governo respeita as divergências para que possa encontrar a melhor solução para todo o país e todos os brasileiros.”
 
Campos 24 Horas/Show Francisco
 

Brasileiros se unem contra governo da presidente Dilma Rousseff

Movimento contra a corrupção aconteceu em mais de 150 cidades no Brasil e no exterior
Um movimento pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) e contra a corrupção aconteceu em mais de 150 cidades no Brasil e no exterior neste domingo (15). O protesto foi convocado pelas redes sociais e concentrou grande número nas principais cidades do país. Em Campos, cerca de 700 participantes se reuniram na Praça São Salvador.

O ato começou com o hino nacional. Os discursos, no alto do carro de som, pediam o fim da corrupção, o afastamento da presidenta Dilma Rousseff e fazeram críticas também à condução do PT no governo. Em seguida, munidos de cartazes, as pessoas percorreram a Avenida Alberto Torres, a Beira-Valão e a Avenida Pelinca junto a um trio elétrico.

Um dos organizadores do evento em Campos, Marcelo Amoy, explicou que o protesto “é a culminação da indignação” de parte da população.

Brasília — No Distrito Federal, a manifestação acontece em torno do Congresso Nacional. Após cerca de quatro horas de protestos, as pessoas começam a deixar a Esplanada dos Ministérios. Antes, portando faixas pedindo o fim da corrupção e também o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, elas se posicionaram em frente ao Congresso Nacional.

Rio de Janeiro —
O movimento ocupou uma faixa da Avenida Presidente Vargas, em frente à Igreja da Candelária. Segundo a PM, cerca de 15 mil pessoas estiveram pela manhã na orla da Praia de Copacabana.

São Paulo — A Avenida Paulista foi interditada para o trânsito desde o começo da tarde deste do domingo (15) por causa de protesto contra o governo convocado por grupos nas redes sociais. De acordo com a PM, pouco depois das 15h cerca de 580 mil pessoas ocupavam a Avenida Paulista.

Fora do país — No exterior, os protestos acontecem em frente a embaixadas brasileiras ou em pontos turísticos das cidades que contam com brasileiros. Em Nova York, um grupo de brasileiros se concentrou na Union Square. Eles cantaram o Hino Nacional e pediram o impeachment da presidenta. Pelas redes sociais, manifestantes disseram que entre 70 e 80 pessoas estiveram na manifestação em Nova York. A população de brasileiros residentes nos Estados Unidos é estimada em 1,2 milhão.


Terceira Via/Show Francisco




Ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque volta a ser preso

Décima fase da Operação Lava Jato começou nesta segunda-feira.
Juiz disse que ex-diretor mantinha 20 milhões de euros em Mônaco.


Camila BomfimDa TV Globo
Renato Duque deixou carceragem da PF, em
Curitiba, no início de dezembro
(Foto: Reprodução/GloboNews)

O ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato de Souza Duque voltou a ser preso nesta segunda-feira (16), quando teve início a décima fase da Operação Lava Jato. Entre os crimes investigados nesta etapa estão associação criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, uso de documento falso e fraude em licitação.

Duque foi preso na casa dele, no Rio de Janeiro. O empresário paulista Adir Assad, investigado na CPI do Cachoeira, também foi preso. Ambas as prisões são preventivas.

No despacho, Sérgio Moro apresentou os motivos que o levaram a mandar prender Duque novamente. Segundo o juiz federal, o Ministério Público descobriu que Duque continuou lavando dinheiro mesmo depois da deflagração da Operação Lava Jato, em março do ano passado.

O magistrado afirmou na decisão que o ex-diretor de Serviços da Petrobras "esvaziou" suas contas na Suíça e enviou 20 milhões de euros para contas secretas no principado de Mônaco. O dinheiro, que não havia sido declarado à Receita Federal, acabou bloqueado pelas autoridades do país europeu.

Ainda de acordo com o juiz, há indícios de que Renato Duque mantém outras contas correntes nos Estados Unidos e em Hong Kong.

Nova fase da Lava Jato
A PF cumpre 18 mandados desde as 6h desta segunda-feira no Rio de Janeiro e em São Paulo. De acordo com a corporação, além dos dois mandados de prisão preventiva, serão cumpridos quatro mandados de prisão temporária e 12 mandados de busca e apreensão. Todos os presos devem ser levados para o Paraná.

A prisão temporária tem prazo de cinco dias. A prisão preventiva não tem data para terminar, dependendo de decisão judicial.

A décima fase da operação foi batizada de "Que país é esse?" e conta com 40 policiais federais.

Em janeiro um documento foi encaminhado pelo procurador Rodrigo Janot ao ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo a revogação do habeas corpus de Duque. O ex-diretor já havia sido preso durante a sétima fase da Operação Lava Jato, em dezembro, mas conseguiu um alvará de soltura dias depois. Janot considerava que Duque poderia fugir do país.

Duque foi apontado por dois delatores da Lava Jato como um dos funcionários da Petrobras que recebiam propinas de empresas que firmavam contratos com a estatal. O nome dele aparece em depoimentos do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa e de Pedro Barusco, que era gerente de Serviços e subordinado de Duque na estatal. O doleiro Alberto Youssef também citou o nome de Duque em depoimentos referentes aos desvios da Petrobras.

O ex-diretor da Petrobras havia deixado a carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, no dia 3 de dezembro. O habeas corpus concedido a ele foi assinado pelo ministro Zavascki, que acatou um pedido da defesa para revogar uma decisão do juiz federal Sérgio Moro, o qual decretou a prisão preventiva do executivo da Petrobras.

O advogado Alexandre Lopes de Oliveira, que representava Duque à época da prisão do ex-diretor, foi procurado pelo G1, mas não foi encontrado para comentar o documento assinado por Janot.

G1/Show Francisco



domingo, 15 de março de 2015

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Mulher mata marido a golpes de faca no Carrapicho em São João da Barra


Ururau

Esposa ligou para a Polícia Militar e confessou a autoria do crime


Uma mulher esfaqueou o marido na madrugada deste sábado (14/03), na Rua Projetada cinco, na comunidade do Carrapicho, na praia de Atafona, em São João da Barra.

De acordo com informações de policiais militares, a própria autora do crime, S.R.A.A.P., de 40 anos, esposa da vítima, entrou em contato por telefone com a Polícia, por volta das 02h, dizendo que tinha esfaqueado o marido.

Os policiais foram ao local e encontraram a mulher na praça. Em um primeiro momento ela disse que discutiu com o marido e lhe deu uma garrafada, mas em seguida desmentiu e disse que se desentendeu com a vítima e o esfaqueou. O corpo da vítima, Gilson Monteiro, de 47 anos, foi encontrado despido na cozinha da residência.

O rabecão do Corpo de Bombeiros Militar foi acionado para a remoção do corpo para o Instituto Médico Legal (IML), em Campos e o caso foi registrado na 145ª Delegacia Legal de São João da Barra.


Postado por: DANIELA ABREU/Fonte: URURAU/Show Francisco