domingo, 21 de novembro de 2021

Carro pega fogo após colisão com caminhão na BR 101, em Campos

Reprodução/Vídeo

Motorista foi socorrido pelos Bombeiros

Um veículo pegou fogo após se envolver numa colisão transversal, por volta das 8h30 deste sábado (20/11), no km 50 da BR-101/RJ, em Campos. O condutor foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros Militar e levado para o Hospital Ferreira Machado, onde ficou internado. O motorista do caminhão não se feriu. Segundo a Arteris, concessionária que administra a rodovia, a pista ficou interditada, com o tráfego desviado pela via paralela.

O condutor resgatado já se encontra em casa se recuperando do Acidente.

Campanha alerta sobre os riscos do feminicídio

Divulgação

O Ligue 180 é uma das principais ferramentas

Os riscos do feminicídio é o tema da campanha lançada neste sábado (20/11), com o slogan “Violência contra a mulher: sua evolução leva ao feminicídio. Observe os sinais. Denuncie”. A iniciativa, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), integra as ações dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

Os riscos do feminicídio é o tema da campanha lançada neste sábado (20), com o slogan “Violência contra a mulher: sua evolução leva ao feminicídio. Observe os sinais. Denuncie”. A iniciativa, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), integra as ações dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.
A campanha nacional abrange a produção de vídeos, spots para uso em rádio comunitárias e parceiras, cards educativos, enquetes interativas destinadas às redes sociais, cartazes, folders e outras peças de cunho publicitário. Os materiais também têm a proposta de estimular a cultura da denúncia.

O Ligue 180, a Central de Atendimento à Mulher, é uma das principais ferramentas para iniciar o acionamento de toda a rede de proteção às pessoas em situação de violência.

No que se refere aos números do Ligue 180, apenas de julho do ano passado a novembro deste ano, mais de 97,4 mil denúncias de violência doméstica e familiar contra a mulher foram registradas. Outras violações somaram mais de 24,5 mil casos no período.

Fatores de risco

A secretária Nacional de Políticas para as Mulheres, Cristiane Britto, explica que, segundo o Código Penal brasileiro, o feminicídio consiste no assassinato cometido em razão do sexo feminino. Em resumo, é quando o crime envolve violência doméstica e familiar ou menosprezo e discriminação à condição de mulher.

“Lembro a todos que o feminicídio é o final do chamado ciclo da violência. Até chegar nessa situação, geralmente começa com algo considerado por muitos como simples, seja um empurrão ou agressão verbal, por exemplo. Nós mulheres precisamos estar atentas aos sinais que envolvem violência física, psicológica, moral, sexual, patrimonial e as situações de risco”, alerta a gestora.

Entre os fatores de risco para o feminicídio, estão o isolamento social, a ausência de rede de serviços de saúde e proteção social bem estruturada e integrada, a pouca consciência de direitos, histórico de violência familiar, transtornos mentais, uso abusivo de bebidas e drogas, dependência afetiva e econômica, presença de padrões de comportamento muito rígidos, exclusão do mercado de trabalho, deficiências, vulnerabilidades relacionadas a faixas etárias e escolaridade.

Ativismo

O movimento proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU), 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, ocorre todos os anos em mais de 150 países, com atividades de conscientização e mobilização. No Brasil, os eventos são promovidos durante 21 dias. A programação começa de forma antecipada em 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, e vai até 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos.
Fonte: Agência Brasil


Estradas que foram para o buraco

Em Campos, queixas não faltam entre motoristas; na zona rural de Travessão, todo cuidado é pouco

POR OCINEI TRINDADE
Atenção em dobro| Motoristas e moradores da região relatam prejuízos ao transitar pela estrada que liga Travessão a Guarus (Foto: Silvana Rust)

A deterioração do asfalto em ruas de Campos dos Goytacazes é de fácil constatação. Não é preciso ir muito longe. Os buracos estão espalhados por toda parte. Em estradas vicinais do município, o problema se repete. Reclamações de motoristas só aumentaram nos últimos meses, sobretudo entre profissionais do transporte público, por gastos com manutenção de veículos. As estradas que cortam diversas localidades rurais no distrito de Travessão, por exemplo, estão em péssimo estado. A Prefeitura de Campos diz que pretende recuperar as vias.
Comerciante | Thiago Domingues tem dificuldades para entregar produtos

O comerciante Thiago Domingues possui uma loja de material de construção em Travessão, onde mora. Boa parte de sua clientela mora na zona rural. Três caminhões são utilizados para entrega dos produtos. Segundo ele, o gasto com manutenção dos veículos só aumentou nos últimos tempos por causa da quantidade de buracos espalhados pelas estradas da região.

“Às vezes, temos muitas dificuldades para fazer entregas, pois o caminhão precisa de reparos e manutenção constantes. São muitos prejuízos para as pessoas que moram ou trabalham na região. A cada 100 ou 200 metros, há buracos horríveis. Tem que reduzir muito a velocidade e há uma sucessão de atrasos. Está bem ruim. Para mim, não há pior trecho. Todo o circuito está em péssimo estado”, diz Thiago.

Na região do distrito de Travessão há cerca de 50 quilômetros de estradas vicinais. Na principal delas, a Estrada de Brejo Grande, há alguns trechos sem asfalto algum. Os buracos estão nos acessos às localidades rurais de Balança Rangel, Caxias, Paraíso, Santa Ana, Matutu, Rio do Colégio, Cajueiro, KM 13. Há ainda buracos no caminho das localidades de Campelo e Jacarandá.
Motorista de van | Henrique Soares

Transporte público e prejuízos
Com 28 anos de profissão, motorista de van, Henrique Soares, atua na região de Travessão. A cada viagem do Centro às localidades do distrito, percorre 56 quilômetros. Ao longo do dia, são 330 quilômetros cumpridos. Por causa dos buracos, o tempo para fazer o percurso quase dobra, segundo ele.

“A estrada não existe faz tempo. São muitos buracos. A situação faz com que a viagem demore quase o dobro. Eu poderia fazer em até 70 minutos o percurso, mas cada trajeto leva quase duas horas. O custo de manutenção é grande. Eu tenho impressão de que troco seis por meia-dúzia, pois não vejo lucro. Faço a mesma quilometragem das vans que saem do Centro para o distrito de Vila Nova. Neste trecho a passagem é de R$6. No meu caso custa R$2,75”, queixa-se.
Presidente Cootran | Bruno Santana

Bruno Santana é presidente da Campos Cootran, cooperativa que reúne 72 vans. Parte da frota circula pelas localidades de Travessão. “As estradas estão muito ruins. Há um alto custo de manutenção dos veículos. Está quase inviável continuar operando com as vans. Os prejuízos são grandes. O valor da passagem está defasado. O preço dos combustíveis só aumenta. A tarifa ideal seria entre R$3,50 a R$4,50, mas atualmente é de R$2,75””, comenta.

Projetos de recuperação
Em agosto, o governador Cláudio Castro (PL) anunciou a liberação de R$300 milhões para a Prefeitura de Campos. A verba foi indicada para reforma do Hospital Geral de Guarus (HGG), um novo Restaurante Popular, recuperação das rodovias RJ-204 (Vila Nova-São Joaquim) e RJ-230 (Campos-Bom Jesus do Itabapoana) e estruturação de bairros. Desde então, as obras não começaram. Na ocasião, o prefeito Wladimir Garotinho afirmou que o município precisa recuperar 100 quilômetros de estradas municipais. “Queremos priorizar Farol-Barra do Furado; Farol-Porto do Açu; em Travessão que liga a BR-101 à BR-356; Estrada do Donato e de Sentinela, no Imbé; além de outras 20 estradas”, disse.

O Instituto Municipal de Trânsito e Transporte se manifestou sobre a situação atual das estradas esburacadas de Campos. Sobre as reclamações dos motoristas, o órgão também se posicionou. Por meio de nota, disse que “a Prefeitura tem realizado diversas ações para recuperação das estradas do município, por meio de parcerias com o Estado; apoios da iniciativa privada, criação do Programa Estrada do Produtor e retomada da operação tapa-buracos”.

O IMTT afirma que “foram recuperados 200 km de estradas vicinais em todo interior do município. A meta é recuperar 1.000 quilômetros até junho de 2022. Foi solicitado à Secretaria de Estado das Cidades o apoio para a recuperação de 20 estradas, mas até o momento a verba ainda não foi liberada”, disse.

Sobre o valor das tarifas das passagens de ônibus e vans, o IMTT esclarece que há um cálculo por quilometragem desde 2019. O órgão está fazendo um levantamento para atualização dos valores. “O instituto já solicitou um histórico com o volume de passageiros nas várias linhas, o que não existe desde 2017, para concluir o estudo”, finaliza.
Fonte:Terceira Via

Crise faz crescer número de famílias que recorrem à lenha para cozinhar

Custo de vida alto, desemprego e aumento da pobreza extrema em Campos expõem o retrocesso social

POR CLÍCIA CRUZ
Dona Ruth | Apesar do problema no joelho, idosa de 74 anos percorre o bairro diariamente à procura de lenha para cozinhar (Foto Calos Grevi)

As crises sanitária e econômica vêm transformando a rotina de parte dos brasileiros — e para pior. A Classe E, que passou por um período de encolhimento na primeira década dos anos 2000, voltou a crescer, assim como os números de pobres e miseráveis. Em Campos, um em cada quatro moradores vive em extrema pobreza, segundo a Prefeitura. São 130 mil pessoas, muitas sem emprego formal ou renda fixa, que almoçam sem saber se vão jantar. Não só porque os alimentos estão cada vez mais caros. O próprio preparo das refeições impõe um desafio adicional para quem luta contra uma inflação de dois dígitos. Forçadas a escolher entre pagar a conta do mercado ou o gás de cozinha, famílias vêm recorrendo a fogões a lenha e fogareiros a álcool. O improviso oferece riscos e transforma a manutenção da mais básica das necessidades de qualquer ser humano em um jogo de sobrevivência diário, em que até a chuva pode ser determinante para que haja comida no prato.

O preço do botijão de gás de 13 quilos praticado por revendedores de Campos varia conforme a distribuidora e o bairro. Levantamento feito pela equipe de reportagem do Jornal Terceira Via apontou valores que vão de R$ 95 a R$ 110 — uma variação de 16%. Na comparação com os preços praticados no Município em janeiro, quando o botijão chegou a ser comercializado por R$ 75, o sobrepreço pode chegar a 47% e aperta as contas de famílias campistas.
Sandra | Família improvisou um fogareiro na frente da casa, onde as refeições são preparadas (Foto Calos Grevi)

No Parque Rio Branco, Sandra Lúcia Ferreira tem passado tempos difíceis. Com três filhas e dois netos, ela está abrigada na casa da filha mais velha, onde só o genro trabalha registrado. Para cozinhar, a família está usando um fogão de lenha improvisado na frente da casa. Mas, nem todos os dias há o que cozinhar. “Nós estamos vivendo muito apertados, porque somos muitos para comer e só meu genro tem salário. Não dá pra pagar água, nossa luz está cortada e a gente come o que pode”, relata Sandra, contando que, muitas vezes, precisou recorrer aos vizinhos e parentes para alimentar os netos.

A lenha ela e as filhas catam na rua, mas, quando chove, não é possível cozinhar lá fora porque o fogo apaga. Aí, o jeito é pedir para cozinhar na casa de alguém. “Peço a um vizinho e a outro. A gente se ajuda. Quando um tem um pouquinho, cede para o outro”, conta Sandra, que está morando de favor porque a casa em que residia teve uma infestação de cupim. “Perdi meu armário e tudo que tinha dentro da casa. Há perigo do telhado cair. Por isso, não podemos ficar lá. A essa altura da vida, estou vivendo uma situação que nunca imaginei passar”, conta.

Sandra trabalhava numa casa de família no Espírito Santo, mas foi dispensada no início da pandemia e não conseguiu mais se estabilizar. Ela conta que, mesmo passando por tantas dificuldades, não deixa morrer dentro de si um desejo. “Eu deixei de sonhar com muitas coisas, não imaginava passar por uma situação como essa. Mas, ainda acalento o sonho de voltar para a minha casa”, confessa Sandra, com os olhos marejados. Ela espera, para o futuro, que as dificuldades de hoje sejam apenas lembranças que servirão de aprendizado para as filhas.
Roger e Milliane | Casal tem dois filhos pequenos e também enfrenta dificuldades

Comida escassa
Também no Parque Rio Branco, o jovem casal Milliane e Roger vive dentro de casa os efeitos da crise. Desempregados e com dois filhos pequenos, comprar gás não é uma opção. “Se eu compro o gás, falta pra comida, que já é escassa”, conta a jovem, que trabalhava como orientadora infantil e perdeu todos os alunos com a pandemia.

O marido é ajudante de pedreiro e há dois meses não trabalha em nenhuma obra. Ela conta que já faltou até o básico em casa. “Nós já tivemos que comer sem arroz, sem feijão, já faltou leite pro neném e nós tivemos que dar Mucilon com água”, conta a jovem.

Perguntada pela equipe do Terceira Via sobre a última vez em que comeu carne, Milliane e Roger respondem juntos, “no Dia dos Pais”, relatando que foram convidados pra almoçar neste dia na casa do irmão da jovem.
No dia a dia, a família utiliza um fogão a lenha improvisado numa lata de tinta, no qual cabe uma panela por vez. “Eu coloco o feijão pra cozinhar de manhã, vou vigiando o fogo, faço alguma coisa dentro de casa e venho olhar”, relata.

Necessidade
Dona Ruth Felizardo tem 74 anos. A equipe de reportagem a encontrou na rua catando lenha. Com um problema no joelho, ela não deixa de procurar pedaços de madeira para acender o fogo que vai esquentar a água do banho e cozinhar o feijão e tudo que levar mais tempo no fogo. “Eu recebo uma pensãozinha do marido, mas o dinheiro não dá pra tudo, ainda mais agora, que a cobrança de esgoto passou a ser feita junto com a água e dobrou o valor da conta. É luz, é imposto, remédio e comida. Tenho que economizar o gás. Quando meu marido era vivo, ele construiu o fogão de lenha porque gostava da comida feita nele. Mas, hoje, pra mim é uma necessidade”, explica Dona Ruth, que mora com o filho de 36 anos, que está desempregado.

Além de buscar lenha, Dona Ruth ainda precisa contar com a colaboração dos vizinhos para obter água potável porque a água dela foi cortada por falta de pagamento.
Economista Paulo Clébio explica momento crítico (Foto: Carlos Grevi)

O retrocesso econômico

O economista e mestre em Desenvolvimento Regional Paulo Clébio do Nascimento vê como um retrocesso esse “momento crítico” que as famílias vêm passando devido a alta dos preços. “Eu não vi uma situação dessas em momento algum, não só na minha carreira profissional, mas na minha vida”, comenta o economista.

“O Governo Federal amplia a cada dia mais o seu faturamento, a receita do Governo Federal está estrondosa e você tem uma população pobre. Um exercício que fazemos no desenvolvimento regional é imaginar o contrário. A gente não pode ter um país rico com gente pobre. Em 2008, 2010, você não tinha mais a Classe E. Essas pessoas passaram a pertencer às classes D e C. O pessoal da Classe C estava viajando, passou a C+, e a gente perdeu isso”, explica Paulo Clébio.

Sobre o aumento excessivo do valor do gás, o economista explica que seria possível para o governo conter a alta. “No momento de crise, a empresa pública tem que pagar o preço. A Petrobras é uma empresa mista, muito mais pública do que privada, na qual o governo deveria se posicionar para que o preço não subisse. Segurar o aumento dos combustíveis, porque combustível é o que move tudo”, defende Paulo Clébio, que completa: “Não é absurdo imaginar que as pessoas voltem a viver de forma mais rústica, usando o quintal de casa pra plantar, cultivando seu próprio alimento, porque nós estamos vivendo o declínio econômico”, comenta.

Paulo Clébio também comenta que hoje se observa que grande parte da população de baixa renda vive com auxílios dos governos e que essa não é uma solução econômica eficaz. “O ideal é que haja políticas públicas firmes para dar ao cidadão a condição de viver, de se alimentar, retirando impostos, proporcionando a condição de compra. Um exemplo de quando o governo quer reduzir valor é a Linha Branca de eletrodomésticos, o valor não foi reduzido? O governo, agora, poderia fazer isso com os combustíveis. Com os preços baixando, as pessoas têm mais condição de consumir. Isso gera empregos e faz a economia girar”, explica.

“Teve época em que o fogão de lenha era moda, era ‘gourmet’. Era bonito ter um. Agora, volta a ser uma necessidade”, finaliza.
Hospital Ferreira Machado (Foto: Arquivo/Silvana Rust)

Queimados
O Hospital Ferreira Machado inaugurou, no dia 12 deste mês, o Centro de Atendimento Especializado de Queimaduras (CAEQ). A unidade está instalada no andar térreo do hospital e conta com uma equipe multidisciplinar para acompanhamento dos pacientes vítimas de queimaduras após a alta hospitalar.

O superintendente do HFM, Dr. Arthur Borges, informou um aumento de 11% no número de pacientes queimados de janeiro a outubro deste ano, em relação ao ano passado. Segundo ele, a equipe percebeu o crescimento do número de pessoas que deram entrada após se queimar tentando usar métodos alternativos para cozinhar, como fogareiro de álcool, por exemplo.

De janeiro a outubro de 2020, 193 pessoas deram entrada na unidade com queimaduras. O número subiu para 215 no mesmo período de 2021, segundo a estatística fornecida pelo hospital.
Fonte:Terceira Via

Van com a banda Camisa Suada capota na RJ 214 em Itaperuna-RJ



Uma van que transportava os integrantes da banda Camisa Suada tombou, na madrugada deste sábado (20), quando seguia pela Rodovia RJ-214, próximo ao trevo de Raposo, Itaperuna. Uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar foi acionada, à 1h22min. Três pessoas disseram que não precisavam de atendimentos. R.S., 26 anos; J.S., 27 anos; e A.R., 40 anos; foram encaminhados ao Hospital São José do Avaí. 


Apesar da violência do impacto e parte do veículo ter ficado destruído, não houve feridos graves. Segundo a assessoria de comunicação da banda, a agenda de shows segue sendo cumprida normalmente.

sábado, 20 de novembro de 2021

1º CAWFEST MIX em Arueira no sítio Ouro Verde





 

SMEC busca parceria com o Sicredi para implantar o programa “A União Faz a Vida”

A Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC) de São Francisco de Itabapoana (SFI) está buscando parceria com o Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi) para a implantação do “A União Faz a Vida”. Direcionado à qualificação dos professores e coordenadores, o programa é considerado o principal da instituição financeira na área de educação e visa construir e vivenciar atitudes e valores de cooperação e cidadania.
De acordo com o Sicredi, SFI é o primeiro município do Estado do Rio de Janeiro selecionado para receber o programa, que está em fase de aprovação. Segundo ainda informou a cooperativa, neste primeiro momento, apenas uma unidade escolar será escolhida para ser contemplada com os cursos preparatórios, que objetivam capacitar os profissionais, a fim de que estejam aptos a elaborar novos projetos para as escolas, além de desenvolverem projetos interdisciplinares com técnicas de trabalho inovadoras.

O secretário da pasta, Robson Santana ressaltou que, para a prefeita Francimara Barbosa Lemos, a parceria entre o município e o Sicredi será uma importante alternativa para viabilizar eventos e projetos no âmbito educacional e cultural. “A parceria, quando estabelecida, influenciará e contribuirá para o desenvolvimento de SFI”, ressaltou o secretário.

O diretor do Departamento de Projetos da SMEC, Valnes Soares, que acompanhou o secretário, junto ao diretor do Departamento de Cultura, Carlos Salvador, fez uma observação em relação ao “A União Faz a Vida”.

“É um programa inovador de cunho pedagógico e a parceria com o Sicredi visa ao fortalecimento da educação no município e ao desenvolvimento da escolaridade de nossos discentes de maneira dinâmica e lúdica”.
Fonte:AsCom

Prefeitura de SFI começa aplicar dose de reforço contra Covid para maiores de 18 anos nesta segunda-feira (22)

A partir desta segunda-feira (22), a Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI), através da Secretaria de Saúde, inicia a aplicação da dose de reforço contra Covid-19 para maiores de 18 anos. A imunização adicional é para quem já recebeu as duas doses da AstraZeneca, CoronaVac e Pfizer.
O município está seguindo recomendação do Ministério da Saúde e orientação da Secretaria de Estado de Saúde, que ainda informou a redução de seis para cinco meses o intervalo entre a segunda dose e a de reforço. Em relação às pessoas que receberam a dose única da Janssen, não há nenhuma decisão autorizando a imunização extra.

Para receber a dose de reforço é necessário fazer o agendamento prévio no polo de imunização mais próximo da residência, de segunda a sexta-feira, no período das 8h às 16h30. É necessário levar o cartão de vacinação, um documento oficial com foto (RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho ou passaporte), o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) ou o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

A vacina está disponível nos seguintes locais: Clínica da Família Germano Barros Delgado, no Centro da cidade; e Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Barra do Itabapoana, Bom Lugar, Floresta, Gargaú, Guaxindiba, Imburi, Praça João Pessoa e Travessão de Barra.

“Estamos fazendo um apelo aos moradores do município para que não deixem de tomar a dose de reforço contra Covid, bem como as demais doses. Somente aumentando a cobertura vacinal teremos a certeza de que o vírus vai parar de circular e as nossas vidas poderão voltar ao normal o mais rápido possível”, solicitou a prefeita Francimara Barbosa Lemos.

Demais doses- O município segue vacinando normalmente contra Covid os moradores acima de 12 anos com a primeira e a segunda dose da vacina, também sendo necessário realizar o agendamento levando os mesmos documentos solicitados para a dose de reforço. A aplicação da segunda dose da Pfizer passa a ter recomendação de intervalo mínimo de 21 dias em relação à primeira dose na população acima de 18 anos. O objetivo é otimizar a cobertura vacinal.

Fonte:AsCom

Representantes da Prefeitura de Cardoso Moreira visitam SFI para conhecer estrutura da Sema

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema) de São Francisco de Itabapoana (SFI) recebeu representantes da Prefeitura de Cardoso Moreira, que estiveram no município para conhecer os serviços realizados pelo órgão, em especial o de resgate de animais silvestres. O encontro aconteceu na Sala de Reuniões, na sede da prefeitura.

“Passamos informações a respeito da estrutura da Sema, que é formada por cinco setores: Fiscalização, Parques e Jardins, Correição de Animais, Guarda Ambiental e Administrativo. No total são 30 pessoas trabalhando entre funcionários e prestadores de serviço. Já em relação à Guarda Ambiental (GAM), responsável pelo resgate e soltura de animais silvestres, foi implantada através de decreto municipal e funciona em regime de escala de trabalho”, revelou a secretária da pasta, Luciana Soffiati, acrescentando:

”Tivemos conhecimento do interesse deles conhecerem a Sema de SFI durante a reunião mensal do Cosemma-NNF (Conselho dos Secretários Municipais de Meio Ambiente do Norte e Noroeste Fluminense), na cidade de Aperibé, no último dia 9. Na ocasião, os guardas ambientais Efraim Guimarães e Marcos Serejo fizeram uma apresentação sobre o resgate e soltura de animais silvestres. Isso é muito gratificante para todos nós, que estamos honrando a missão dada pela prefeita Francimara Barbosa Lemos de cuidar bem do Meio Ambiente”.

Estiveram presentes por Cardoso Moreira o secretário de Segurança Pública, Rômulo Zaquieu; o subsecretário de Agricultura, Ambiente e Pesca, Walace Zózimo; e o diretor Agrícola, Gilson Merlin Siqueira. Já pela Prefeitura de SFI, além da secretária, também participaram do encontro os técnicos da Sema Douglas Ferreira, Nilson Coutinho e Jamilson Júnior e o subprocurador do município, Cláudio Heringer.

Fonte:AsCom

Audiência Pública na Câmara Municipal debate o PPA 2022-2025 para SFI

Durante Audiência Pública realizada na quinta-feira (18), a Câmara Municipal de São Francisco de Itabapoana (SFI) debateu o Plano Plurianual (PPA 2022-2025), na sede do Legislativo. Os secretários municipais Fabiano Rangel (Controle Interno) e Julio Nicolau (Fazenda) representaram a prefeitura e ouviram as sugestões ao PPA e tiraram as dúvidas dos representantes das entidades inscritas para participar. O presidente da Câmara, vereador Maxsuel Cerqueira (Cocóia), conduziu os trabalhos, além de proporcionar outros membros de entidades que não se inscreveram, mas que estavam presentes para conduzir a fala, o espaço foi aberto. 

O PPA foi instituído pela Constituição Federal de 1988 (art. 165, I, §1º), sendo o documento que define as prioridades do Governo Municipal para o período de quatro anos, podendo ser revisado a cada ano. Nele consta o planejamento de como serão executadas as políticas públicas para alcançar os resultados esperados ao bem-estar da população nas diversas áreas.

“Estamos discutindo o PPA para elaborar os projetos e eventuais mudanças necessárias ao desenvolvimento do município, um trabalho contínuo ao logo dos anos. As peças orçamentárias não são estáticas, mas nada melhor do que abrir a discussão para ouvir a necessidade da população e fazer as devidas adequações”, ressaltou Rangel. Já o secretário de Fazenda destacou a importância da realização da Audiência Pública com a participação de representantes da população para ajudar a elaborar o PPA.

Todas as sugestões apresentadas durante a audiência a respeito de projetos de obras e serviços no município serão analisadas e podem ser incluídas no projeto do PPA 2022-2025. O PPA é uma importante peça de planejamento que se transforma em lei, orienta os gestores públicos na execução dos gastos e na aplicação dos investimentos.








Fonte:AsCom

Nível da Lagoa Feia sobe e causa ainda mais alagamentos em Ponta Grossa dos Fidalgos

Inundações, que antes estavam restritas às propriedades rurais da localidade, já atingem casas

POR THIAGO GOMES
Lagoa Feia transbordou (Foto: reprodução)

As chuvas dos últimos dias elevaram ainda mais o nível da Lagoa Feia e têm aumentado os transtornos aos moradores da localidade de Ponta Grossa dos Fidalgos, na Baixada Campista. A população sofre desde o início do mês com alagamentos, mas a situação piorou esta semana, quando as casas começaram a ser invadidas pelas águas. Antes o problema atingia apenas as propriedades rurais. De acordo com os moradores, o manejo errado das comportas que controlam o nível da Lagoa Feia teria causado as inundações.

Segundo o pescador Luiz Tavares Rangel, o nível da lagoa tem aumentado e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão responsável pelo manejo das comportas, não drenou a lagoa quando deveria e, com as chuvas na serra, a água acumulou e transbordou. Ele reclama que o problema se repete todos os anos.

“Estou indignado. O trabalho preventivo simplesmente não existe. Eles (o Inea) esperam que o problema aconteça para depois tomar as providências. Todo mundo sabe que este período é de chuva. Então, o correto seria abrir as comportas antes e, desta forma, preparar a Lagoa Feia para receber essas águas da chuva. Como isso não aconteceu, o Inea esperou a lagoa encher para, só então, abrir as comportas. Agora, o estrado já está feito”, desabafou o pescador.

Ainda segundo Luiz, os moradores estão sendo prejudicados, perdendo bens e o sustento. “A região toda em volta da lagoa está sofrendo, inclusive os pescadores. Muitos estão sofrendo perdas. As propriedades estão completamente alagadas, estamos perdendo gados e 50% da produção de cana-de-açúcar será perdida. Temos que ficar o tempo todo de alerta”, reclamou.

Em nota, a Secretaria de Defesa Civil de Campos informa “que o aumento do nível da Lagoa Feia deve-se ao grande acumulado de chuva das últimas semanas – já que recebe água do Imbé, Rio Ururaí e de Lagoa de Cima – e também em razão da dificuldade de vazão para o mar, devido à obstrução do canal que liga a Lagoa Feia ao Canal das Flechas. Todas as comportas estão abertas, ainda assim a água não segue com o volume que deveria para o Canal das Flechas. A Prefeitura de Campos está buscando integração com o Inea, órgão responsável pela limpeza dos canais principais, para que seja feita a limpeza do canal que está obstruído por vegetação, ação que impactará diretamente na normalização do nível da Lagoa Feia”.

A equipe de reportagem fez contato com o Inea e aguarda um posicionamento do órgão sobre o assunto.
Fonte:Terceira Via