domingo, 23 de abril de 2023

Livro proibido de Hitler é vendido livremente em shopping de Campos

Professora da rede pública, alertada por uma aluna, fez a denúncia ao J3News

POR OCINEI TRINDADE
(Fotos: J3News)

Em uma livraria de Campos dos Goytacazes a venda de um livro proibido pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro causou espanto entre alguns leitores. “Minha luta”, de Adolf Hitler, publicado em 1925, é considerado a “bíblia” do nazismo, ideologia fascista e racista que se espalhou pela Europa, contribuiu para a 2ª Guerra Mundial, e que matou milhões de pessoas, sobretudo judeus, gays, ciganos e eslavos. Em 2016, a venda do livro foi proibida em todo o estado. De acordo com o magistrado Alberto Salomão Junior, da 33ª Vara Criminal da Capital, o descumprimento gera multa de R$ 5 mil. A proibição tem rendido debates. Entre especialistas, há o temor de ressurgimento dos horrores do nazismo, sobretudo no meio de jovens em idade escolar.

Uma professora de uma grande escola pública de Campos, que prefere não se identificar por temer por sua segurança, alertada por uma aluna sobre a disponibilidade do livro para venda no município, procurou a reportagem para denunciar a comercialização do livro de Hitler (Mein Kampf, em alemão) em uma livraria itinerante no Shopping Avenida 28, em Campos. “Não houve nenhuma dificuldade em comprar o livro que custou R$50. Decidi procurar o J3News e ceder o livro como forma de alertar sobre o comércio proibido e os riscos de ideias nazistas se espalharem pela cidade, principalmente com atos e ameaças terroristas nas escolas brasileiras, como temos visto ultimamente”.


A reportagem esteve na livraria do shopping de Campos, e verificou o livro de Hitler na prateleira para venda. A empresa paulista Toque Mágico é a responsável pela rede itinerante que percorre o país. Questionada sobre a proibição do livro no estado do Rio de Janeiro, a vendedora que estava no local, disse desconhecer sobre a decisão judicial, e que cerca de dez livros foram vendidos em Campos. Procurada por telefone, a proprietária da livraria em São Paulo, Mayara Braga, disse que tinha conhecimento sobre a proibição da obra, mas que não vendia “Minha luta”. Fotos com o livro na estante foram enviadas pelo Whatsapp para ela. Logo após, a empresária alegou estar “surpresa” com o fato. Por e-mail, ela enviou a seguinte nota:
“Eu gostaria de expressar minhas sinceras desculpas por ter vendido um livro proibido em minha loja sem meu conhecimento. Eu reconheço que este tipo de venda é ilegal e que eu sou responsável por garantir que todos os produtos em minha loja sejam legais e permitidos. Infelizmente, eu desconhecia que este livro estava em meu acervo de venda, mas entendo que isso não justifica a venda. Eu assumo a responsabilidade pelo meu erro e garanto que estou tomando medidas para evitar que algo semelhante ocorra novamente no futuro. Eu respeito e valorizo a confiança dos meus clientes e, por isso, estou trabalhando para remediar quaisquer danos causados, eu entendo que a confiança dos meus clientes é essencial para manter meu negócio funcionando. Gostaria de assegurar-lhes que estou tomando medidas para garantir que isso não ocorra novamente no futuro. Além disso, estou reforçando minha política de verificação rigorosa dos produtos antes de colocá-los à venda”, escreveu Mayara Braga.


Outro fato que chamou à atenção sobre o livro de Hitler na livraria em Campos foi de parecer ser uma edição clandestina. A obra dividida em dois volumes não possui ISBN. De acordo com a Câmara Brasileira do Livro, o ISBN (International Standard Book Number) é o padrão internacional de numeração de livro que fornece uma espécie de “RG” para publicações. O ISBN é imprescindível para qualquer publicação. “Considero graves a vendagem e a falta de informações sobre a origem do livro pelo teor nazista”, comentou a denunciante à reportagem.

A assessoria de imprensa do TJRJ informou por meio de nota que “sob eventuais descumprimentos, é preciso que as autoridades, autores das ações ou outras instituições comuniquem à Justiça sobre a venda e irregularidades, para que então novas medidas possam ser tomadas”. A delegada titular da 134ª DP em Campos, Natália Patrão, disse que ainda não tinha conhecimento sobre o comércio ilegal do livro, mas que agiria com providências legais cabíveis a partir da notificação da reportagem.
Tiago Abud

Proibição do livro é debatida
O primeiro volume de “Mein Kampf”, de Adolf Hitler, foi escrito por ele em 1925 na prisão. A obra apresenta seus ideais nacionalistas, supremacistas e antissemitas (ódio aos judeus). O segundo volume foi escrito em 1926, fora da prisão. Em 1936, Hitler chegou ao poder na Alemanha que aderiu ao totalitarismo extremista e ao militarismo. Em 2015, setenta anos depois do fim da 2ª Guerra Mundial, o livro ganhou domínio público na Alemanha e na Áustria. Desde então, a liberação da obra divide opiniões.


Carlos Alexandre Azevedo

O defensor público e doutor em sociologia política, Tiago Abud, diz que não se pode tolerar a disseminação de ideias contidas no livro. “Trata-se da bíblia do nazismo. Há um equívoco de quem defende que esse livro possa circular. Não há censura, pois censura é a proibição de circulação de obras e de ideias que se coadunam à lei. O livro não se coaduna à lei por incitar o ódio contra as pessoas. Prega o nazismo como algo bom e que deve ser respeitado. Só que essa obra tem um conteúdo que viola direitos humanos. Diante disto, não se pode prestigiar eventual liberdade em circular, em difundir ideias ilícitas. A decisão judicial é absolutamente correta sob o ponto de vista da defesa dos direitos humanos e dos valores que norteiam a base do estado democrático de direito brasileiro. Essa é a primeira observação. Havendo comércio clandestino o fato deve ser noticiado à autoridade policial e ao Ministério Público. Além do crime específico da lei há, ainda, a prática de racismo com a obra”.

O advogado e vice-presidente da OAB-Campos, Carlos Alexandre Azevedo Campos, considera o assunto controverso e que precisa ter o debate aprofundado acerca de censura de obras literárias. “Sou realmente contra a censura por uma razão peculiar: para mim, a pior forma de tratar as ideias ruins e odiosas é considerá-las um dogma, retirando-as do espaço público de debate. Mas sei que o nazismo é um caso extremo e em relativa ressurreição”, resume.
Vitor Menezes

O jornalista e professor universitário Vitor Menezes também pondera sobre a obra de Hitler:
“Não há dúvida de que se trata de um documento histórico que precisa estar acessível. Realmente, o limite entre acesso ao conhecimento, por mais obscuro que pareça, e propaganda de feitos que são criminosos, inclusive tipificados como tal na nossa legislação, nem sempre é muito nítido. Creio que uma solução interessante foi encontrada pela própria Alemanha, que autorizou a publicação da obra, mas em uma reedição comentada por pesquisadores e contextualizada. Este horror não pode ser esquecido, justamente para ser combatido. Qualquer manifestação que passe disso à publicidade, e da publicidade à ação, como cresceu no Brasil nos últimos anos, devem ser severamente reprimida” diz.
Denise Tinoco

Medo no ambiente escolar
Casos de violência nas escolas brasileiras colocam em alerta autoridades governamentais, policiais e educadores. Crimes ocorridos recentemente em Blumenau, Santa Catarina (quatro crianças mortas e cinco feridas); em São Paulo (uma professora esfaqueada por aluno de 13 anos); e na cidade de Aracruz, Espírito Santo em 2022 (quatro mortos e 12 feridos por adolescente de 16 anos) chocaram o país. Na cidade capixaba, a polícia encontrou na casa do adolescente apreendido, farto material de conteúdo nazista. Em dezembro de 2021, a Polícia Civil do RJ e o Ministério Público prenderam quatro pessoas na Operação Bergon, contra um grupo extremista que fazia apologia ao nazismo e disseminava ódio a negros e judeus em redes sociais. Uma das prisões ocorreu em Campos dos Goytacazes.

A pedagoga Denise Tinoco considera que a escola deve ser um local de convivência, tolerância e transformação. “Em uma perspectiva histórica, observa-se que a censura e o impedimento de acesso ao conhecimento, principalmente no que tange à leitura, representam características de regimes políticos ditatoriais, marcados pelo autoritarismo e repressão. Nestes regimes é comum a proibição de circulação de obras literárias, quadros, esculturas, músicas, poemas, pois seguem princípios conservadores e antidemocráticos. Entretanto, nossa história possui capítulos terríveis, macabros e que não podem ser repetidos na contemporaneidade. A promoção do estudo, debate e a análise dos fatos históricos podem auxiliar a construção de novos olhares e de novas posturas contrárias ao crescimento do neonazismo, fascismo, ditaduras, escravidão de pessoas, de regimes oponentes à democracia e ao fortalecimento da cidadania. Minha experiência de quase quatro décadas na educação, me fez entender que proibir por proibir só aguça a curiosidade dos estudantes, podendo colocá-los nas mãos de grupos levianos e perigosos. Precisamos ficar atentos aos sinais e reconhecer a fragilidade das instituições escolares e solicitar ajuda às autoridades”.
Renato Chagas

Para o psicólogo Renato Chagas, é preciso considerar todo o significado sócio-histórico em relação à obra “Mein Kampf”. “Isto diz respeito a um recorte da história no qual se percebe nitidamente a inaceitável violência acentuada, ações levianas e banalização da vida. Nesse sentido, atentando-se para a atual configuração social marcada pela objetificação da existência do pensamento distorcido que a vida do ser humano é mais um mero produto capitalista, entendo a decisão judicial como uma forma preventiva de evitar propagação de teorias nazistas que, sem sombra de dúvida, podem influenciar alguns indivíduos vulneráveis psicologicamente a reproduzirem comportamentos hostis” avalia.

Renato Chagas diz ainda que é preciso discutir de forma crítica e reflexiva sobre o acesso do público a outras produções culturais que podem, de certa forma, estimular, influenciar ou incentivar a reprodução de comportamentos nocivos, segundo ele. “O comércio clandestino do livro, lamentavelmente, é quase que inevitável. O mercado está atento a esse consumidor. Vale salientar que não são todos que vão ler para seguir a ideologia, mas apesar disso é preocupante. É imprescindível que os pais acompanhem as leituras dos seus filhos, cultivando um diálogo de orientação e esclarecimento dos limites de acesso a determinadas informações que não são salutares para a construção da sua personalidade”, conclui.
Fonte:J3News

Devotos celebram a fé em São Jorge

Santo se negou a perseguir e matar cristãos, virando lenda a partir do sec. 13

POR CLÍCIA CRUZ
(Fotos: Silvana Rust)

No dia 23 de abril é comemorado o Dia de São Jorge. O santo é um dos poucos venerados pelas igrejas Católica e Ortodoxa, tendo a Igreja Anglicana também São Jorge entre os seus canonizados. No Brasil, é muito popular e aclamado tanto na igreja católica, como em cultos afro-brasileiros. Contudo, não há registros históricos que comprovem a existência do santo, mas uma história que foi passada de geração em geração. Segundo a tradição, São Jorge teria nascido por volta do ano 280 depois de Cristo, na Capadócia, atual Turquia e mais tarde teria se mudado para a região da Palestina. Anos depois teria se alistado no exército Romano, onde se negou a matar e perseguir cristãos, o que lhe teria custado a vida.
Carlos Frederico

Devoto de São Jorge, o colunista Carlos Frederico Silva, conta que o santo surgiu em sua vida de forma inesperada. “Pessoas diferentes começaram a me presentear com objetos relacionados a São Jorge, um amigo me presenteou com uma tela, o outro com uma medalha, outro com um anel, e fui observando que cada vez mais tinha objetos de São Jorge, mas foi há quase 20 anos, num jogo de Tarô, que uma estudiosa me falou que São Jorge estava ao meu lado em todos os momentos da minha vida e que ele apareceu durante todo o meu jogo. A partir daí me tornei devoto, tenho muita fé, oro e, todos os anos, vou à Igreja de São Jorge, participo da procissão. Faço questão, isso fortalece a minha fé”, relata Frederico.

Em Campos, a Igreja de São Jorge que fica no Parque Prazeres vai celebrar a data com procissão e missa e ficará aberta durante todo o dia para receber os fiéis.

“São Jorge trata-se de um Mártir da nossa fé, pois ofereceu a si mesmo em martírio ao renunciar perseguir e matar cristãos. De saldado Romano tornou-se o grande herói da fé. Aqui em campos, no Parque São Jorge, Guarus, estamos construindo uma grande Igreja dedicada a esse guerreiro e convidamos a todos para nós ajudar nesta grande empreitada. Neste domingo, meio-dia, vamos fazer um almoço beneficente”, diz o Padre Lenilson Alves dos Santos.

Santo Guerreiro
São Jorge se tornou uma lenda a partir de 1290, quando Jacopo de Varazze compilou histórias num livro conhecido como “Lenda Dourada” com a história de uma cidade que sofria com um dragão que queimava casas e para acalmar o monstro, jovens virgens eram entregues para sacrifício. “Quando foi a vez da filha do rei, São Jorge teria aparecido montado em seu cavalo. Após vencer o dragão, o santo teria cortado a cabeça do animal.
Adriano Câmara

Sincretismo religioso
O Babalorixá Adriano Câmara, o pai Odé Ifanawre, explica que no Candomblé, durante muitos anos, religiosos não podiam cultuar os orixás, por isso, utilizavam as imagens dos santos, que se assemelhavam às divindades africanas para fazerem os seus cultos, o que é conhecido como sincretismo religioso. “Ogum é Ogum e São Jorge é São Jorge. No Candomblé cultuamos Ogum e hoje temos a liberdade de expressar nossa fé, sem medo de sermos castigados ou mortos. Durante muitos anos nossos antepassados precisaram esconder o culto a Ogum embaixo da imagem de São Jorge. Hoje não precisamos mais. Eu, inclusive, sou devoto de São Jorge, mas ele não faz parte do culto do Candomblé”, explica.
Cristiane Ferreira da Silva

Cristiane Ferreira da Silva, a Yalorixá Cristiane de Oxum ressalta que São Jorge é muito importante para as religiões africanas, já que, através da imagem dele, foi possível manter cultos religiosos, propagando a fé em Ogum. “Foi através do sincretismo que os nossos antepassados conseguiram manter viva sua fé nos orixás, onde a partir daí foi criado o candomblé, uma religião de matriz afro-brasileira. O Candomblé só existe no Brasil, graças à inteligência dos nossos antepassados”, diz Cristiane.
Fonte:J3News

Jovem é morto a tiros na rua, no Parque Santa Rosa Polícia não informou a motivação do crime

Um jovem foi assassinado a tiros, na tarde deste sábado (22), no Parque Santa Rosa, em Guarus. Gabriel Shwarts Dias estava numa rua, no conjunto habitacional conhecido como “Casinhas de Nolita”, quando foi morto com vários tiros. A Polícia não revelou a motivação do crime e nem se já há suspeitos identificados.

O corpo da vítima foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e o homicídio foi registrado na 146ª DP (Guarus), onde o caso será investigado.
Fonte: J3News

sábado, 22 de abril de 2023

Ponto Final:

Bacellar na comitiva
Em sua primeira agenda internacional após assumir a presidência da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o deputado estadual Rodrigo Bacellar (PL) tem comemorado os resultados já obtidos em Londres, na Inglaterra, ao lado do governador Cláudio Castro (PL) e outras autoridades do Estado. A comitiva cumpriu, durante esta semana, agendas com empresários e investidores, tendo destaque a Conferência do Lide – Grupo de Líderes Empresariais. Entre os assuntos, estiveram o incentivo de ICMS para empresas interessadas em investir no estado, turismo e energia renovável.

Para além da capital
Ao avaliar a viagem, Bacellar disse representar “um momento importante para o Estado do Rio, que recuperou não só a economia, como também a credibilidade. Hoje voltamos a discutir investimentos de todas as partes do mundo em nosso estado. E, em diversas oportunidades, tenho dito que o caminho da transformação vai muito além da capital, já que temos investimentos internacionais em nossa região, mais especificamente no Porto do Açu, em SJB. E vamos seguir dialogando, Alerj, governo, setor produtivo, em busca de um estado cada vez mais forte e atrativo”, disse Rodrigo.

Destaque ao Açu
A importância do Porto do Açu também foi destacada por Castro na viagem, inclusive na Câmara de Comércio Brasileira, no Reino Unido. Estão previstos investimentos de mais de
US$ 85 bilhões em energia eólica, biomassa, biogás e biometano no estado. “O RJ tem seus diferenciais em relação à produção de energia verde: vasto potencial energético, proximidade entre centros de oferta e demanda, carteira de novos projetos, além de uma base industrial consolidada e de tradição de fornecimento ao mercado. Já somos um hub energético e o maior produtor de gás natural do Brasil”, declarou Castro, citando o Porto do Açu.

Do RJ ao DF
Se o momento econômico do RJ é apontado como promissor, especialistas avaliam que novos investimentos no Brasil, como um todo, dependerão do desempenho do governo Lula 3 e de medidas que vão além do novo arcabouço fiscal e da reforma tributária. “Provavelmente o governo do PT, tirando a reforma tributária, não vai topar as reformas que os economistas colocam na conta de um possível aumento de produtividade, que ajudaria o crescimento do PIB. Então, a perspectiva é bem preocupante, nesse sentido, para um sucesso econômico do governo atual”, avaliou o analista de finanças Igor Franco, no Folha no Ar de quarta-feira (19).

Reflexos a Wladimir
Ao participar do programa da Folha FM 98,3, o professor também comentou sobre o bom momento econômico de Campos e os reflexos políticos disso ao prefeito Wladimir Garotinho (sem partido). “Eu acho muito difícil haver uma reversão de fatores concretamente positivos para a economia campista. Do ponto de vista político também, o Wladimir teve muito sucesso no arco de alianças (...), acho que está fazendo um bom governo. Do ponto de vista interno, acho que ele tem boa execução, do externo muito ajudado pelas circunstâncias. Obviamente é muito cedo, mas eu acho que teria que haver um fato completamente catastrófico para tirar a reeleição dele hoje”.

No Turismo
Quem também esteve nesta semana no Folha no Ar foi o secretário de Turismo de Campos, Hans Muylaert (PV), recém-chegado ao governo Wladimir. Nessa quinta, ele falou sobre os desafios da pasta para o desenvolvimento do município, destacando projetos e também a boa recepção que recebeu do grupo para desenvolver seu trabalho. Hans fez parte do governo de Rafael Diniz (Cid) e assumiu a nova pasta de Wladimir em meio a um acordo de pacificação, que envolveu, segundo ele, o vereador Nildo Cardoso (União) e também o deputado Rodrigo Bacellar. O secretário destacou o momento como sendo de maturidade e favorável à reeleição de Wladimir, a quem deu nota 8,5 pelo governo.

Premonição
Ao participar do Folha no Ar da última terça, o deputado federal Lindbergh Farias (PT) antecipou o cenário preocupante de conflito na Câmara Federal com a base bolsonarista, que extrapolou no dia seguinte com Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente, partindo para cima do Dionilso Marcon (PT). “É uma luta, aqui tem uma base bolsonarista com muita força (...) A linha deles aqui é completamente agressiva. É quase briga a todo momento com essa turma. O problema é lidar com isso. Cada votação é muito tensa, acontece em meio a gritos. Essa turma não consegue ter uma relação de discordância em nível de civilidade”, disse na Folha FM.

Entornou
Após Marcon ter questionado a facada desferida contra o ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018, Eduardo levantou e proferiu xingamentos homo fóbicos, ameaçando bater no petista, sendo contido por colegas. Com o vídeo da discussão circulando nas redes sociais, Eduardo disse que não admite chacota com a tentativa de homicídio sofrida pelo pai em 2018 e recebeu apoio de amigos de partido. Antes mesmo do caldo entornar, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), já tinha prevista a escolha do Conselho de Ética para frear as agressões verbais que vêm acontecendo especialmente em reuniões de comissões com sabatinas de ministros.
Fonte:Ponto Final Fmanhã

Nova composição em SJB já desenha 2024

RODRIGO GONÇALVES 
O cenário político de São João da Barra passou a ter uma nova conjuntura com a Câmara de Vereadores mais alinhada à prefeita Carla Caputi (sem partido). Eleito presidente do Legislativo sanjoanenese em um movimento de ruptura com a base da então prefeita Carla Machado (PT), o vereador Alan de Grussaí (Cidadania) e o vice dele, Kaká (Podemos), são agora base do governo. Além disso, são vistos por Caputi como apoios importantes à sua possível reeleição em 2024, em uma disputa que pode contar com outros dois grupos políticos, cuja união por uma oposição mais forte ao pleito não é descartada.

Se Caputi tem a maioria na Câmara e o apoio da deputada Carla Machado, de quem era vice, nomes como o do ex-presidente do Legislativo, Elísio Rodrigues (PL), fortalecido pelo grupo do presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Rodrigo Bacellar (PL); e do deputado estadual licenciado e atual secretário estadual de Habitação, Bruno Dauaire (União) já aparecem como opções à disputa ao Executivo de SJB.

A um ano e meio das eleições municipais, as articulações estão ganhando cada vez mais força em SJB. Ao avaliar o alinhamento com Alan e Kaká, Carla Caputi projetou também o que espera para 2024.

— Sempre mantive uma relação cordial e respeitosa com todos os vereadores. Conheço Alan e Kaká há muito tempo e sempre tivemos um diálogo franco. Alan é meu conterrâneo e amigo das antigas. E Kaká nos conhecemos desde época que meu pai, ex-vereador Caputi era vereador. A partir da eleição da nova mesa, onde ambos assumiram a presidência e a vice-presidência da Casa, nossa relação se estreitou ainda mais devido as pautas positivas em prol de SJB. Os Poderes são independentes, mas devem caminhar juntos no interesse da população. Fico feliz com as demonstrações de apoio de ambos, porque eles já demonstraram o comprometimento com nosso governo e reconhecem que em pouco tempo já fizemos muito e vamos fazer mais ainda! Certeza no apoio deles para minha reeleição, e não vou me decepcionar, porque sabem que estamos trabalhando e realizando muito resultados positivos, dia após dia, incansavelmente — afirmou Caputi.
Divulgação
O discurso de proximidade é o mesmo do presidente da Câmara. “Eu e o vice-presidente Kaká alinhamos sim com a prefeita Carla Caputi. Eu e a prefeita sempre tivemos um bom relacionamento, sempre ti-vemos diálogo e agora mais ainda, com ela à frente do executivo e eu do Legislativo. Os Poderes são sim independentes, mas têm que ser harmônicos para a gente construir e fazer o melhor para o nosso município”, disse Alan de Grussái, enumerando alguns motivos para o alinhamento:
— Em um ano como prefeita, as coisas começaram a acontecer. Exemplo é o ginásio de esportes, uma obra que estava parada desde 2016, licitação da iluminação pública; obras acontecendo com ruas de Grussaí sendo pavimentadas; Indicação minha para um convênio no Grussaí Praia Clube para atender a melhor idade. Muitas coisas boas acontecendo e muitas coisas boas por vir. Enfim, respeito entre os Poderes, que na gestão de Carla Machado isso não existia — afirmou Alan.
Para Caputi, a aprovação positiva atribuída não só por Alan “é resul-tado de muito trabalho, dedicação, sinceridade, amor, olho no olho com a população, falando a verdade e demonstrando carinho e respeito”.
— A expectativa da população é alta porque ela tem visto nossos avanços e tem certeza que vamos avançar mais e muito em todas as políticas públicas — comentou a prefeita, que é considerada por opositores um nome destaque a 2024 pelo peso da máquina. “Ser um nome forte nesta corrida é sinal de que as pessoas acreditam nas nossas propostas”, completou.
Carla Caputi analisou, ainda, a sua relação com a ex-prefeita Carla Machado, com o governador Cláudio Castro (PL) e o presidente da Alerj.
— Minha relação com Carla Machado é ótima. Antes de mais nada somos amigas leais. Ela é uma pessoa com grandes talentos e qualidades e uma política muito experiente que ama o povo de SJB, portanto contribuiu muito, com todo seu legado, deixando um municí-pio com as contas equilibradas, com recurso em caixa o que possibi-litou avançar com as políticas e resultados. E hoje como deputada estadual também contribui muito nas políticas públicas estaduais na Alerj. Sei que posso contar com ela para o bem do município sempre — destacou.
Além da contribuição da atual deputada, Caputi sabe o quanto é importante a boa relação com o Governo do Estado e Alerj. “Temos uma relação institucional muito boa. Vários projetos em comum e obras importantes em parceria, como a nova entrada da cidade que será inaugurada em breve. O governo do estado tem sido muito parceiro dos municípios em diversos projetos e, em SJB, não é diferente, como foi com o café do trabalhador, a doação recente de ambulâncias para o Samu, a patrulha rural agora, por exemplo, dentre outros projetos. Sei que eles (Castro e Rodrigo Bacellar) nutrem por mim o mesmo respeito”, afirmou a prefeita, que ainda não decidiu que par-tido vai abraçar para 2024:
— Estou ampliando as conversas e no momento certo decidirei. Agora o meu foco é trabalhar e trazer mais resultados para o povo — finalizou Caputi.

Aliado dos Bacellar, Elísio mira a Prefeitura

Divulgação
A ida de Alan e Kaká à base de Caputi é uma perda para o grupo do ex-presidente da Câmara sanjoanense, Elísio Rodrigues, que já se apresenta como pré-candidato à Prefeitura de SJB. Ao próprio Elísio é atribuído o movimento, com apoio do grupo dos Bacellar, que deu a vitória à presidência da Casa a Alan e Kaká.
Os dois foram eleitos para o biênio (2023/2024) por 5 votos a 4, contrariando, na época, o acordo que a base, maioria na Casa, tinha feito com a então prefeita Carla Machado de que após os dois anos de Elísio à frente do Legislativo, assumiria Chico da Quixaba (PP).
Elísio é atualmente o 1º secretário na Câmara e, apesar de ter perdido suporte para 2024, acredita em uma oposição cada vez mais atuante.
— A minha pré-candidatura à Prefeitura segue firme e alinhada com os anseios da população sanjoanense. Entendemos que nosso município pode muito mais, principalmente quando se fala de de-senvolvimento e infraestrutura. Vale ressaltar que não é nada pesso-al contra a atual prefeita, mas entendemos que o município pode avançar mais em muitas áreas. Ter uma oposição atuante e bem fundamentada é muito importante, considerando que muitas coisas só começaram a andar no município após os vereadores assumirem uma postura mais crítica e de maior cobrança durante o primeiro biênio. Além disso, esse posicionamento mais firme dos vereadores permitiu termos diversas conquistas enquanto presidente da Câmara como as emendas impositivas individuais e de bancada, que fez com que a Prefeitura iniciasse diversas obras importantes para o município — disse Elísio.
Sobre o racha com Alan e Kaká, ele disse que “entende o alinhamento de alguns vereadores com o Executivo, mas que prefere man-ter a independência de poder criticar o que não está bom e elogiar o que está certo”.
Já Alan falou em uma relação de respeito com Elísio. “Somos amigos, eu votei nele no primeiro biênio, e ele votou em mim no segundo, mas a gente se respeita muito um ao outro. A Câmara hoje tem opo-sição e situação, às vezes a gente não concorda com a opinião dos pares, mas temos que respeitar a opinião de todos”.

Bruno fala em espera e avalia oposição unida

Dos nove vereadores que a Câmara de SJB tem, além de Elísio Rodrigues outros dois são de oposição: Analiel Vianna (Cid) e Franquis Arêas (antigo PSC), este último fiel escudeiro da família Dauaire, que tem tradição na política sanjoanense com dois ex-prefeitos, Alberto e Betinho, avô e pai do deputado Bruno Dauaire, cujo nome sempre é citado como possível nome ao Executivo sanjoanense.
— Eu sempre fui ligado a família Dauaire, tive com Betinho em todas eleições e Bruno Dauaire também. Estou aguardando posicionamento dele é qual caminho tomar. Acho importante uma oposição séria com ideais, porque SJB tem muito a crescer — Franquis Arêas.
Bruno tem pregado cautela no momento e diz que seu foco é a atuação junto ao Governo do Estado. “Tenho dedicado meu tempo integralmente à secretaria de Habitação e a sua nova estruturação e ação para que possamos diminuir o déficit habitacional. A questão das eleições em São João da Barra terá o seu momento apropriado”, declarou.
Bruno Dauaire toma posse

No entanto, ao participar do Folha no Ar, da Folha FM 98.3, no mês passado, não descartou um alinhamento com Elísio. “Eu tenho uma relação muito boa com o Elísio. Então a gente discute a possibilidade de uma união lá na frente, para discutir um novo projeto de governo para o município, mas ainda, como eu disse, de uma maneira muito embrionária. Eu acho que qualquer divisão na oposição favorece quem está no governo. E a gente precisa, obviamente, se esse for o entendimento de todos, da união, para que a gente possa construir a quatro mãos o novo plano de governo paro o município”.
Fonte:Fmanhã

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Quase 3 anos após decisão judicial, Prefeitura ainda não iniciou restauração do Solar dos Airizes

MATHEUS BERRIEL E EDMUNDO SIQUEIRA 
Edmundo Siqueira

Em junho de 2020, transitou em julgado uma decisão da 3ª Turma Especial do Tribunal Regional Federal da 2º Região (TRF2) para que a Prefeitura de Campos fizesse a imediata restauração do Solar dos Airizes, à BR 356, em Martins Lage. Quase três anos depois, a Prefeitura alega que “o processo para realização de intervenções segue os trâmites burocráticos internos para viabilização”. Na prática, o que se vê é um importante prédio, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1940, ainda com sérios problemas estruturais e correndo risco de desabamento.
— Os trâmites burocráticos que estão sendo sanados dizem respeito às formalidades típicas do processo de contratação pública, como modalidade de contratação, qualificações exigidas do contratado, dentre outras — informou a Prefeitura em nota. — Ainda não é possível definir uma data para o início das intervenções no Solar dos Airizes — complementou.
Isso ocorre mesmo já existindo um projeto aprovado pelo Iphan para a realização de uma reforma simplificada, com ações emergenciais, pela Sociedade Artística Brasileira (Sabra). Datada de 29 de abril do ano passado, a autorização foi dada pelo então chefe do escritório técnico do Iphan na Região dos Lagos, Fernando Eraldo Medeiros. Em nota à Folha, a atual gestão do Iphan reforçou a existência desse aval à Sabra, associação civil sediada em Betim/MG e que tem convênio com a Prefeitura de Campos visando a restaurar prédios históricos no município.

— É importante apontar a necessidade das ações de manutenção e conservação emergenciais, já sinalizadas ao proprietário/responsável do solar em diversas manifestações anteriores do Iphan, autarquia federal vinculada ao Ministério da Cultura. As medidas constituem etapa importante para a conservação do bem tombado, que posteriormente precisa receber projeto de restauração — diz a nota do Iphan. O órgão ainda não recebeu projetos para uma restauração mais abrangente, que precisará ser realizada num segundo momento.
Também procurada pela Folha, a Sabra se posicionou por meio do seu presidente, Carlos Alberto Ribeiro, que disse estar aguardando a contratação pela Prefeitura desde que foi dada a autorização pelo Iphan.
— Apresentamos toda documentação que nos foi solicitada para instruir a montagem do processo, visando à nossa contratação. Nesse sentido, seguimos à disposição, aguardando a definição da Prefeitura, para iniciarmos as obras — afirmou Carlos Alberto Ribeiro.
Em 15 de dezembro de 2021, o prefeito de Campos, Wladimir Garotinho, publicou um decreto em que declarou o Solar dos Airizes um prédio de utilidade pública, para fins de desapropriação do mesmo. O decreto levava em conta a decisão do TRF 2 e previa a instalação no solar de um equipamento voltado a atividades histórico-culturais. Porém, o projeto ainda não saiu do papel.
A Folha também tentou contato com a assessoria do TRF 2 para verificar se alguma medida foi ou será tomada quanto ao não cumprimento, até agora, da decisão de 2020. Porém, não obteve retorno da assessoria do órgão.
Histórico — Até o final do século XIX, o Solar dos Airizes foi sede de um engenho de açúcar que acabou demolido. Tendo como estilo característico o colonial de inspiração neoclássica, o prédio foi o primeiro bem tombado pelo Iphan em Campos, abrigando na época seu mais ilustre morador: o jornalista e historiador Alberto Lamego, que mantinha no local importante acervo mobiliário, vasta biblioteca e também uma pinacoteca de alto valor. No mês passado, um grande acervo com fotos, documentos, correspondências, cartões postais e recortes de jornais referentes à família Lamego foi doado ao Museu Histórico de Campos pelo museólogo Adriano Novaes, responsável pelo escritório técnico do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) em Valença.
Popularmente, o Solar dos Airizes também é conhecido por supostamente ter inspirado o escritor e poeta Bernardo Guimarães a escrever o romance “A Escrava Isaura”. Contudo, segundo historiadores, não há provas sobre a presença de Bernardo nas terras do solar ou registros oficiais de que o autor tenha visitado Campos.
Em julho do ano passado, representantes da família de Alberto Lamego negaram que teriam vendido o imóvel e afirmam que pretendem entregá-lo ao município, para que seja usufruído pela sociedade.
Fonte:Fmanhã

Parkinson: Diagnóstico precoce facilita um melhor tratamento da doença

Em Campos, atualmente, 800 pacientes são cadastrados com a doença no CDAP

(Foto: Divulgação/PMCG)

Descoberta há 201 anos, a Doença de Parkinson é a segunda patologia degenerativa, crônica e progressiva do sistema nervoso central mais frequente no mundo, atrás apenas do Alzheimer. Em Campos, atualmente, 800 pacientes são cadastrados com a doença no Centro de Referência da Doença de Alzheimer e Parkinson (CDAP), desses, 710 estão ativos no programa. Para a coordenadora técnica do CDAP, médica geriatra Deborah Casarsa, disseminar informações para que as pessoas procurem o serviço para um diagnóstico precoce, e melhor tratamento da enfermidade são cruciais.

A especialista explica que a doença de Parkinson é uma patologia dopaminérgica, ou seja, ela compromete toda parte motora do paciente. A pessoa acometida apresenta sintomas como: bradicinesia (lentidão para executar o movimento); tremores de repouso, em um dos membros e nas extremidades do corpo; rigidez muscular; apatia de faces; constipação; engasgos frequentes, o que eleva o risco de broncoaspiração; distúrbios do sono; depressão, além de progressiva perda de equilíbrio (instabilidade postural).

“O diagnóstico precoce facilita um melhor tratamento, com a medicação correta, fazendo a reposição dopaminérgica adequada sem causar toxicidade a esses pacientes”, informa a coordenadora, destacando que o tratamento não se limita apenas aos medicamentos.

“É preciso aliar à prática da fisioterapia motora contínua, terapia ocupacional e atividade física, o que ajuda na melhora do equilíbrio, parte cognitiva, força física e resgate da autonomia e autoestima. Essas técnicas mais assertivas, impactam diretamente no benefício do tratamento dessa doença”, pontuou.

Casarsa esclarece que, diferentemente da doença de Alzheimer, onde maior risco para desenvolver síndromes demenciais é a idade avançada, o Parkinson pode acometer pessoas mais jovens, antes dos 60 anos.

“A doença de Parkinson é neurodegenerativa, crônica e que precisa ser tratada o quanto antes, porque há uma melhora expressiva com a medicação. Uma das principais medicações para o tratamento é fornecida pelo Governo Federal e como a doença cursa com processos depressivos, é necessário associar um antidepressivo ao tratamento. Felizmente, nós temos hoje no município um governo sensível e que entende a necessidade em se tratar certas patologias em sua totalidade, oferecendo um serviço interdisciplinar e humanizado”, ressaltou a médica.

O Centro de Referência da Doença de Alzheimer e Parkinson funciona na Rua Primeiro de Maio, nº 43, Centro. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h e os pacientes devem ser encaminhados através de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e clínicas particulares.

Fonte: Prefeitura de Campos

Policial militar é assassinado e genro é ferido em Baixa Grande

Vítima estava na rua quando foi morta a tiros



Dois homens que estavam numa motocicleta mataram, no final da tarde desta sexta-feira (21), o policial militar reformado Sandro Jeovan Rangel da Silva, ele era terceiro sargento da PM. O crime aconteceu na localidade de Baixa Grande, na Baixada Campista. No momento do crime a vítima estava a margem da RJ-216, acompanhada do genro, que ficou ferido no braço, sem gravidade. Populares contaram à polícia que o assassinado foi praticado por dois homens que abordaram no sargento numa moto.

O corpo do policial foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) e o caso foi registrado na 134ª DP (Centro), onde está sendo investigado.

Várias viaturas estão na localidade em busca dos assassinos. A Assessoria de Imprensa da Polícia Militar ainda não se pronunciou sobre o caso.

* Esta matéria está em atualização.
Fonte:J3News

Público enche as arquibancadas no primeiro dia do “Desfile dos Foliões”

Festa continua neste sábado, na Avenida XV de Novembro

(Foto: PMCG)

Os dois blocos de acesso que se apresentaram nesta sexta-feira (21), no Desfile dos Foliões, na Avenida XV de Novembro – Juventude da Baleeira e Chuva de Ouro – levantaram o público. Muito samba no pé e gingado, além de fantasias trabalhadas, foram apresentadas por ambos.

O Juventude da Baleeira trouxe o enredo “Favela, um show de samba”, valorizando o povo da periferia, artistas que fazem a festa acontecer, tudo concedido pelo carnavalesco Sidinho Ramos. O Chuva de Ouro levou para a avenida o enredo “Tirei a máscara e sai da solidão. Cai no samba com alegria, como um pierrô apaixonado. Sou Ivo Martins nessa folia”, por conta do carnavalesco Xuxa Caetano.

O Juventude fez jus ao seu enredo e mostrou que a periferia sabe mesmo fazer samba, apresentando alas coreografadas e muito samba no pé. O Chuva de Ouro levou a força da torcida do Flamengo dentro do seu desfile, além de fantasias elaboradas. Entre os destaques de luxo, o bloco levou o carnavalesco Nelcimar Pires.

O primeiro dia do Desfile dos Foliões terminou na madrugada deste sábado (22), quando desfilaram os Blocos de Samba Teimoso do IPS e Os Psicodélicos. Um final de festa que contou com toda equipe municipal também desfilando, como os homens da Limpeza Pública e da Ordem Pública, acompanhados da presidente da Fundação Cultural Jornalista Osvaldo Lima, Auxiliadora Freitas.

Público encheu as arquibancadas

O “Desfile dos Foliões 2023” já é sucesso de público. Todos os setores das arquibancadas estão lotados de foliões que prestigiam o evento, que acontece na noite desta sexta-feira (21) na Avenida XV de Novembro. O “Desfile dos Foliões 2023” conta com total apoio da Prefeitura de Campos, por meio da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL). Este ano, as agremiações contatam com o fomento da Concessionária Águas do Paraíba.

A dona de casa Laudelina dos Santos levou a filha, Ana Julia, de 8 anos, para brincar na folia. “Sempre gostei do carnaval de Campos e este ano não poderia ficar de fora. Está tudo muito organizado e bonito de ver que ainda temos carnaval na nossa cidade”, disse.

Na noite desta sexta desfilam os Bois do Samba dos Grupos Especial e de Acesso, além dos Blocos de Samba do Grupo Especial. O “Desfile dos Foliões” segue neste sábado (22), a partir das 14h, com as apresentações dos Bois de Samba Convidados e Bois de Samba do Grupo de Acesso, além das Escolas de Samba dos Grupo Especial e de Acesso.

Programação deste sábado

BOI DE SAMBA CONVIDADO

14h05: Boi Pimenta

14h40: Boi Karrasco

15h15: Boi Revelação

15h50: Boi Saudade

BOI DE SAMBA ACESSO

16h25: Boi Dendê

17h: Boi Arrastão

17h35: Boi Beira-Rio

ESCOLA DE SAMBA ACESSO

18h10: Tradição Alvi-Anil

18h45: Estação Primeira de Guarus

19h20: Império da Baixada

ESCOLA DE SAMBA ESPECIAL

20h: Onça no Samba

20h40: Ururau Da Lapa

21h20: Mocidade Louca

22h00: Amigos da Farra

22h40: Madureira do Turfe

23h20: União da Esperança

00h: Ás de Ouro 00h40: Boi Sapatão

*Com informações da Prefeitura de Campos


Balneário de Atafona recebe neste fim de semana a 2ª Expo Campismo

Evento reúne adeptos do campismo de todo o país e mais de 100 motorhomes, contando também com programação musical

(Foto: J3News)

Adeptos do campismo têm encontro marcado em São João da Barra neste final de semana prolongado pelo feriado de Tiradentes, na 2ª Expo Campismo do Estado do Rio de Janeiro. Realizado no Balneário de Atafona por meio de uma parceria entre a Prefeitura e o Grupo Viva Camping, o evento começa nesta quinta-feira, 20, prosseguindo até sábado, 22, com apresentações musicais, sendo aberto ao público.

Haverá exposição de veículos, equipamentos e acessórios voltados ao campismo com montadoras de trailers e empresas do ramo. Na programação musical, nesta quinta-feira, tem a banda Código Inválido, às 20h. Sexta-feira, às 15h, se apresenta Tamiris Chagas e, às 20h, banda Blues Band Vidro. No sábado os shows são com a banda Cartão Postal, às 15h, e Zero 22, às 20h.

A previsão é que estejam presentes aproximadamente 600 praticantes do campismo, instalados em barracas e em mais 100 motorhomes, vindos de várias partes do país e da Argentina, reafirmando o sucesso da primeira edição do evento, realizado em São João da Barra no mês de novembro de 2022, no feriado da Proclamação da República.

“A hospitalidade e receptividade, além da acessibilidade e da excelente estrutura do local, sendo um dos melhores do país para a prática do campismo, colocam São João da Barra novamente como prioridade para a realização desse grande evento. Ressaltamos também o apoio do poder público municipal”, disse o presidente do Viva Camping, Márcio Cardozo.

São João da Barra já integra o roteiro dos praticantes do campismo. Em novembro de 2019 e abril de 2022 o município sediou no Balneário de Atafona encontros de motorhomes, sempre com a presença de um grande público e visitantes de diferentes estados do país, além da 1ª Expo Campismo em 2022.

Fonte: Prefeitura de São João da Barra