domingo, 19 de abril de 2020

Tragédia na BR-356, em Campos: cinco pessoas morrem em acidente

Carro capotou, saiu da pista e foi parar de rodas para cima em um valão
Foto: Campos 24 Horas.
 
  Uma tragédia ocorreu no final da noite deste sábado (18), em Campos. Cinco pessoas morreram após um carro capotar e cair em um valão às margens da BR-356 (Campos-Itaperuna), na altura da localidade de Sapucaia. Segundo o Corpo de Bombeiros, as vítimas fatais foram duas mulheres, dois homens e uma criança. Eles seriam da mesma família e estariam retornando para um bairro de Guarus, onde residiam. (Leia mais abaixo).

No carro havia seis pessoas. O único sobrevivente do acidente foi levado com ferimentos graves para o Hospital Ferreira Machado (HFM). MAIS DETALHES DO ACIDENTE DURANTE ESTE DOMINGO.
Fonte:Campos24horas

Homem leva três tiros em Buena São Francisco de Itabapoana RJ


   Um homem de iniciais D.R.M, 31 anos, foi alvejado por três tiros no tórax por volta das 20h deste sábado,18,  na localidade de Buena, em São Francisco de Itabapoana. Segundo informações de populares, o homem estava em um bar, próximo da pracinha da localidade, quando um homem chegou a pé e disparou pelo menos 5 vezes.

O Resgate da saúde do município foi acionado e a vítima foi removida para o Hospital Manoel Carola em Ponto de Cacimbas em seguida 
removido para o hospital Ferreira Machado em Campos. Não há suspeitos de quem tenha praticado o crime e ainda não foi descoberto a motivação.  Segundo populares a vítima seria da cidade de Rio das Ostras e está morando em Buena a pouco tempo.

 Segundo policiais o homem que levou os tiros tem diversas anotações criminais por tráfico, associação para o tráfico, porte de arma, roubo e homicídio. 


Logo após o atendimento no hospital Ferreira Machado foi constatado que o rapaz alvejado teve 4 perfurações 01 cervical, 02 tórax e 01 no glúteo

Segundo informações passadas neste domingo, 19, o rapaz de nome Deyvid Rocha Manhães de 31 anos, não aguentou os ferimentos e veio a óbito.
Fonte:PM

Pensão alimentícia pode ser revista se renda for afetada na quarentena


Por Redação
A pandemia do novo coronavírus mudou a rotina de milhares de brasileiros no último mês com o isolamento social adotado para evitar a disseminação da doença. Com a maioria das pessoas em casa, muitas empresas foram afetadas a ponto de precisarem até demitir seus colaboradores, além dos comerciantes e empresários que tiveram que fechar suas portas. Com isso, a renda de muitos brasileiros foi prejudicada e há quem esteja sem condições de pagar os valores da pensão alimentícia.

A advogada especialista em Direito Humanizado nas áreas de Família e Sucessões, Debora Ghelman, diz que a crise econômica gerada pelo novo coronavírus significa diminuição de vendas no comércio, perda em investimentos financeiros e o aumento do desemprego e explica que não serão raros os pedidos de revisão de pensão alimentícia.

“Importante esclarecer que a pensão alimentícia é arbitrada pelo juiz levando em consideração a possibilidade de quem paga e a necessidade de quem precisa dos alimentos. Trata-se do conhecido binômio necessidade/possibilidade. E o valor da pensão só poderá ser aumentado ou reduzido caso haja alguma alteração na renda do devedor ou credor dos alimentos. Então, comprovada a redução na capacidade econômica do devedor, é bastante plausível que haja um pedido judicial de revisão dos alimentos” diz a especialista.
Fonte: Aqui Notícias

Ministério da Saúde divulga números da Covid-19 no país

País tem registro atualizado com 2.347 mortes e 36.599 casos de coronavírus


Presidente Jair Bolsonaro e o novo ministro da Saúde, Nelson Teich (Foto: Reprodução)

O Brasil tem 2.347 mortes e 36.599 casos de coronavírus, diz o Ministério da Saúde. O balanço foi divulgado neste sábado (18). Foram apontados 206 óbitos a mais que o total do dia anterior. Isto equivale 9,6% de aumento. A taxa de letalidade está em 6,4%.

De acordo com o Ministério da Saúde, o mais recente balanço dos casos de coronavírus no Brasil apresentam os seguintes dados:

2.347 mortes – na sexta-feira (17), eram 2.141 (o aumento é de 9,6%)
36.599 casos confirmados – na sexta-feira eram 33.682 (aumento de 8,7%)
6,4% é a taxa de letalidade
O estado de São Paulo tem 991 mortes e 13.894 casos

O presidente Jair Bolsonaro deu posse ao novo ministro da Saúde, Nelson Teich, em subsituição a Luiz Henrique Mandetta. O novo ministro não participou de divulgação de dados durante entrevista coletiva neste sábado (18), conforme vinha sendo feito por seu antecessor. Os números foram divulgados pela assessoria de imprensa do Ministério da Saúde.
Fonte:MS

Campos confirma mais três casos de coronavírus e já são 32

Neste sábado foi confirmada a causa da morte do caminhoneiro de 39 anos no último dia 11


Diretora da Vigilância em Saúde de Campos, Andreya Moreira (Foto: Arquivo)

Neste sábado (18), mais três casos do novo coronavírus foram confirmados em Campos. Dentre eles, o do homem de 39 anos que faleceu no último sábado (11). Na ocasião, ele teve diagnóstico clínico epidemiológico, fez dois testes rápidos, mas a confirmação dependia do exame de biologia molecular, cujo resultado foi liberado agora. O caminhoneiro tinha histórico de viagem a São Paulo e Fortaleza, onde há transmissão comunitária do vírus.

Os outros dois casos são duas mulheres, sendo uma de 37 anos, profissional da área da saúde e que está em isolamento social. A outra tem 35 anos e está internada em um hospital da rede particular.

De acordo com dados da Vigilância em Saúde, Campos tem 32 casos da doença (um óbito), 18 mulheres e 14 homens com idade entre 20 e 81 anos. No município há ainda 43 casos suspeitos. Outros 34 foram descartados.

Tratamento – A Prefeitura de Campos implantou o Centro de Controle e Combate ao Coronavírus para atendimento a pacientes com a doença. A unidade recebe encaminhamento da Central de Informações do Covid, através do 192.

Fonte: SupCom

A face de quem está na linha de frente do coronavírus

Diversas categorias não podem parar, mesmo com todos os riscos


A pandemia do coronavírus vem causando medo em boa parte da população mundial e em meio às restrições para evitar o avanço, um grupo de pessoas tem arriscado suas vidas ao estar na linha de frente da batalha contra a Covid-19. Profissionais da saúde que lidam frente a frente com o paciente que contraiu a doença ou com suspeita de contaminação pelo vírus, são os mais lembrados. Porém, caminhoneiros, garis, motoristas de ônibus, bancários, carteiros e frentistas de postos de combustíveis, por exemplo, lidam direto com o público e têm se tornado verdadeiros heróis nessa guerra.

O caminhoneiro Hudson Pinto dos Santos, de 39 anos, morreu no dia 11 de abril em Campos, depois de ficar internado por uma semana e ter passado, inclusive, pela Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Foi o único morto na cidade por Covid-19 até o fechamento desta edição, na noite de sexta-feira (17). A trabalho, Hudson viajou para São Paulo e Ceará, estados brasileiros com grande disseminação da doença.

Médicos


Julyane Alves é médica

Desde os últimos anos de faculdade, a médica Julyane Alves vivencia a rotina das emergências e após se formar, há quase seis meses, trabalha em plantões de hospitais da região. Nessa profissão, quem atua na linha de frente nos atendimentos de porta aberta, aprende a gostar da adrenalina e do perigo, segundo ela.

“Nossa mente e nosso corpo se adaptam às emoções, estresses e cansaços de cada dia de trabalho e, com o tempo, tudo nos hospitais se torna familiar e o dia de trabalho é algo prazeroso e motivador. Porém em março de 2020, a chegada dessa pandemia fez mudar tudo que estava estabilizado em minha mente. Eu me vi e vi a minha equipe rodeada de medo, insegurança e apreensão pelo que vamos enfrentar a cada plantão, afinal tudo é novo. Criamos uma nova rotina de trabalho, os nossos hospitais fizeram inúmeras modificações em suas estruturas e nos fluxos de atendimentos, eu nunca imaginei que fosse passar por algo parecido. Hoje, me paramento toda da cabeça aos pés para poder examinar os pacientes, estudo vários artigos e pesquisas sobre uma doença nova que não aprendemos absolutamente nada na faculdade, é um novo cuidado comigo e com todos que me cercam, é um medo constante do que estar por vir e do que ainda iremos enfrentar. Me distanciei da minha família para preservar a saúde dos meus pais que são idosos e volto pra casa após cada plantão com medo de levar contaminação para dentro dela. Já são dias e dias assim, vivenciando essa realidade que assusta e que é tão distante da que eu esperava enfrentar no meu primeiro ano de formada, mas tenho em meu coração a esperança de que tudo irá passar em breve e que teremos dias melhores”, relata a média Julyane Alves.

Enfermeiros


Gisela Silva é enfermeira (Reprodução)

Gisela Silva atua há três anos como enfermeira no Hospital Dr.Beda. Ela relata que devido ao atual cenário, muitas mudanças foram feitas no local tanto para melhor atender aos pacientes, quanto para a segurança de todos que transitam por ali. Com fé e otimismo, ela acredita que essa fase passará logo, mas não hesita em tomar todas os cuidados necessários antes e após chegar a casa.

“É muito bom e gratificante quando fazemos o que realmente amamos. Eu sou muito feliz por fazer parte desse grupo, dessa empresa. É claro que diante das circunstâncias atuais, acho natural eu ficar insegura e com medo, mas eu sempre tento pensar nas coisas boas, com coragem, ânimo e fé. Eu oro muito quando saio da minha casa e quando chego também. Penso na minha filha e na minha família, mas tenho muita fé no meu coração que Deus está me protegendo e também protegendo todos nós aqui. O hospital está nos amparando muito bem com toda a estrutura, com todos os EPIs necessários, orientações e isso nos dá segurança. Então, mesmo diante de tudo isso, somos uma família, uma equipe forte e pronta a ajudar”, declara Gisela Silva.

Quanto ao momento de receber pacientes com suspeita do Covid-19, ela afirma que o medo natural surge, porém, não paralisa a atuação do seu trabalho.

“Os exames são feitos exatamente com aqueles que apresentam sintomas mais graves. Então praticamente todos os exames que coletamos são de pacientes com a possibilidade de estarem com o vírus. A preocupação é natural, mas o amor à profissão e a certeza de que estamos fazendo um trabalho pela saúde pública, nos leva a encarar essas situações como uma missão”, finaliza.

Garis


Orlando Batista é gari nas ruas de Campos; ele teme o vírus e o desemprego

Quando o gari Orlando Batista foi entrevistado pelo Terceira Via, ele não escondeu dois medos ou preocupações que sentia: do novo coronavírus e de ficar desempregado. Ele e muitos colegas foram colocados em férias coletivas, medida tomada por diversas empresas para reduzir despesas e riscos de contágio da Covid-19. Com o fechamento do comércio, a área central teve redução de pessoas circulando e, consequentemente, de lixo nas ruas.

“Muitos colegas seguem na ativa na coleta semanal de lixo nos bairros. Minha função é varrer e recolher a sujeira das ruas. É um trabalho que muitas pessoas não prestam atenção nem valorizam. Fico triste com a situação da cidade e do que está acontecendo no mundo por causa do vírus. Queria que a normalidade voltasse logo”, disse Orlando.

Motoristas de ônibus


Motorista Tiago Soares

Outra função indispensável neste momento é o transporte público. O motorista de ônibus Tiago Soares, 39 anos, conta que em um trajeto do Novo Jockey ou do Imperial ao Centro embarcavam e desembarcavam 120 passageiros, em média. “Atualmente, são 38 pessoas. Estamos nos arriscando, todos na rua estão. Uso máscara, mas é difícil. Não me sinto herói. Cumpro o meu trabalho. A população poderia reconhecer melhor o motorista”, diz.

Aos 62 anos, Valdecir Gomes diz que há 42 trabalha como motorista de ônibus. Ele faz a linha Uenf-Jockey-Centro. O profissional disse que ainda não usava máscara, pois dependia da direção da empresa. “Estou sempre lavando as mãos e usando álcool. Os rodoviários já foram valorizados, mas isso vem se acabando. É um momento difícil para todos nós, pois a saúde está ameaçada. Quero continuar trabalhando enquanto puder”, afirma.


Valdecir Gomes é motorista há 42 anos em Campos

Bancários


Presidente do Sindicato dos Bancários de Campos

Quem imaginaria que a profissão de bancário poderia um dia ser considerada “de risco”? Acostumados a trabalhar em um ambiente, na maioria dos casos, confortável, esses profissionais se veem, agora, expostos como poucos a um vírus que já matou milhares de pessoas em todo o mundo. Consideradas prestadoras de um serviço essencial, as agências bancárias permanecem abertas durante o período de isolamento social e, seja manuseando dinheiro, seja em contato direto com clientes, os bancários são os responsáveis por manter esse serviço em pleno funcionamento, mesmo que, para isso, precisem enfrentar o medo.

Gerente de uma agência situada no Centro de Campos, Gustavo Rosa tem tomado todas as previdências para evitar ao máximo os riscos. A instituição financeira em que ele trabalha afastou funcionários enquadrados no grupo de risco, disponibilizou equipamentos de proteção individual (EPIs) e oferece álcool em gel também para os clientes. Em reunião com os funcionários, Gustavo também decidiu implementar um revezamento: em uma semana, uma equipe trabalha na agência e outra em casa; na semana seguinte, os papéis se invertem.

“O que podemos fazer para amenizar a exposição, temos feito. Mas, ainda assim, o receio continua. Jamais passou pela nossa cabeça que poderíamos ser considerados profissionais que atuam em uma área de risco e agora nos vemos nessa situação… Antes, nosso medo era só de assalto. Agora, temos medo de um vírus invisível”, lamentou.

O presidente do Sindicato dos Bancários de Campos, Rafanele Alves, declarou que está em negociação constante com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), solicitando que sejam tomadas providências e garantindo estruturas para os bancários trabalharem. Ele afirmou que apenas 30% do efetivo devem continuar indo às agências diariamente, conforme essas negociações, e também destacou o trabalho da Prefeitura de Campos e das forças de segurança na fiscalização das unidades da cidade. Inclusive, duas agências foram fechadas por não estarem adequadas às medidas de higiene e de contingenciamento de pessoal.

“Além disso, o Sindicato ainda está com carros de som orientando a população a respeitar o afastamento de 1,5 metros e, caso seja possível, a evitar ir até a agência e optar por resolver suas pendências pelos aplicativos. Isso vale principalmente para a Caixa Econômica, que nos últimos dias tem tido bastante aglomeração devido ao depósito do auxilio emergencial. As precauções para proteger o funcionalismo e os clientes vêm sendo tomadas, mas a verdade é que com um vírus como este, quem precisa se expor a ele pode, de fato, ser considerado um herói”, concluiu.

Carteiros


Correios mantêm atividades como a função de entrega pelos carteiros

Os carteiros sempre estiveram expostos: trabalhando diariamente nas ruas, eles precisam enfrentar o sol, a chuva e outras dificuldades para que as correspondências cheguem à casa de todos. Acontece que uma exposição como a que eles se colocam neste momento de transmissão comunitária do coronavírus tornou essa profissão ainda mais nobre e arriscada.

No caso dos Correios, não só os carteiros estão expostos: também aqueles que exercem funções internas, manuseado mercadorias, estão em risco constante. E, até o agora, apenas o álcool lhes foi fornecido. Essa informação foi passada por um funcionário que preferiu não identificar por medo de represálias. Segundo ele, máscaras e luvas ainda não foram distribuídas nas quatro agências de Campos e o medo é grande devido aos casos de mortes de carteiros no Rio de Janeiro, no Espírito Santo e em São Paulo.

Aproximadamente 50 carteiros são responsáveis por atender toda a cidade de Campos, mas aqueles que se enquadram em grupos de risco – trabalhadores com mais de 60 anos, com problemas respiratórios, hipertensos e diabéticos — foram afastados de suas funções durante a pandemia. Os carteiros também são orientados a não pedir a assinatura dos destinatários no momento da entrega. O sindicato da categoria já entrou com um pedido de ação civil pública com determinação judicial em caráter liminar para que a entidade forneça os EPIs, uma vez que, sem esses equipamentos, o risco continua.

“O temor existe porque a possibilidade de se contaminar no local de trabalho é grande. Somente na agência da Rocha Leão, por exemplo, há aproximadamente 60 servidores. E nós não estamos preparados para lidar com essa situação. Mas, apesar disso, continuamos”, afirmou o funcionário.

Por e-mail, os Correios garantiram que estão “atentos à proteção de empregados e clientes, com protocolos operacionais e profiláticos baseados nas orientações do Ministério da Saúde”. Ainda segundo a nota, entre as medidas já adotadas pela estatal estariam “o envio de orientação a todos os empregados quanto aos cuidados básicos de higiene; a disponibilização de álcool gel 70%; máscaras para os carteiros e operadores de triagem; e intensificação de procedimentos de higienização e limpeza do ambiente e equipamentos”.

As entregas continuam ocorrendo em todo o país e algumas agências sofreram ajustes temporários no horário de funcionamento, mas sem prejuízo da continuidade e da oferta de serviços e produtos à população.

Apesar das medidas tomadas por governadores e prefeitos para que haja um maior recolhimento das pessoas em casa para evitar a proliferação do coronavírus, muitos profissionais não podem seguir essas determinações, muito menos os conselhos do “fique em casa”. É o caso dos frentistas que estão na linha de frente da batalha.

Frentistas


Romário da Silva é frentista (Foto; Carlos Grevi)

O Romário da Silva tem 46 anos e 20 deles dedicados a um posto de combustível, na Avenida 28 de Março, na altura do Parque Santo Amaro, em Campos. Ele, atualmente é gerente de pista do posto e trabalha oito horas por dia, de segunda a sábado, lidando com diversas pessoas.

“Nós aqui não conseguimos trabalhar de casa, o combustível não para. É essencial estar aqui atendendo todo dia, mesmo alguns clientes estando receosos em sair da residência. Aqui a gente coloca máscara e sempre usa o álcool em gel, para não ser contaminado”, falou.

Por força da profissão, ele tem que ficar na pista do abastecimento de combustível dos veículos o tempo todo, auxiliando outros frentistas, além de manusear dinheiro e máquinas de cartões.

“O maior risco aqui mesmo é o dinheiro, porque botamos a mão, depois esquecemos e passamos no rosto. Mas, mesmo assim nós temos todos os cuidados, lavamos as mãos diariamente. Aqui a gente tem cautela”, disse.

O modo de prevenção do Romário é utilizar o álcool em gel, diferente dos outros trabalhadores do posto, que estão usando máscara, mas para ele, também existe outras maneiras de se proteger como chegar em casa e colocar toda roupa que foi usada no dia para lavar.

“Minha esposa fez uma cirurgia no pulmão, tem dificuldade de respirar e está no grupo de risco. Tenho três filhos também e me preocupo com eles. O cuidado tem que ser redobrado diariamente”, explicou.

Mesmo com o movimento no posto tendo caído em torno de 70%, por conta do isolamento social imposto pelas autoridades de saúde, Romário tem estado atento.

“Atendi no posto, recentemente, um casal que veio do Rio de Janeiro e na família tinha um parente com a Covid-19, mas que já foi curado. São muitos contatos e a pandemia está crescendo no Brasil, então temos que nos prevenir”, finalizou.

Atendentes de farmácia

A farmacêutica Carolina dos Santos é mais uma destas profissionais que precisa sair de casa para trabalhar mesmo durante este período de pandemia de coronavírus. Ela, que diz se cuidar com uso de máscara e luvas, precisa deixar as duas filhas pequenas em casa para ir ao trabalho e lida diretamente com várias pessoas todos os dias.

“Não tem jeito, nós estamos na linha de frente. Sou farmacêutica formada e trabalho na farmácia de uma unidade de saúde, então tenho contato com todos os tipos de pessoas. Este é o meu trabalho e eu preciso. Mas é triste pensar que posso pegar essa doença e levar para as minhas duas filhas pequenas, meu marido ou meus pais idosos por causa de pessoas que não estão se cuidando ou apesar de tudo não estão acreditando na doença. Nós também temos medo, mas não podemos deixar o trabalho. É preciso que haja conscientização de todos”, contou.

Caminhoneiros


Josiel Machado é caminhoneiro há 30 anos (Foto: Reprodução)

Desde 2018, quando mobilizaram uma grave que desestruturou o país, os caminhoneiros já mostraram o seu valor. Ficou claro, à época, que, sem eles, o Brasil para. Agora, diante da crise causada pelo novo coronavírus, mais uma vez esses profissionais mostram-se imprescindíveis: são eles os responsáveis por levar alimentos e insumos aos estados e municípios, garantindo, mesmo em risco, a segurança daqueles que podem ficar em casa. Tanto que, em Campos, a primeira vítima fatal da covid-19 foi, justamente, um caminheiro que exercia seu trabalho. Trabalho esse digno de um herói.

Há 30 anos nas estradas, Josiel Machado, disse estar apavorado como nunca. Ele, mesmo evitando descer do caminhão, mantendo a distância das pessoas e seguindo as recomendações de higiene, perde noites de sono pensando no perigo que o cerca e na situação arriscada em que coloca sua família. Ainda mais após a notícia de que seu colega de profissão faleceu acometido pela doença. Mas, ao mesmo tempo, Josiel encontra forças para continuar quando pensa na importância de sua função.

“Pela primeira vez eu fui parabenizado por um policial que disse que nós, os caminhoneiros, somos aqueles que se arriscam diariamente para manter a comida na mesa de todos. Também tenho recebido muito carinho das pessoas que encontro e quando vejo nos letreiros da BR-101 e da Ponte Rio-Niterói o reconhecimento do meu trabalho, fico feliz apesar do medo”, declarou.
Fonte: Terceira Via

sábado, 18 de abril de 2020

Dois elementos foram presos por roubos em Alegria dos Anjos São Francisco de Itabapoana RJ


   Em apoio à justiça, policiais militares da 3ª Cia de São Francisco de Itabapoana procederam a 147ª DP, onde mantivemos contato com os inspetores Mauro e Wagner, onde foi alinhado uma operação no local em tela, pois na área da 3ª Cia, estaria ocorrendo diversos roubos a residências e fazendas, que em levantamentos de informações realizado por guarnições da PM da 3° CIA, onde foram apresentadas diversos vídeos em que dois indivíduos, seriam os autores, sendo também apresentado a qualificação dos acusados. 

Após essas informações chegadas ao conhecimento da autoridade policial judiciária, Sra. Dra delegada de  Polícia, foi confeccionado inquéritos e apresentado a justiça, onde a promotoria ofereceu denúncia contra os elementos de iniciais R, C, da S, 30 anos, e   H, G, F, L, 23 anos, sendo expedido o mandado de prisão preventiva em desfavor dos mesmos, conformes processo referente aos artigos 157, inciso 2°, parágrafo 1°, 2° e 4° do CP (ROUBO MAJORADO), assinado pelo MM juiz de direito Dr Márcio Roberto da Costa da comarca de São Francisco do Itabapoana RJ.

Diante do exposto policiais procederam a localidade de Alegria dos Anjos próximo a Escola e ao antigo Pesque e pague, onde obtiveram o êxito em prender os dois citados acima, conforme ordem judicial, após procederam a 147ª DP, onde os mesmos foram apresentados a autoridade policial judiciária, para as formalidades legais, permanecendo na carceragem da DP, em perfeito estado físico e mental.
Fonte:PM

São Francisco restringe entrada de pessoas de outras cidades. Mega operação de fiscalização está sendo preparada



O município de São Francisco está com: 10 casos notificados; 3 casos confirmados; 6 descartados; 1 investigado e 1 óbito, provocado pelo coronavirus. Diante do quadro de emergência, a Prefeita Francimara Azeredo endurece as medidas para conter o avanço da pandemia. 

Foi publicado no Diário Oficial(D.O) desta sexta-feira (17/04) decretos restringindo a realização de velórios e a proibição da entrada de pessoas, não moradoras, no município. Além disso, confere o uso de Poder de Polícia aos agentes fiscalizadores para fechamento de estabelecimentos comerciais que não cumprirem as medidas preventivas, para evitar a propagação do vírus, estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde(OMS).

Velórios
O decreto determina que os velórios e sepultamentos só poderão ocorrer no horário entre 9 e 17h, com velório sendo de apenas uma hora de duração. As cerimônias de velório deverão ser realizadas exclusivamente nas capelas mortuárias dos cemitérios, estando proibidas a realização delas em Igrejas, Templos ou qualquer outro local de realização de missas, cultos, e similares. Os velórios decorrentes de óbitos ocorridos após as 17h deverão ser realizados na própria funerária ou hospital onde ocorreu o falecimento.

Acesso aos limites do Município
Outro grande desafio para o poder público municipal será a fiscalização, proibindo a entrada de veículos e pessoas de outros municípios que tenham casos confirmados de coronavirus.
Os acessos ao município contarão com barreiras fixas e móveis que terão monitoramento do estado de saúde e prevenção aos ocupantes dos veículos. As barreiras começarão a meia noite deste sábado(18)
Ficam restritos de entrar no município, pessoas sem mascara, com sintomas do COVID-19, além de veículos com registro de licenciamento, bem como seus ocupantes originários de cidades com casos confirmados de coronavírus.

Os veículos com registro de licenciamento provenientes de outros municípios, em que o condutor comprove residência fixa no Município de São Francisco de Itabapoana, estarão liberados.
Também estarão liberados de acesso os veículos de transporte de gêneros alimentícios, combustíveis, produtos medicinais, de serviços de encomendas e outros de caráter essencial; os carros oficiais, ambulâncias, resgates e viaturas.

Regras para entrar no município:
Poderão acessar o município os moradores com residência fixa devidamente comprovada no Município de São Francisco de Itabapoana, através de:
a) Título de eleitor; b) Comprovante de Residência, emitido por concessionária de serviços públicos, com prazo superior a 90 (noventa) dias; c) Escritura Pública do imóvel ou contrato de locação pactuado há mais de 90 (noventa) dias; d) Contracheque ou portaria de nomeação do Servidor Público Municipal; e) Declaração do empregador para colaborador/funcionário que esteja prestando serviço de natureza essencial no Município de São Francisco de Itabapoana; f) Profissionais da Saúde, Segurança Pública, Assistência Social e demais atividades essenciais desempenhadas fora deste município, com a devida
comprovação.

Estão proibidos ainda a entrada de veículos de transporte de passageiro por aplicativo; transporte público intermunicipal e transporte individual de passageiros - Taxi.

Os casos ausentes nessas regras poderão ser avaliados pelos agentes, sendo permitida a entrada de veículos de acordo com o interesse público. A proibição está em vigor até o dia 30 de abril, podendo ser interrompida, modificada ou prorrogada de acordo com interesse público.

Comércio
As pessoas ou estabelecimentos que descumprirem as determinações do poder público terão os seus alvarás cassados e os estabelecimentos interditados, podendo-se fazer uso do poder de polícia para forçá-los à adoção de medidas que entenderem adequadas compulsoriamente, inclusive com o fechamento do estabelecimento, sem prejuízo da responsabilização civil ou criminal, na forma da Lei.

Mega Operação
Uma Mega Operação pode estar sendo preparada para começar a acontecer neste sábado (17/04), ainda pela manhã haverá uma reunião entre representatividades da operação para que possam colocar em realização a partir do meio dia, vários organismos de segurança, estarão envolvidos sob a coordenação Ministério Público. A operação com os agentes com Poder de Polícia terá como alvo os estabelecimentos comerciais que estão descumprindo as normas estabelecidas pelo Decreto de calamidade em vigor no Estado do Rio de Janeiro e os decretos estabelecidos pelo município de São Francisco.

RIOCAP: COMUNICADO!

SAÚDE É PRIMORDIAL EM SÃO FRANCISCO DE ITABAPOANA RJ




Mais um homem é assassinado a tiros em Campos


Reprodução

O corpo do homem foi encaminhado para o Instituto Médico Legal de Campos.

Um homem, identificado como Alexandre Ribeiro Viana, de 33 anos, foi assassinado a tiros, na noite desta sexta-feira (17/04), na Rua Pery Peixoto, no Parque Presidente Vargas, em Campos.

Segundo a Polícia Militar, a vítima foi surpreendida por vários disparos de arma de fogo, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Ainda de acordo com a PM, ainda não se sabe a motivação e autoria do crime.

O corpo do homem foi encaminhado para o Instituto Médico Legal de Campos.

Fonte: Ururau

Mercado Municipal: controle de acessos para evitar aglomeração


Supcom

Plano de contingenciamento conta com quatro entradas e saídas que contam com equipes da Codemca oferecendo álcool gel

A Prefeitura de Campos começou nesta sexta-feira (17) a controlar os acessos ao Mercado Municipal para evitar aglomerações no espaço público durante o período de pandemia da covid-19. Ao todo, foram implementados quatro pontos de entrada e saída, com equipes uniformizadas da Companhia de Desenvolvimento do Município de Campos (Codemca) higienizando as mãos dos transeuntes e controlando os acessos. No local, funcionam também e Feira Livre e a Peixaria.

A Codemca instalou pontos de entrada e saída na Rua Tenente Coronel Cardoso (Rua Formosa ), outra na Avenida José Alves de Azevedo (Beira-Valão), uma pela Barão de Amazonas (espaço de obras do Shopping Popular) e no estacionamento da Rua João Pessoa. As entradas da Feira de Peixe foram fechadas para viabilizar o fluxo de pessoas no entorno.

De acordo com o presidente da Codemca, Vinicius Vianna, as pessoas têm que ter a consciência que, neste momento, é necessário ficar em casa e sair para as ruas somente em casos de extrema necessidade.

— Implementamos o controle de acesso das pessoas no Mercado com o objetivo de evitar aglomerações no espaço. Fizemos para ficar bom tanto para os feirantes quanto para os consumidores. As equipes estão nas quatro entradas com álcool gel para higienizar as mãos de quem entra e sai do local — explicou Vinicius.
Fonte: Supcom

Estado de Calamidade Pública aprovado na Alerj


Reprodução

Decreto foi publicado pela prefeita Carla Machado na segunda-feira, 13, devido à crise do coronavírus.

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou na última quinta-feira, 16, o decreto de calamidade pública de São João da Barra publicado pela prefeita Carla Machado na última segunda feira, 13. A aprovação ocorreu após votação por vídeoconferência do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 33/20. A Alerj ainda aprovou o pedido de outros 65 municípios do Estado do Rio.

O Estado de Calamidade Pública foi decretado no município devido à grave crise de saúde ocasionada pela pandemia da Covid-19, que impede o cumprimento das obrigações financeiras, orçamentárias e fiscais, diante da necessidade de adoção de medidas de enfrentamento da emergência em saúde pública, de importância internacional.

O Decreto também leva em consideração a grave queda na arrecadação e o aumento dos gastos públicos não previstos que devem ser compatibilizados com a legislação vigente, como a Lei de Responsabilidade Fiscal, em especial o seu Artigo 65.

"A Alerj teve uma decisão muito acertada, que comprova estarem cientes do que vem acontecendo em todo o mundo, principalmente em nosso país, nos estados e seus municípios. A aprovação do Decreto de Calamidade Pública vai garantir políticas públicas voltadas à população, visando a redução do aumento da doença, e além disso, fortalecer nossas ações de prevenção", destacou a prefeita Carla Machado.

Vale destacar que a medida aprovada nesta quinta-feira não precisa ir à sanção do governador Wilson Witzel. Ela será promulgada no Diário Oficial do Legislativo pelo presidente da Alerj, André Ceciliano.
Fonte: Ascom SJB

Professora do Espírito Santo que dá aula em Campos morre de covid-19, afirma jornal O Globo

Alice Lopes trabalhava em duas escolas estaduais do município; um diretor de escola e dois alunos de Duque de Caxias também morreram


Professora Alice Lopes trabalhava em duas escolas estaduais de Campos

Uma professora aposentada da rede estadual que atuava no Colégio Estadual Estefânia Pereira Pinto, em Santo Eduardo, e no C.E. Doutor José Pereira Pinto, em Santa Maria, distritos de Campos, morreu nesta sexta-feira (17). De acordo com o Jornal O Globo, ela foi vítima do novo coronavírus. O jornal atribui a informação ao Secretário Estadual de Educação, Pedro Fernandes, que publicou um vídeo em suas redes sociais (ABAIXO) informando sobre a morte da professora, e também de um diretor e dois alunos da rede; No vídeo, o secretário não afirma a causa da morte, mas confirmou ao Jornal O Globo que foi Covid-19.

A professora de Campos foi identificada como Alice Lopes e lecionava a disciplina de Artes nas duas instituições acima citadas. Alice teria falecido em Cachoeiro do Itapemirim, no sul do Espírito Santo, e a morte dela deve ser contabilizada pela Secretaria de Saúde deste município capixaba. A professora era moradora do município de Mimoso do Sul.

De acordo com professoras amigas de Alice, o enterro aconteceu na quinta-feira (16). “Ela era muito querida, mas nem pudemos nos despedir dela. Estamos muito chateados. Ela era uma guerreira e exemplo para nós, pois vinha diariamente de Mimoso para dar aula. A última aula que ela deu foi no dia 15 de março, quando tivemos contato com ela pela última vez”, disse uma professora que preferiu não se identificar. Outro colega de Alice – que também não se identificou – informou que tinha leucemia.

Já o diretor de escola foi Carlos Henrique Ferreira Silva, do Ciep 198 Profa. Roza Ferreira de Mattos, em Duque de Caxias. O secretário de Educação não deu informações sobre os alunos vitimados pela covid-19.

Pedro Fernandes destacou que as unidades estaduais permanecerão fechadas, apesar do presidente Jair Bolsonaro ter defendido a reabertura das instituições de ensino.

A assessoria da secretaria estadual de Educação informou que o secretário não disse que a professora morreu de Covid-19, mas também não afirmou que o jornal O Globo está com informação equivocada.

A equipe de reportagem do Jornal Terceira Via entrou em contato por e-mail com a Secretaria Estadual de Saúde e aguarda nota oficial sobre o caso.
Fonte: O Globo

Rafael não aceita sugestões de empresários de Campos e mantém comércio fechado até dia 30

Empresários pediram funcionamento do comércio com "meia porta aberta" e máximo de 50% do efetivo, mas prefeito foi inflexível


Comércio em meia porta
(Foto Carlos Grevi)

O prefeito de Campos Rafael Diniz e o Procurador Geral do Município, José Paes Neto, estão neste momento dando tratamento final ao terceiro Decreto seguido sobre medidas para combater o coronavirus no município. Esta Coluna apurou que o no decreto manterá o comércio fechado até o dia 30 de abril.

Existe e a especulação sobre a obrigatoriedade do uso de máscaras para as pessoas que estiverem nas ruas, mas uma fonte informou que, embora isso esteja sendo estudado, não deverá constar do decreto que vai ser publicado no Diário Oficial no início da noite desta sexta-feira (17) e passará a vigorar a partir de segunda-feira, dia 20.

Também nesta sexta, entidades representativas de classe que formam o Conselho Empresarial de Desenvolvimento de Campos (Cecam) apresentaram ao prefeito Rafael Diniz um cronograma de flexibilização de abertura gradual do comércio, mas o chefe do executivo foi taxativo ao afirmar que não poderia atender a pauta neste momento e que toda a flexibilização possível já foi autorizada.

“Nossas empresas exercem relevante função social e são responsáveis pela manutenção da existência digna de seus colaboradores e familiares de seus proprietários, além de ser importante base para a economia do nosso município. Por estas razões, pedimos que a revisão das medidas e que se observem as sugestões para sua flexibilização, de maneira a propiciar que sejam minimizados os gigantescos impactos ao tecido econômico e social de nossa cidade”, diz a introdução do documento.

Os empresários pediram que estabelecimentos comerciais sejam autorizados a funcionar com uma de suas portas aberta, com no máximo 50% (cinquenta por cento) de seu pessoal regular, permitindo o ingresso de clientes em número máximo e seguro (conforme estabelecido pelas autoridades médicas) em seu interior e/ou com hora marcada (especialmente nos casos que seja necessário a prova da mercadoria) ou, caso entendam não ser possível esse modo de funcionamento, que sejam analisadas outras alternativas.

Sugeriram também a ampliação do horário bancário com objetivo de atender a população sem qualquer tipo de aglomeração, especialmente os aposentados, pensionistas, beneficiários do auxílio emergencial e empresários; bem como a autorização para abertura das óticas, em razão de se tratar de atividade essencial para parcela expressiva da população.

Por fim, os empresários ainda destacaram que as medidas não representam qualquer tipo de descumprimento ou não observância de parâmetros técnicos ou médicos, uma vez que o diretor da OMS, em recente pronunciamento, se mostrou favorável à flexibilização do estado de isolamento social nos países de menor renda, que já sofrem qualquer fragilidade econômica e/ou possuam vulnerável sistema de assistência social, como é o caso do Brasil.
Coluna do Balbi