domingo, 26 de setembro de 2021

Ministério Público solicita bloqueio de bens de Brand Arenari, ex-secretário de Educação

Ação em que Brand e mais três sãos réus trata de supostas irregularidades na compra de kit alimentação distribuídos a alunos na pandemia

Brand Arenari, ex-secretário de Educação (Foto: Silvana Rust)

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) solicitou o bloqueio de bens do ex-secretário de Educação de Campos, Brand Arenari, e de mais três réus em uma ação civil pública de Improbidade Administrativa – Abuso de Poder / Atos Administrativos que trata de possível superfaturamento na compra de kits de alimentação. Os kits foram adquiridos pela Prefeitura e distribuídos aos alunos da rede municipal de ensino durante o início da pandemia no novo coronavírus, ainda em abril 2020. Brand ocupou a pasta durante a administração do ex-prefeito Rafael Diniz.

Segundo o Ministério Público, “a ação civil pública aponta a prática de sobrepreço/superfaturamento e direcionamento na contratação de empresa pelo município de Campos, mediante dispensa de licitação, para o fornecimento de kit-alimentação, durante o período de suspensão das aulas, devido à pandemia causada pelo Covid-19. Na ação, o MPRJ requer que seja liminarmente decretada a indisponibilidade dos bens do ex-secretário, no valor de R$ 1.428.665,13, visando ao ressarcimento do erário municipal e ao futuro pagamento das multas civis”.

Também são réus na mesma ação Quotidien Comercial Atacadista Ltda, além de seus administradores Ignácio de Moares Júnior e Márcio Milioni. A ação civil pública tramita na 2ª Vara Cível de Campos.

“Durante as investigações, foi identificado ainda que a sociedade empresária ré Quotidien tem como sócios a sociedade empresária “Nutriplus Alimentação e Tecnologia Ltda e Ignácio de Moraes Júnior, também sócio da Nutriplus, sendo certo que ambas as pessoas jurídicas constam do mesmo endereço, no município de Salto/SP, o que demonstra que a Quotidien é a própria Nutriplus, apenas com outra denominação. A Nutriplus é notória por ter integrado a chamada ‘Máfia das Merendas’, com fraudes a licitações para o fornecimento de merendas a creches e escolas da rede pública, principalmente em SP”, afirma o MP.

O pedido de bloqueio não é recente, mas o caso ganhou repercussão neste fim de semana na imprensa local. O MPRJ requereu a indisponibilidade dos bens em 17 de junho de 2021. Também no mês de junho, mas de 2020, o Ministério Público, por meio da Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Infância e da Juventude de Campos dos Goytacazes, apontou possíveis irregularidades na compra dos kits alimentares (veja aqui).

A equipe de reportagem não conseguiu contato com Brand Arenari, Quotidien Comercial Atacadista Ltda, Ignácio de Moares Júnior e Márcio Milioni. Ainda assim, respeitando o princípio do contraditório, o Jornal Terceira Via aguarda e publicará a versão dos réus sobre o fato.
Fonte: Terceira Via

Acidente grave mata motorista próximo a Volta Redonda em São Francisco de Itabapoana RJ



    Um acidente de trânsito muito grave aconteceu na noite deste sábado, 25, próximo a localidade de Volta Redonda em São Francisco de Itabapoana.

O Manoel Jorge perdeu  o controle de seu carro um Pálio que ficou destruído com o impacto vindo a sair da pista RJ224 e caindo num matagal e ainda bateu numa árvore, ele foi socorrido direto para o hospital Ferreira Machado, onde passou por uma intervenção cirúrgica na cabeça onde a pancada foi maior mas, infelismente não resistiu  e foi a óbito.

Ele era morador de Pingo D'água zona rural do município e muito querido pelos moradores. 

O extinto militou por muitos anos na Esmec como motorista e dirigiu muito os transportes escolares e ônibus de linha da empresa Rogil.

Já deixa saudades entre seus familiares e amigos, a qual deixamos aqui nossos sentimentos da equipe do blog.


Fonte Redação

Crianças nas ruas de Campos desafiam Prefeitura, Conselho Tutelar e Ministério Público

Há dois anos o Terceira Via publicou matéria sobre o assunto; ao voltar ao tema, revela que o problema ainda está longe de uma solução

POR OCINEI TRINDADE
Sinal de trânsito| Menino vende balas nas ruas de Campos (Foto: Carlos Grevi)

No fim de 2019, o Jornal Terceira Via publicou reportagem sobre a eleição do novo Conselho Tutelar e os desafios a serem enfrentados em Campos dos Goytacazes, em relação à infância e adolescência. Dois anos depois, os problemas referentes ao tema aumentaram, sobretudo a partir da pandemia de Covid-19. Mais crianças e famílias passaram a circular pelas ruas, pedindo dinheiro ou vendendo balas em semáforos. Conselheiros se queixam de más condições de trabalho. O Ministério Público tem acionado judicialmente a Prefeitura de Campos para resolver questões referentes ao órgão e às crianças nas ruas.
A conselheira tutelar Geovana Almeida está há oito anos na função (Foto: Silvana Rust)

A pandemia agravou a situação econômica de milhares de famílias. De acordo com o Ministério da Cidadania, com base no Cadastro Único, em Campos há 49 mil famílias em situação de extrema pobreza, vivendo com até R$89 por mês. Isto reflete ainda em violência doméstica e maior vulnerabilidade infantil, segundo a conselheira tutelar Geovana Almeida. “Sempre tivemos dificuldades no órgão, mas a pandemia trouxe ainda mais problemas para os conselheiros, para as famílias e para o governo”, diz.

A circulação de mais crianças pelas ruas nos últimos meses pode ser conferida em vários locais da cidade. Com as escolas fechadas e aumento do desemprego, muitos menores têm sido expostos ao trabalho infantil. Algumas são exploradas. No cruzamento de uma rua central, P., de nove anos, foi flagrado vendendo balas sozinho. Disse que vive com a mãe e o padrasto em Guarus. Está sem estudar, apesar de matriculado na 4ª série do ensino fundamental. “Vendo bala para ajudar em casa”, responde desconfiado.

No cruzamento da Avenida Pelinca com a Rua Barão da Lagoa Dourada, há quase dois meses uma mulher e quatro filhos pequenos vendem balas no sinal. Ela pede para não se identificar. Moradora do Parque Santa Rosa, recebe o Bolsa Família, mas diz que o benefício é insuficiente para manter as despesas da casa. Outra mulher que não quis se identificar mora em imóvel invadido na Rua do Ouvidor. Fugiu do tráfico de drogas na região da Baixada Campista. “Me cadastrei na Prefeitura para ter uma casa, mas não consigo nada. Vendo doces no sinal, recebo Bolsa Família de R$195, mas é pouco para cuidar da minha filha que tem menos de um ano”, conta.

Com oito anos de atuação no Conselho Tutelar (CT), Geovana Almeida afirma que há coisas que só o Poder Público Municipal pode fazer.
“Quando a gente avisa às mães que a criança não deve ficar no sinal, ela diz que não tem o que comer. Como resolver? O que o Município oferece para essas famílias? Uma cesta básica em dia marcado não resolve. Não temos muitas famílias na rua. Os problemas estão mapeados e identificados, mas o Município não resolve. O Ministério Público cobra ações da Prefeitura, alguns avanços acontecem. Não sei se o Município acha bonito essas crianças na rua e a culpa ser atribuída ao Conselho Tutelar. O CT requisita o serviço público em tudo. A saída é abrir escolas e os equipamentos municipais”, considera.
Lídia Cunha | Conselho tem limitações

Queixas dos conselheiros
Campos possui cinco sedes do Conselho Tutelar em diferentes regiões do Município. São 25 conselheiros ao todo, eleitos por votos populares da comunidade. O atual mandato termina em 2023. Lídia Cunha é um dos 16 novos conselheiros tutelares que assumiram em 2020. Há quase dois anos ela atua no CT de Guarus. Lidia diz que a função de abordar famílias na rua não é do Conselho Tutelar, mas do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), equipamento da Assistência Social, ou por serviços especializados do Centro Pop. “Nossas atribuições estão estabelecidas no artigo 136 do Estatuto da Criança e do Adolescente. Não executamos serviços, mas os requisitamos. O Conselho Tutelar aplica medidas protetivas. Cada instituição atua de acordo com funções estabelecidas em Lei”, diz.

O cumprimento de leis esbarra em alguns problemas, como relata a conselheira Mirian Faria. “Estamos com muita dificuldade em casa, pois encontramos uma sede sem condições mínimas de trabalho, no Jardim Carioca. Após acionarmos o Ministério Público, fomos alocados em outra sede do CT provisoriamente, mas estamos nesta situação há um ano e meio, e nada foi resolvido. A sede é pequena para duas equipes no mesmo espaço, traz muito prejuízo ao trabalho. O carro que temos é precário”.
Guarus | Mirian aponta falta de estrutura

A conselheira Ana Paula Guimarães diz que já enfrentou muitos riscos de acidentes com carros sem manutenção. “Um deles não marca a quilometragem. Até para abastecer é complicado. O CT é autônomo, apesar de estar ligado à Fundação Municipal da Infância e da Juventude. Não temos nada a ver com políticos e igrejas, apesar de alguns quererem influenciar nas atribuições do CT”.

Além de reclamações de estrutura, há queixas salariais. A carga horária de trabalho é de 30 horas semanais, além de plantões em fins de semana. O salário bruto R$2.867,00. A Prefeitura estabelece o valor, baseado na Lei Municipal 8419/2013 que ampara direitos e atribuições para os conselheiros. “Desde o início do ano não houve nomeação de coordenadores das unidades do CT para cuidarem das questões burocráticas e administrativas”, destaca Geovana Almeida.


Ministério Público em ações
A Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Infância e Juventude de Campos dos Goytacazes afirma que os Conselhos Tutelares são órgãos autônomos de extrema relevância.

“Cabe à Fundação Municipal da Infância e Juventude a oferta de estrutura ao funcionamento dos Conselhos. Há em curso Inquéritos Civis para cobrar providências do poder público para sanar os principais problemas que afetam a qualidade do serviço ofertado à população, especialmente a ausência de sede própria para o CT II, a carência de pessoal de apoio administrativo para as funções burocráticas dos Conselhos e a precariedade dos veículos, fundamentais para a realização de diligências e visitas, especialmente nas regiões mais afastadas da área central”, destaca a promotora Anik Rebelo Assed.

Reuniões com integrantes do CT sobre o fluxo de assistência a crianças e adolescentes em situação de rua são constantes.

“Desde a última reunião realizada sobre o tema das crianças e adolescentes nas ruas, e a identificação do aumento do número, foi pactuada com o município a criação de uma força-tarefa entre a equipe da Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social e Conselhos Tutelares para identificação dos casos e providências. Outra medida adotada tem sido a busca pelo retorno do funcionamento de aulas presenciais, em modelo híbrido, das unidades da rede municipal de ensino, a fim de que os menores possam voltar ao ambiente escolar, assim como já ocorre com os alunos da rede estadual e da rede privada”, afirma a promotora.
Frota do Conselho Tutelar de Campos apresenta deficiência

Posição da Prefeitura de Campos

O presidente da Fundação Municipal da Infância e da Juventude, Fabiano de Paula, foi questionado sobre os problemas apontados pelo Ministério Público e pelo Conselho Tutelar. Segundo ele, com base no primeiro mandato do governo Wladimir Garotinho, “houve muitos avanços em relação ao ano de 2020”. Ainda segundo o secretário, devido a questões familiares, muitas crianças saem das ruas, mas acabam voltando por questões diversas.

De acordo com o governo, há atuação em conjunto com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social para o amparo e acolhimento das famílias em situação de rua e aplicação das medidas protetivas; e há reparos na maioria dos veículos que atendem os Conselhos Tutelares.

Sobre as queixas dos conselheiros, Fabiano informou que “A FMIJ, especificamente a atual Presidência, vem empenhando em promover os reparos na maioria dos veículos que atendem os Conselhos Tutelares. Apesar de todas as dificuldades financeiras, atrelado ao fato de que a utilização dos veículos é intensa, o que demanda rotineiros reparos e manutenção, a FMIJ tem conseguido suprir as necessidades e não deixa que nenhum dos Conselhos fique sem veículo para as diligências necessárias. Estamos em fase de finalização de locação de imóvel amplo que será a nova sede do Conselho Tutelar II, este que há aproximadamente 3 anos divide a sede com o Conselho Tutelar I. A nova sede irá oferecer mais conforto e qualidade do atendimento à população, conselheiros e demais funcionários. Também foram realizadas adequações na sede do Conselho Tutelar V para melhor atendimento às crianças, adolescentes e população geral que precisa do Conselho Tutelar”.

Em relação à ociosidade dos menores, o secretário informou que “as atividades lúdicas estão ocorrendo, de forma presencial, atendendo todos os protocolos de segurança, em todos os acolhimentos. Em paralelo, está sendo feito planejamento com os profissionais para que, de forma segura, sejam retomadas as atividades, na forma híbrida o quanto antes. Também ofertamos de forma online, diversos cursos para adolescentes: o Qualifica Jovem, que oferece Informática básica para 14 a 17 anos, Informática para documentos oficiais para 14 a 17 anos, Gastronomia para 14 a 17 anos, Programa SCFV, e programa Esporte Cidadão”.
Fonte: Terceira Via

sábado, 25 de setembro de 2021

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Covid-19: NF apresentou a maior queda no número de óbitos

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Mapa de Risco: estado tem queda de 30% no número de óbitos

A 49ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, divulgada nesta sexta-feira (24.09) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), aponta redução de 34% nas internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e de 30% no número de óbitos provocados pela doença. Com isso, o estado do Rio de Janeiro permanece, pela quarta semana consecutiva, com a classificação geral de baixo risco (bandeira amarela). A Região Norte apresentou a maior queda, com redução de 59,4% no número de óbitos. A análise compara as semanas epidemiológicas 36 (de 05 a 11 de setembro) com a 34 (de 22 de agosto a 28 de agosto).
- Esses números, apesar da circulação da variante Delta no Rio de Janeiro, são um reflexo do avanço na vacinação. Estamos vendo uma redução do número de internações, casos graves e óbitos. Os indicadores precoces, como atendimentos em UPAs, solicitações de leitos e taxa de ocupação nos apontam um cenário epidemiológico que traz esperança de estarmos caminhando para o retorno à normalidade - avalia o secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe.

Entre 22 de agosto de 11 de setembro, 1.954.309 doses de vacinas foram aplicadas na população fluminense. As taxas de ocupação de leitos da rede SUS também tiveram redução. A de UTI passou de 59%, no levantamento anterior, para 52%; e a de enfermaria, de 41% para 30%, a maior queda entre duas edições do estudo.

Das nove regiões do estado, sete estão em bandeira amarela: Metropolitanas l e II, Serrana, Norte, Baixada Litorânea, Baía da Ilha Grande e Médio Paraíba. A região Centro-Sul está na faixa laranja e a Noroeste é a única na bandeira vermelha.

Cada bandeira representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social, que variam entre as cores roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo). Os resultados apurados para os indicadores apresentados devem auxiliar a tomada de decisão, além de informar a necessidade de adoção de medidas restritivas, conforme o nível de risco de cada localidade.

Fonte: Ascom RJ

Covid-19: amostras indicam 100% de variante Delta em setembro no Rio


Divulgação
Informação foi divulgada hoje pela Secretaria de Estado de Saúde

A variante Delta apareceu em 100% das amostras coletadas e sequenciadas durante o mês de setembro no estado do Rio. A informação, ainda preliminar, foi divulgada nesta sexta-feira (24), pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), e mostra uma expansão da variante em relação ao mês anterior.

“Foram sequenciadas 947 amostras coletadas em agosto, sendo 92% da variante Delta e 7% da variante Gamma. Das 45 amostras com data de coleta em setembro, houve a identificação da variante Delta em 100% delas”, informou a SES.

A secretaria realiza a pesquisa através da Subsecretaria de Vigilância e Atenção Primária à Saúde, que desenvolve o programa de vigilância genômica da covid-19 desde janeiro de 2021 e já sequenciou 4.966 amostras de residentes do estado do Rio.

De acordo com as análises, a secretaria destacou ser possível afirmar que a linhagem Gamma foi a mais frequente de fevereiro até junho e, a partir da detecção da variante Delta, em junho de 2021, essa linhagem aumentou a sua frequência, se tornando a variante dominante a partir do mês de agosto.

Variante Mu
“Ressaltamos que a amostra identificada como Mu (B.1.621), originária da Colômbia, teve sua coleta realizada em junho de 2021 e identificada no mesmo mês. O homem de 57 anos, sem comorbidades e com a primeira dose da vacina contra covid-19, teve sintomas leves e se recuperou bem. Nenhuma outra amostra com essa variante foi detectada até o momento”, destacou a SES.

O cenário atual, segundo a secretaria, não indica um aumento do número de internações e óbitos no estado do Rio: “O início de uma possível quarta onda, que se apresentou na primeira semana de agosto, não se sustentou. A vacinação completa foi um importante fator para reduzir óbitos nas faixas etárias mais avançados no momento do pico da terceira onda, ocorrida no final de abril e maio de 2021”.

Maiores de 60 anos

No entanto, a partir de julho, foi observado um aumento na proporção de óbito nas faixas etárias mais elevadas, acima de 60 anos, mesmo entre os vacinados. De acordo com os especialistas, esse resultado reitera a necessidade da aplicação da dose de reforço entre os mais velhos, pois esse grupo é afetado pela imunossenescência, responsável pela redução da resposta imunológica ao imunizante.

Da mesma forma, é importante avaliar que esse grupo foi um dos primeiros a tomar a vacina e que a redução da efetividade da vacina ao longo do tempo já foi evidenciada. As informações completas podem ser acessadas na página Painel Coronavírus na internet.
Fonte: Agência Brasil

Campos é a segunda cidade com mais crianças em acolhimentos no estado

Agência Brasil

Dados são do 27º Censo da População Infanto Juvenil Acolhida no RJ

O 27º Censo da População Infanto Juvenil Acolhida no Estado do Rio de Janeiro, divulgado hoje (24) pelo Ministério Público estadual (MPRJ), mostra que até o dia 30 de junho havia no estado 1.318 crianças e adolescentes acolhidos, sendo 1.094 (83%) em acolhimentos institucionais e 136 (10,32%) em famílias acolhedoras. Do total, 161 menores estavam aptos para adoção (12,22%).

O anúncio foi feito de forma virtual, com transmissão ao vivo pela página do Instituto de Educação Roberto Bernardes Barroso (IERBB/MPRJ) no YouTube.

Apresentados pelo coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça da Infância e Juventude (CAO Infância e Juventude/MPRJ), Rodrigo Medina, os dados revelam que do total de crianças e jovens acolhidos, 681 não recebiam visita, sendo a maior parte (571) encontrada em acolhimentos institucionais. O município do Rio detinha, no dia 30 de junho, o maior percentual da população infantojuvenil acolhida no estado a cada 10 mil habitantes, equivalente a 33,16%.

Em seguida, aparecem Campos dos Goytacazes (7,44%), Nova Iguaçu (4,56%), São Gonçalo (3,87%), Niterói (3,34%), Duque de Caxias (2,28%). Do total de 437 crianças e adolescentes acolhidos na capital fluminense, 417 eram do próprio município e 20 de outras cidades.

As faixas etárias de 0 a 6 anos de idade e de 7 a 11 anos respondiam pelos maiores números de acolhidos (426, ou 32,32%, e 892, ou 22,38%), respectivamente, mostra o censo. Do total de 1.318 crianças e jovens acolhidos, 849 (64,42%) estudam e 469 (35,58%) não estudam.

Motivos de acolhimento

Negligência foi o principal motivo de acolhimento de 487 crianças e adolescentes, correspondendo a 36,95% do total. Em seguida, aparecem abandono pelos pais e responsáveis (119, ou 9,03%); situação de rua (97, ou 7,36%); abuso físico ou psicológico (84, ou 6,37%).

Rodrigo Medina alertou que, devido à pandemia do novo coronavírus, a impossibilidade de cuidado dos menores pelos responsáveis por motivo de doença respondeu pelo acolhimento de 49 menores (3,72%). Em seguida, aparece entrega voluntária: 43 menores (3,26%). O censo aponta que em junho de 2019, a entrega voluntária ocupava a 18ª posição no ranking, subindo em junho de 2021 para a 10ª colocação.

Um total de 48,36% dos menores acolhidos por negligência e 6,10% pela impossibilidade do responsável de cuidar por motivo de doença estava na faixa de 0 a 6 anos de idade (206 e 26 crianças, respectivamente). Da mesma forma, do total de 681 crianças e jovens que não recebiam visita, 218 estavam na primeira infância (16%) e 200 na faixa de 12 a 15 anos (29,37%). Da totalidade de 1.318 acolhidos, 839 tinham ações judiciais, 198 tinham procedimentos judiciais, enquanto 281 não tinham nem ações nem procedimentos judiciais em 30 de junho deste ano.

Estavam aptas à adoção pelo MCA, 161 crianças, das quais 45 estavam disponíveis há mais de cinco anos e menos de dez anos. “Isso é muito preocupante”, afirmou Medina. Dos aptos à adoção, a raça negra, que engloba pretos e pardos, respondia por 140 menores. Os brancos somavam 21 crianças e jovens; os pretos, 64; e os pardos, 76.

Raça e sexo

Do total de 1.318 acolhidos, 1.048 eram da raça negra (cerca de 80% do total), sendo que 32% estavam na primeira infância; 606 pertenciam ao sexo feminino e 712 ao sexo masculino. Medina destacou que no primeiro censo, divulgado em 31 de maio de 2008, o total de acolhidos no estado do Rio de Janeiro alcançava 3.732. Graças à evolução normativa, às modernizações legislativas, ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e ao monitoramento propiciado pelo MCA, o número foi reduzido.

O total de denúncias de violências e abusos contra crianças e adolescentes atingiu 29.592 no primeiro trimestre de 2020, caindo para 20.021 no quarto trimestre do ano passado. No segundo trimestre de 2021, o número de denúncias voltou a subir, alcançando 25.254. Na avaliação do MPRJ, o isolamento social imposto para impedir a disseminação da covid-19 foi responsável por grande parte das violências contra menores de idade, sendo que 80% das violências ocorreram na casa da vítima.

No período de março a junho de 2019, os novos acolhimentos somaram 1.365. No mesmo período de 2020, o número caiu para 638, com redução de mais de 50% durante a pandemia do novo coronavírus. Medina ressaltou que essa redução poderia ser interpretada como um dado positivo, mas “no contexto da pandemia representa menor proteção”. Já o comparativo entre o segundo semestre de 2020 e o primeiro semestre de 2021 revela que o número de novos acolhimentos subiu de 1.504 para 1.526, sinalizando recomposição do patamar anterior que, em 2019, era de 1.300 ocorrências, com tendência de entrada de novos acolhimentos.

Ainda de acordo com o censo, de março a junho de 2019 foram registrados 1.361 desligamentos de serviços de acolhimento, contra 904 em igual período de 2020. A queda de 33% é atribuída ao impacto da pandemia, que “desorganizou toda a rede de acolhimento de crianças e adolescentes. Teve redução na porta de entrada e também de saída”.

No cenário atual, considerando o primeiro semestre de 2021, foram registrados 1.520 desligamentos, contra 1.687 no segundo semestre do ano passado, quando ocorreu aumento em torno de 70% dos desligamentos.

Direitos

O secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), Maurício Cunha, destacou que a parceria com o Ministério Público é extremamente relevante no sistema de garantia de direitos, na política do direito à convivência familiar e comunitária, especialmente das crianças em situação de maior vulnerabilidade. “Nos preocupa muito a situação do acolhimento institucional. É objetivo do Brasil que toda criança viva em família, que toda criança seja protegida”. Lembrou os artigos 4 e 5 do ECA que falam de dever da família e da comunidade em geral e do Poder Público de garantir proteção às crianças e jovens e que se referem também à convivência familiar e comunitária.

Cunha ressaltou que nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, violência, exploração, crueldade ou pressão. O secretário mencionou que o Poder Executivo está trabalhando bastante, de modo a privilegiar o acolhimento familiar como prioridade. “Precisamos sair da nossa marca de apenas 4% das nossas crianças no acolhimento familiar e 96% no acolhimento institucional”. Ele disse que nos acolhimentos institucionais é preciso que haja garantia dos direitos dessas crianças, “que não sejam um novo espaço de revitimização”.

A secretaria está trabalhando em uma nova política inovadora, que já foi iniciada na sociedade civil de alguns estados, mas que o governo pretende espalhar para todo o Brasil, que é o Programa Família Solidária.

“É o acolhimento familiar para crianças do Programa de Proteção de Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM). Maurício Cunha informou que são mais ou menos 400 crianças e jovens ameaçados de morte no Brasil, que não precisarão mais estar no acolhimento institucional, mas estarão em acolhimento familiar. O programa tem recursos do Fundo Nacional deliberado pelo Conselho Nacional dos Direitos da criança e do Adolescente (Conanda).

O próximo censo será realizado no dia 30 de dezembro.
Fonte: Agência Brasil

Caixa lança nova versão do aplicativo Bolsa Família

Agência Brasil

Acesso passa a ser realizado com CPF e senha do beneficiário

Os beneficiários do Bolsa Família têm à disposição a nova versão do aplicativo do programa. A principal mudança consiste no acesso, que passa a ser realizado com o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e com a senha usada nos aplicativos da Caixa Econômica Federal.

Segundo a Caixa, a nova versão foi baixada mais de 200 mil vezes. O aplicativo pode ser obtido gratuitamente nas lojas App Store (celulares iOS) e Google Play (smartphones Android).

Entre os recursos oferecidos pelo aplicativo estão a consulta de parcelas e o calendário de pagamentos. Os beneficiários que estejam recebendo o auxílio emergencial no lugar do Bolsa Família também podem verificar a situação do benefício.

Todas as informações são relativas aos últimos 12 meses. O aplicativo também permite a consulta a dicas e o esclarecimento de dúvidas por parte do beneficiário.

A senha para acessar o aplicativo Bolsa Família é a mesma usada em outros aplicativos da Caixa, como FGTS, Loterias e Caixa Trabalhador. Os novos usuários podem cadastrar a senha na opção “É novo por aqui? Cadastre-se”.

Caso o usuário esteja cadastrado e tenha esquecido a senha, pode informar o CPF e clicar em “Recuperar senha”. Recursos adicionais são apresentados na opção “Preciso de ajuda”, que também podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-0207.
Fonte: Agência Brasil

Corpo de homem é encontrado no bairro da Lapa

Causa da morte será investigada pela 134ª Delegacia de Polícia

Caso será investigado na Delegacia do Centro (Foto: Carlos Grevi)

O corpo de um homem, ainda não identificado, foi encontrado, na noite dessa sexta-feira (24), no bairro da Lapa, em Campos dos Goytacazes. De acordo com a Polícia Militar, o cadáver estava na Rua Adão Pereira Nunes.

Ainda segundo a PM, a corporação foi acionada e enviou uma viatura ao local. Quando os agentes chegaram, se depararam com o homem já sem vida. O Corpo de Bombeiros também foi acionado e fez a remoção da vítima para o Instituto Médico Legal (IML) de Campos.

A perícia esteve no local onde o corpo foi localizado e a causa da morte do homem ainda não havia sido determinada até a última atualização desta matéria. O caso foi registrado na 134ª Delegacia de Polícia (Centro), onde será investigado.
Fonte Terceira Via

Saara Plaza Shopping é inaugurado em Campos

Localizado no Parque Leopoldina, o empreendimento conta com 13 quiosques e 19 lojas, sendo três delas âncora



Inaugurado na noite desta sexta-feira (24), em Campos, o Saara Plaza Shopping é o mais novo centro de compras de Campos. Localizado na rua 8, no Parque Leopoldina, próximo à BR-101, o empreendimento conta com 13 quiosques, 16 lojas e três lojas âncora.

De acordo com o superintendente Christian Costa, o Saara Plaza Shopping vem oferecer “uma nova experiência” para seus frequentadores. “Nosso público vai encontrar muito entretenimento, eventos de moda, gastronomia, e sem dúvidas, o melhor do atacado e do varejo com a nossa âncora, que é o Atacadão Saara”, disse.

Além das lojas, o empreendimento — que gerou 500 vagas de emprego direto durante sua construção — oferece espaço kids, estacionamento com 400 vagas e salão de eventos com capacidade de até 1,3 mil pessoas, destinado à realização de festas e eventos, dentro das normas sanitárias do Município.


Prêmios para clientes e facilidades para empresários
Segundo Costa, o Shopping montou uma campanha que vai premiar clientes trimestralmente. “O cliente que usar o estacionamento ou comprar qualquer produto no valor de R$ 8 concorre a um carro 0 km. O sorteio vai acontecer no mês de dezembro e haverá novos a cada três meses”, explica.

O superintendente diz, também, que o Saara Plaza Shopping vem investindo também em seus colaboradores e elaborou uma série de medidas para tornar o empreendimento atrativo para o empresariado. “Não cobramos taxa de condomínio e nem fundo de promoção, que é aquele percentual de faturamento que é entregue aos demais shoppings. Também não temos participações nos resultados e nem divisão dos lucros. Além disso, toda a ação de marketing e campanha publicitária serão oferecidas pelo Saara Plaza Shopping, sem novos custos. Isso faz do empreendimento uma excelente oportunidade de investimento empresarial na cidade”, afirma.

Por fim, o superintendente qualificou o empreendimento como fruto de um trabalho conjunto. “É imprescindível destacar todo o esforço e colaboração da equipe e lojistas que prepararam o espaço com grande dedicação, e também todos os operários que trabalharam na construção do novo shopping deixando um resultado incrível”, encerra.

O Saara Plaza Shopping funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h, e também aos domingos e feriados, de 14h às 22h.
Fonte Terceira Via