Coluna foi a primeira a anunciar compra do Green Fruit, local que será a nova loja do grupo

Grupo Barcelos cria linha Premium
Essa coluna foi a primeira a anunciar a compra do Green Fruit pelo Grupo Barcelos que controla a rede Super Bom. Agora, segura essa – o Super Bom, com essa compra, vai inaugurar o que ele próprio definiu de Premium, ao seja classe A. A loja da 28 de Março, onde era o Green Fruit, vai ter um padrão altamente sofisticado.Nada visto ainda por aquiUma fonte do grupo diz que Campos e Região vão se surpreender com a sofisticação, variedades de produtos, inovações tecnológicas, inclusive em detalhes como gôndolas de hortifrutigranjeiros. O sistema vai contar com aspersão de micro gotículas de água em torres, controlada por computadores.
Foto: JTV
Praça dos carrosAlém da Praça São Salvador e da Quatro Jornadas existe apenas uma outra Praça no núcleo Central da cidade, localizada no final da avenida 7 de Setembro, onde existe uma igreja e um estátua de Tiradentes. Mas aos poucos ela vai se transformando em um estacionamento. Jardim São Benedito, Alberto Sampaio e Praça da República não entram nesta conta.RespostaDesde que fechou o Sesc de Grussaí, paira no ar uma dúvida sobre o seu futuro. Essa coluna pediu uma posição do Sesc de Minas Gerais, que administra aquela imensa infraestrutura. Vamos à resposta fresquinha:“O Sesc em Minas informa que, desde 2019, vem passando por uma série de adequações estruturais, cujo objetivo é tornar a instituição mais sustentável e com produtos e serviços cada vez mais alinhados ao perfil dos clientes. Tais mudanças foram feitas a partir de uma série de pesquisas e análises técnicas, que sinalizaram a necessidade de adequação do portfólio oferecido pelo Sesc em Minas. Após a conclusão dos estudos, entre os diversos pontos avaliados, definiu-se pela não viabilidade de manter com recursos do Sesc em Minas a unidade de Grussaí em funcionamento.A decisão foi tomada por unanimidade pelo Conselho Regional do Sesc em Minas, considerando, entre outros aspectos, os elevados custos de manutenção de uma unidade de 1.800.000 m², com vocação exclusivamente turística e a localização fora do território mineiro.Diante do cenário atual do país e dos recentes acontecimentos mundiais, que estão provocando uma forte queda na atividade econômica, o Sesc voltará seus esforços, em especial, para os Programas Educação e Saúde, entre outras atividades fundamentais para a população”.
Covid mata um vulto campista
A “alma” do Centro de Estudos Jurídicos da Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro (Cejur). É assim que o procurador do Estado e colega Leonardo Espíndola define a passagem da servidora Marilânia Lacerda de Deus, que dedicou quase 30 anos de sua vida ao ofício. Ela morreu na última segunda (8/6) vítima da Covid-19. Era campista, nascida em Santo Eduardo. Mari, como era chamada pelos amigos, contribuiu na organização de todos os concursos públicos para a Procuradoria desde 1991 e era a responsável por receber os que ingressavam na instituição. O atual ministro do Supremo, Luis Roberto Barroso, que trabalhou no Cejur foi um dos que lamentou sua morte.
Acervo de um campista ilustre
O CPDOC da Fundação Getúlio Vargas recebeu o arquivo pessoal de Jorge Zahar (1920-1998). Nascido em Campos, filho de pai libanês e mãe francesa, autodidata, ele foi o maior editor de Ciências Sociais do país. O arquivo, doado pela filha Cristina e a neta Mariana Zahar, é formado por documentos e fotos que, segundo o antropólogo Celso de Castro, diretor do CPDOC, “permitem reconstituir grande parte da história do mundo editorial brasileiro”. Há ainda correspondências dele com seus melhores amigos, Ênio Silveira e Paulo Francis. “Acho que é importante observar que há pouquíssimos arquivos organizados de editores brasileiros e essa memória é fundamental para entender como circularam e circulam as ideias no país”, disse Paulo Roberto Pires, autor de “A marca do Z: a vida e os tempos do editor Jorge Zahar”. E Campos nem sabia que tinha um filho tão ilustre.
Luxo
Essa coluna apurou que o prédio de 18 andares que está para ser erguido no nobre Flamboyant, será um dos mais luxuosos de Campos, além de um dos mais altos, como já falamos. O nome do prédio será Voleio, mesmo nome da quadra de tênis que funcionava no local e foi demolida para receber o novo empreendimento. A Voleio Empreendimentos e Participações é formada por um consórcio de pelo menos três empresas, entre elas a Melo Teixeira Engenharia.
Coluna do Balbi