segunda-feira, 12 de julho de 2021

SMEC visita o Comitê do Baixo Paraíba do Sul e Itabapoana e recebe doações

 

Uma equipe da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC) de São Francisco de Itabapoana (SFI) esteve na sede do Comitê de Bacia Hidrográfica do Baixo Paraíba do Sul e Itabapoana (CBH-BPSI), situado na Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf), em Campos dos Goytacazes. Durante a visita, ocorrida na quarta-feira (7), a SMEC recebeu uma placa com informações sobre o Rio Guaxindiba, além de três exemplares do Atlas da Bacia Hidrográfica do Baixo Paraíba do Sul e Itabapoana.

As representantes da SMEC que estiveram no Comitê, as coordenadoras gerais do Departamento de Ensino, Kátia Alves e Amanda Passalini, além da coordenadora de Geografia, Leidiana Alves, ressaltaram que a visita é fruto da parceria firmada entre a secretaria e o CBH-BPSI durante reunião realizada em maio deste ano. Na ocasião, o Comitê informou que faria a doação de placas informativas sobre os corpos hídricos (rios, bacias e nascentes) localizados em SFI.
O secretário municipal de Educação e Cultura, Robson Santana, em nome da prefeita Francimara Barbosa Lemos, agradeceu ao CBH-BPSI pelas doações. Ele recebeu os três exemplares da publicação e destinou um deles para a Biblioteca Municipal. “Em breve, terá início a construção das estruturas para a fixação da placa informativa a respeito do Rio Guaxindiba e das demais que serão doadas pelo Comitê”, afirmou Santana.

AsCom SFI

COVID-19: Últimos resultados em São Francisco de Itabapoana RJ


De acordo com dados divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS)de São Francisco de Itabapoana na manhã desta segunda-feira (12), o município conta com 2.649 casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19). Em investigação são 1.071. Já os descartados somam 4.116.

Ainda segundo os dados da SMS, entre os casos confirmados, 2.531 estão recuperados. Até o momento foram registrados 93 óbitos pela doença.

Outra taxa informada pela SMS é a de ocupação. Dos 20 leitos clínicos, sete estão ocupados. Já os leitos com suporte de ventilação não registram ocupação.

Atualmente, SFI está com taxa de recuperação em 94,71%, superior a média nacional (92,13%). Já a taxa de letalidade está em 3,51%, enquanto que a do Estado do Rio de Janeiro é de 5,78%.

Conforme atualização da Secretaria de Estado de Saúde (SES), o Norte Fluminense está no risco baixo no Mapa de Risco da Covid-19.

Os materiais para análise dos casos suspeitos são encaminhados ao
Laboratório Central (LACEN/RJ), seguindo rigorosamente os protocolos de coleta, armazenamento e envio do Ministério da Saúde.
Fonte Ascom SFI RJ

Representantes da SMEC visitam a UFRJ em busca de parcerias

 

Representantes da Secretaria Municipal de Ensino (SMEC) de São Francisco de Itabapoana (SFI), a pedido da prefeita Francimara Barbosa Lemos e do secretário da pasta, Robson Santana, estiveram na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A visita, ocorrida na terça-feira (6), teve o objetivo de estabelecer parcerias com a universidade, além de receber material presenteado ao município pela coordenadora do Projeto Geoparque Costões e Lagunas – RJ, a professora geóloga Kátia Leite Mansur do Departamento de Geologia da UFRJ.


As responsáveis pelo Departamento de Ensino da SMEC, as coordenadoras gerais Kátia Alves e Giselle Pessanha, junto da coordenadora de Geografia, Leidiana Alves, cumpriram a agenda na UFRJ. Houve a entrega de um banner sobre a participação do município no Projeto Geoparque com foto das Falésias da Praia de Lagoa Doce, exemplares do livro “Os Super Feras – Educação Ambiental e Geociências” para serem distribuídos em todas as unidades escolares da rede e o livro “Geoparques do Brasil – propostas”, também presenteado à SMEC e destinado pelo secretário Robson à Biblioteca Municipal.

Retribuindo a gentileza, a SMEC presenteou a geóloga com um kit de produtos são franciscanos (farinha de mandioca, biscoitos, beiju, tapioca, queijos e pastas, goiabada, abacaxi e um artesanato em taboa), além de uma camiseta, que encantou durante a apresentação do II Workshop do Projeto Geoparques e que foi idealizada pelos participantes de SFI.


Kátia Mansur, que já se declarou apaixonada pela farinha produzida no município, ficou imensamente grata e afirmou: “Que me desculpem os outros produtores, mas a farinha artesanal de SFI é a melhor do Brasil! Inigualável! Foi com enorme alegria que as recebemos na UFRJ! Agradeço de coração a visita e o carinho recebido”.

Na oportunidade, as representantes da SMEC conheceram o Museu da Geodiversidade e o Laboratório de Mineralogia da UFRJ e aproveitaram para alinhar a oferta de cursos da universidade para os professores de SFI. Mansur garantiu a parceria e afirmou que, em breve, arestas finais serão aparadas, como datas e conclusão do material a ser ofertado aos futuros professores participantes.


A agenda, segundo as responsáveis pelo Departamento de Ensino, reforçou a parceria estabelecida entre o Projeto Geoparque e SFI, garantindo grandes frutos para a Educação do município. Já a coordenadora Leidiana afirmou que “a visita também foi importante para adquirir novos conhecimentos sobre a Geologia e firmar a feliz oportunidade de capacitação continuada para os professores por meio de umas das universidades de maior peso no país”.

Francimara destacou que “parcerias como esta agregam grande valor e deixam toda a comunidade escolar empolgada.” O secretário Robson Santana agradeceu o incentivo e os recursos disponibilizados na gestão da prefeita para concretização das oportunidades conquistadas pela equipe SMEC.

AsCom SFI

Operação retira demarcações irregulares em Área de Preservação Permanente na localidade de Barra

Uma operação conjunta da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema) de São Francisco de Itabapoana (SFI), com apoio da Guarda Ambiental, da Estação Ecológica Estadual de Guaxindiba (EEEG) e da Polícia Militar, retirou demarcações irregulares e ainda demoliu um imóvel em Área de Preservação Permanente (APP) pertencente à União. A ação aconteceu em Barra do Itabapoana, nesta quarta-feira (7), sendo uma pessoa notificada.


“Recebemos denúncias através do Canal Verde e constatamos que havia na APP uma casa sem teto abandonada, além das demarcações na beira-mar. Com o apoio dos guardas ambientais, dos guarda-parques da Estação Ecológica e dos policiais militares, demolimos a residência e retiramos as cercas de arame e os mourões de madeira. Uma pessoa foi notificada por estar aterrando para construção e despejando esgoto no mangue”, informou a secretária da pasta, Luciana Soffiati.


Durante a operação foram constatadas infrações estabelecidas pela Lei 9605/98 em relação aos artigos 60 (construir, reformar, ampliar, instalar ou fazer funcionar, em qualquer parte do território nacional, estabelecimentos, obras ou serviços potencialmente poluidores, sem licença ou autorização dos órgãos ambientais competentes, ou contrariando as normas legais e regulamentares pertinentes) e 64 (promover construção em solo não edificável, ou no seu entorno, assim considerado em razão de seu valor paisagístico, ecológico, artístico, turístico, histórico, cultural, religioso, arqueológico, etnográfico ou monumental, sem autorização da autoridade competente ou em desacordo com a concedida). As penas previstas são, respectivamente, detenção, de um a seis meses, ou multa, ou ambas as penas cumulativamente, e detenção, de seis meses a um ano, e multa.

A secretária voltou a reforçar que os moradores do município podem procurar a Sema para receber orientação a respeito de projetos destinados a obras em áreas de preservação ambiental. “Antes de iniciar qualquer tipo de construção nestes locais é preciso primeiro obter autorização dos órgãos ambientais. Basta ligar para o Canal Verde, através do telefone (22) 9.9103-6750, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira, que estamos à disposição da população para passar todas as informações necessárias”, ressaltou Luciana.

AsCom SFI

Programa da Firjan SESI ajuda trabalhadores a se reabilitarem de sequelas da Covid-19


Psicólogos, médicos, fisioterapeutas e profissionais de educação física são algumas das especialidades à disposição; pesquisa mostra que 87% dos pacientes relatam sintomas como cansaço ou problemas respiratórios, mesmo após meses da cura

Funcionária de uma clínica de Campos, a fisioterapeuta Cintia Ferreira Nogueira contraiu Covid-19 em agosto do ano passado. Aos 33 anos e sem comorbidades, ela ficou internada num Centro de Tratamento Intensivo onde chegou a ser intubada, numa luta pela vida que durou 41 dias. Mas a batalha para superar em definitivo a doença continua até hoje, quase um ano depois de contrair o Coronavírus.

“Fiquei tão fraca que não conseguia sequer segurar uma caneta”, conta Cintia. “Desenvolvi diabetes e, após a internação, não conseguia nem ir ao banheiro sozinha, de tão cansada. Tive que reaprender tudo. Só voltei ao trabalho em janeiro deste ano, mas ainda assim precisava da ajuda dos colegas. E até hoje sinto sequelas: uma dor e dormência no pé que me obrigam a tomar remédio diariamente.

O caso mostra que para a sociedade superar a pandemia é preciso ir além da vacinação, restabelecendo a força produtiva em sua plenitude. Por isso, a Firjan SESI desenvolveu o Programa de Reabilitação Pós Covid-19 para apoiar os trabalhadores das empresas – de todos os tipos e tamanhos – a retomarem plenamente as rotinas de trabalho. O atendimento conta com etapas presenciais e on-line: num primeiro momento, o paciente será consultado por um clínico geral e um psicólogo, e depois encaminhado a especialidades diversas como fisioterapeutas, nutricionistas e profissionais de educação física, por exemplo.

“Além do cuidado da Firjan SESI, as empresas que fizerem adesão ao programa terão um atendimento personalizado. Cada trabalhador terá ações desenvolvidas de acordo com suas necessidades individuais”, afirma Noélly Mercer, coordenadora de Promoção de Saúde da Firjan SESI.

Segundo especialistas, entre as sequelas mais comuns estão dificuldade respiratória, cansaço, perda de movimento, coordenação motora e complicações cognitivas e psíquicas, além de lapso de memória, entre outras, que podem durar meses e precisam ser tratadas.

Pesquisa publicada no Journal of the American Medical Association (JAMA), mostra que 87% das pessoas entrevistadas relatam ter algum dos sintomas da doença, seja cansaço ou problemas respiratórios, mesmo após meses da cura. Além disso, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que uma em cada quatro pessoas pode permanecer com sintomas da Covid-19 até cinco semanas depois de testar positivo, e outros casos apontam sintomas mesmo após 3 meses. O Hospital da Universidade College London (UCLH), no Reino Unido, que há um ano estuda e atende pacientes com sequelas da Covid-19, vem chamando essa doença pós-viral de "síndrome pós-covid".



Além de disfunção física e psicológica, o Coronavírus pode deixar sequelas duradouras, como dificuldade para respirar, para falar ou para engolir, além de fadiga, falta de apetite e diminuição do olfato. Em alguns casos mais severos, a doença provoca a redução de até 30% da capacidade da função pulmonar, o que dificulta ou até impede o processo de retomada das atividades de trabalho e lazer.

O Programa de Reabilitação Pós Covid-19 da Firjan SESI está disponível em todas as unidades do estado, e são oferecidas condições especiais para indústrias e empresas associadas à Firjan. Outras informações no link: https://www.firjan.com.br/sesi/empresas/qualidade-de-vida/estilo-de-vida/reabilitacao-covid19.htm

Felipe Sáles
Assessor de Imprensa
Gerência de Imprensa e Conteúdo (GIM)
Firjan Norte e Noroeste Fluminense

Polícia Federal abre inquérito para investigar se Bolsonaro prevaricou no caso Covaxin

 

O presidente Jair Bolsonaro participa de cerimônia no Palácio do Planalto Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo.

A Polícia Federal (PF) abriu um inquérito para investigar a possível prevaricação do presidente Jair Bolsonaro no caso da vacina indiana Covaxin. A abertura do inquérito foi autorizada pela minha Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendendo a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).

A prevaricação ocorre quando um funcionário público é informado de uma irregularidade, mas retarda sua ação ou deixa de atuar para que ela seja apurada e punida.

As suspeitas de prevaricação de Bolsonaro foram levantadas pelo deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) que disse em entrevistas e em depoimento à CPI da Covid que avisou ao presidente que superiores de seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, teriam feito “pressões atípicas” para que ele liberasse a importação da vacina. Miranda disse que, ao ser informado do caso, Bolsonaro afirmou que iria acionar a Polícia Federal.

Ao autorizar o inquérito, Rosa Weber determinou que fossem ouvidos os “autores do fato”. Apesar de não haver a citação nominal, o entendimento da PGR é que Bolsonaro é uma das pessoas a serem ouvidas sobre o episódio.

O pedido da PGR foi feito após a ministra do STF cobrar uma posição da procuradoria sobre a notícia-crime apresentada por três senadores ao tribunal pedindo a investigação das denúncias.

A compra da Covaxin começou a chamar atenção das autoridades desde que o contrato foi firmado, em fevereiro deste ano. O contrato previa que o governo compraria 20 milhões de doses do imunizante por US$ 15 a dose, o equivalente a R$ 1,6 bilhão. Na época, este foi o único contrato em que o ministério comprou vacinas de uma empresa intermediária e não diretamente do fabricante. Além disso, o preço da dose da vacina indiana é o mais caro já contratado pelo governo para um imunizante contra a Covid-19.
Fonte Extra

Aplicativo alimentado por tosses pode ajudar na detecção da covid-19

Fiocruz

Precisão atinge entre 80% a 85%; testes já foram iniciados no Brasil

A organização internacional sem fins lucrativos Virufy desenvolveu um aplicativo em algoritmo de inteligência artificial (IA) para a detecção da covid-19, cuja precisão atinge entre 80% a 85%, e deu início a testes clínicos no Brasil, no Hospital Regional Hans Dieter Schmidt, em Joinville, em Santa Catarina. A organização já está em negociações com outros hospitais das regiões Sudeste, Norte e Nordeste para ampliação de testes clínicos, incluindo vários hospitais universitários e redes privadas de saúde.

A gerente da Virufy, Soraya Cavalcanti, disse à Agência Brasil que o objetivo é expandir o máximo de parcerias possíveis. “Quanto mais regiões, melhor, porque permite ao algoritmo identificar as diversas variações em sons da tosse e das pessoas das diversas regiões. O nosso objetivo é expandir as parcerias com hospitais para que essa pesquisa clínica possa auxiliar no aperfeiçoamento do aplicativo em IA para gerar resultados mais precisos”, afirmou.

Desde o início da pandemia, o fundador da organização e engenheiro de software (programa de computador) do Vale do Silício, Amil Khanzada, percebeu, junto com pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, que havia um padrão no som da tosse de pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Eles se dedicaram, então, a desenvolver novas tecnologias para detecção da doença e chegaram a esse aplicativo para smartphone.

Probabilidade
Os pesquisadores da organização concluíram que, por meio desse algoritmo de machine learning (aprendizado de máquina, um método de análise de dados que automatiza a construção de modelos analíticos), esse padrão poderia ser destacado de tal forma que, alimentando o algoritmo com vários tipos de tosse, ele poderia detectar a probabilidade de a pessoa possuir covid-19 ou não, a partir do registro de sua tosse, explicou Soraya. “Como a empresa não tem fins lucrativos, a ideia é disponibilizar esse aplicativo de forma gratuita, para facilitar na detecção (da doença) por meio somente do som da tosse”, explicou.

Já foram realizados testes com milhares de tosses de pessoas da América Latina, Europa e Ásia para distinguir entre sons aqueles que o SARS-CoV-2 - vírus causador da covid-19 - provoca na tosse, para apontar entre positivo e negativo, com cerca de 80% a 85% de precisão.

Soraya esclareceu que esses são números atuais, de acordo com a quantidade de tosses doadas para que o algoritmo trabalhe. “Quanto mais tosses forem doadas, mais a gente assina a probabilidade de acerto desse algoritmo. A tendência é que, com a expansão dessa testagem clínica, esse número suba e, aí, a assertividade dele fique cada vez maior”.

Estudo clínico
A meta é expandir os testes no Brasil em parcerias clínicas para fechar em dois ou três meses o estudo clínico de aprovação do algoritmo, para poder trabalhar para o uso do aplicativo pela população. Essa é a expectativa para o Brasil.

“A gente está na fase de coleta de tosses para afinar o algoritmo”, reforçou Soraya. “Quando ele estiver em uma porcentagem mais afinada, conseguiremos lançar o aplicativo para ser utilizado de forma gratuita e auxiliar no pré-diagnóstico. A gente o considera como uma ferramenta de auxílio ao diagnóstico da covid-19. A ideia do aplicativo é auxiliar a entender a probabilidade do contágio”, explicou.

Se o resultado indicar uma probabilidade alta, isso já leva o indivíduo a entrar em isolamento e procurar uma unidade de saúde. Se a probabilidade for baixa, a indicação é que ele continue monitorando os sintomas e faça a testagem outras vezes.
A equipe da Virufy é composta por mais de 50 pesquisadores estrangeiros de 25 universidades e 20 países, entre os quais Inglaterra, Japão, Estados Unidos, Argentina, Brasil, Colômbia, México e Peru, e por especialistas médicos, técnicos e jurídicos de instituições como Stanford, Google e Princeton.

Duas partes
No Brasil, o projeto está dividido em duas partes. Uma é a coleta de tosses de pessoas que apresentem sintomas semelhantes aos da covid-19 através do site. Segundo o coordenador responsável pelos testes clínicos, Diego Carvalho, especialista em fisiologia, o vírus traz alterações no pulmão, garganta e nas vias respiratórias superiores que alteram a tosse e a fala. Essas são alterações sutis que o ouvido humano não capta. Somente mecanismos de inteligência artificial conseguem perceber. As gravações servirão para treinar o algoritmo para padrões brasileiros.

Com o algoritmo treinado, a segunda parte do projeto consiste em aplicá-lo numa pesquisa com pacientes reais que apresentarem covid positiva e negativa. “Quando um paciente for ao Hospital Regional Hans Dieter Schmidt, em Joinville, para fazer o [exame de] PCR, será convidado a participar da pesquisa e tossir num celular. Coletaremos esses dados de exames PCR e tosse e cruzaremos os dados”, relatou o médico.

A expectativa é conseguir dois mil pacientes em um mês para compor a pesquisa. A ideia é chegar a um índice de precisão acima de 85%, parecido com os testes de antígenos encontrados em farmácias para detectar covid -19.

“É uma ferramenta importante de detecção precoce, mais barata para aplicar em larga escala e a intenção da Virufy é fornecer de graça para a população”, sustentou Diego Carvalho. Embora o aplicativo não substitua os testes de diagnóstico de nível hospitalar e deva ser usado junto com os sintomas e verificações de temperatura, a detecção precoce e imediata pode incentivar a quarentena voluntária daqueles que ainda não foram vacinados, principalmente em países em que a vacinação caminha lentamente.

O gerente de Extensão da Comunidade da Virufy para o Brasil, Matheus Galiza, destacou que leva apenas dois minutos para uma pessoa que tenha sintomas semelhantes aos da covid-19 ou que tenha recentemente testado positivo para o vírus, doar sua tosse, por meio de um smartphone ou computador. Recomendou que qualquer brasileiro que tenha sintomas semelhantes doe uma tosse por meio de um smartphone ou computador. “Ao fazer isso, você estará ajudando diretamente a acabar com a pandemia”, finalizou.
Fonte: Agência Brasil

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FME lança novo projeto com modalidades olímpicas na Vila Olímpica de Guarus

Foram instaladas rampas e obstáculos móveis da nova pista de skate, entregue à tarde



A manhã deste domingo (11) foi agitada na Vila Olímpica do Parque Guarus, primeira das sete existentes na cidade a receber o novo projeto da Fundação Municipal de Esportes (FME) para a prática de modalidades olímpicas como street skate e basquete de trinca, entre outras. Equipes da prefeitura fizeram reparos na quadra poliesportiva para a instalação de rampas e obstáculos móveis da nova pista de skate, entregue à tarde.

“A prefeitura, através da fundação, abriu espaço para a gente praticar o nosso esporte e isso é muito importante para incentivar as crianças do bairro, tirar a criançada da rua e mostrar a diferença que o esporte pode fazer em nossas vidas. O domingão está sendo irado. Esse é o nosso primeiro rolê na Vila Olímpica que, agora, já está revitalizada”, falou o skatista Eduardo Martins, morador do Parque Guarus e representante do esporte olímpico na área.

Skatista de Guarus, Douglas Costa disse que seu esporte somente agora ganha reconhecimento no subdistrito. “Fico feliz de ver o governo realizando um projeto para o skate, coisa rara de ver município, muito menos em Guarus. Agora, vendo minha galera se movimentando, todo mundo animado, só podemos agradecer ao prefeito Wladimir Garotinho e a Fundação de Esportes”, declarou.

Revitalização – De acordo com o presidente da FME, existe uma determinação do prefeito de revitalizar as vilas olímpicas, que através de parcerias estão sendo recuperadas. “O prefeito sabe que Campos é um celeiro de atletas e o objetivo é tornar diferentes modalidades esportivas olímpicas acessíveis a crianças e adolescentes, promover o esporte como instrumento de transformação de vidas”, destacou Luciano Viana.

“Começamos entregando ontem a pista de park skate na Praça da República e vamos avançar para as vilas olímpicas. Hoje, esse espaço passa a unir o pessoal do skate, bake, basquete, patins e muitos outros do distrito de Guarus, que estava esquecido em relação ao esporte”, falou o diretor de Esportes Radicais da FME, Romeu Lins.

No Centro – Já na Praça da República, no Cento, o espaço, reaberto sábado, foi visitado por diferentes esportistas e atletas. Quem passou por lá e também marcou presença na Vila Olímpica do Parque Guarus hoje foi o treinador de patinação, Cleilson Rodrigues Felizardo, que mantém, em Ururaí, o projeto social Patins Campos, atendendo 80 crianças e adolescentes. Ele levou os alunos Adson e Bianca para praticar na pista de park skate. “Os alunos treinam na rua, no asfalto, mas agora vão poder usar a pista de skate. Só posso agradecer ao prefeito pelo apoio”.
Fonte Ascom

Estelionatárias presas no Rio vinham de SP para aplicar golpes


Acusadas de estelionado ostentavam nas redes sociais Foto: Reprodução/Extra

Três das cinco mulheres presas num apartamento no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, acusadas pela polícia de aplicar golpes utilizando dados de cartões de créditos e de contas de clientes de bancos, vieram de São Paulo para o Rio de Janeiro exclusivamente para praticar os crimes, conforme apontam as investigações. As paulistas são: Gabriela Silva Vieira, Mariana Serrano de Oliveira e Yasmin Navarro. Também foram presas na tarde da última quarta-feira Anna Carolina de Sousa Santos e Rayane Silva Sousa.

No momento em que a polícia chegou no local, duas delas estavam ao telefone com supostas vítimas. Segundo a investigação, no endereço funcionava uma espécie de “central de telemarketing", utilizada para aplicar golpes. Lá, os agentes apreenderam para a análise uma lista contendo mais de 10 mil dados de potenciais vítimas, assim como laptops, celulares, anotações e máquinas de cartão de crédito. A prisão delas foi convertida em preventiva pela Justiça.


As cinco mulheres foram presas num apartamento no Recreio Foto: Reprodução

De acordo com as investigações, as acusadas utilizavam softwares similares aos de bancos, com gravação eletrônica. Na ação, elas telefonavam para os idosos e diziam que constataram compras supostamente fraudulentas nos cartões de créditos deles. Depois disso, pediam para a vítima digitar a senha e cortar o cartão (em alguns casos). Também se valiam de motoboys para ir ao endereço recolher o cartão.

Com os dados e a senha em mãos, a quadrilha passava a realizar inúmeras compras, saques, transferências bancárias, Pix e empréstimos, utilizando todo o crédito disponível da vítima, provocando grande prejuízo financeiro para essas pessoas.

No computador que estava sendo utilizado por uma das integrantes, no momento em que a polícia chegou, foi encontrado um script, com o que elas diziam para as vítimas: "BOA TARDE, POR GENTILEZA ... SR (A) ... AQUI QUEM FALA É FULANA DE TAL, SOU DO SETOR DE SEGURANÇA DO BANCO DO BRASIL ... TUDO BEM COM O SR(A). O MOTIVO DO MEU CONTATO É REFERENTE A UMA TRANSAÇÃO QUE SE ENCONTRA IRREGULAR NO NOSSO SISTEMA. FOI UMA COMPRA REALIZADA AGORA POUCO NAS LOJAS AMERICANAS DA CIDADE DE SÃO PAULO (...)"

A delegada Márcia Beck, da 40ª DP (Honório Gurgel), ainda está apurando quantas pessoas, de fato, caíram nesse golpe, mas estima que sejam milhares porque atingia até moradores de outros estados. Uma das últimas vítimas do grupo mora no balneário de Camboriú, em Santa Catarina. A delegada também não levantou ainda quanto o grupo movimentou, mas já sabe que apenas uma das integrantes conseguiu lucrar R$ 400 mil em duas semanas.

Nas redes sociais, elas ostentam luxo, se exibindo em fotos em locais paradisíacos, passeios em lanchas e cenários de tirar o fôlego. Uma delas se apresentava nas redes sociais como blogueira e empreendedora da vida social, tendo mais de 13 mil seguidores.

Como o esquema funcionava

O esquema fraudulento, que em geral se valia de dados bancários, mas, principalmente, dos cartões de crédito da vítima, funcionava da seguinte forma: A estelionatária ligava para as pessoas, repetindo um script já escrito no qual se passava por funcionária da central de relacionamento dos bancos.

Informava ter sido detectada compras supostamente fraudulentas feitas com o cartão da vítima e se oferecia para cancelar o cartão. Antes, pedia que fossem digitados dados como números da agência bancária e da conta, além da senha. Essas informações eram armazenadas pela quadrilha.

O bando se valia também de motoboys, que eram enviados na casa das vítimas para pegar os cartões que seriam “cancelados”. Muitas vezes, quando o golpe dava certo, eles deixavam um papel timbrado com a pessoa para comprovar a retirada. O objetivo, segundo a delegada Márcia Beck, era dar um ar de “credibilidade” para a ação fraudulenta.

E com os dados bancários dos cartões das vítimas em mãos, incluindo senha, faziam Pix, transferência, empréstimos, saques e compras, usando todo o crédito disponível da vítima.

Como não cair nos golpes

Para evitar cair em golpes como o que era aplicado pela quadrilha, a delegada recomenda que ao receber uma ligação telefônica suspeita, a pessoa evite passar qualquer tipo de informação pessoal ou bancária, principalmente senhas de contas ou cartão. Ela recomenda ainda desligar e entrar em contato diretamente com o gerente responsável pela conta ou telefonar para a administradora do cartão de crédito, no número que vem no verso do mesmo.

— É preciso muito cuidado, porque tudo é muito bem organizado para conseguir enganar as vítimas — afirma a delegada, alertando que os bancos quando ligam para os clientes não costumam pedir dados pessoais e, muito menos, senhas.
Fonte Extra

Comunidade jurídica de luto com a morte de Chaquib Estefan

Advogado de renome foi, também, importante nome da política do município

POR GUILHERME BELIDO
Chaquib Estefan morreu aos 94 anos (Foto: Divulgação)

A morte no sábado (10) de Chaquib Estefan praticamente fecha um ciclo de grandes nomes da advocacia de sua geração, ao mesmo tempo que na prateleira dos políticos ilustres – particularmente dos que atuaram com influência nos bastidores – abre-se insólita lacuna.

Chaquib, de 94 anos, há alguns dias estava internado no Prontocárdio, com problemas renais, vindo a falecer nas primeiras horas da manhã, por falência múltipla dos órgãos. Seu corpo foi sepultado no Cemitério do Caju.

Era viúvo de Salma Assed Estefan, falecida em 2014, com quem foi casado por 65 anos. Deixa os filhos Cláudia, Cristina, Vânia e Paulo Assed Estefan, além de onze netos.

História – Chaquib Estefan ingressou na política no final da década de 50, em Cardoso Moreira, por muitos anos figurando como o principal líder do então distrito de Campos. Não demorou, logo faria nome em Campos, elegendo-se vereador e despontando como político moderado e de singular influência.

Com trânsito nos mais seletos corredores da vida pública de Campos, foi amigo próximo e conselheiro de algumas das mais altas lideranças políticas do Estado do Rio de Janeiro e da Região. Foi, ainda, secretário de Fazenda do governo Rockefeller de Lima, com quem por 50 anos manteve íntima proximidade.

Registre-se, seu escritório de advocacia da 7 de Setembro não apenas representou importantes organizações comerciais e nomes de pesos do empresariado e da política, como serviu, também, de celeiro para advogados que lá iniciaram suas carreiras no mundo jurídico, entre eles filhos e netos.

(* Mais sobre Chaquib Estefan em Guilherme Belido Escreve)

Homens e mulheres com 40 e 41 anos se vacinam nesta segunda em Campos

A partir desta semana, município terá nova estratégia de vacinação por faixa etária

POR ASCOM

(Foto: Silvana Rust)

A Subsecretaria de Atenção Básica, Vigilância e Promoção da Saúde (Subpav) anunciou que irá adotar uma nova estratégia de vacinação por faixa etária a partir desta segunda-feira (12), que tem como objetivo acelerar ainda mais a imunização contra a Covid-19 na cidade. Com isso, alguns dias da semana terão a convocação de duas idades, conforme calendário abaixo. Outra mudança ocorre no Instituto Federal Fluminense (IFF) de Guarus, que passa a atender toda a população. O mesmo acontece com o Automóvel Clube e o drive-thru do Guarus Plaza Shopping.

A vacinação será através da distribuição de senha e acontecerá das 9h às 15h em 26 postos distribuídos por todo o município. Para tomar a 1ª dose, homens e mulheres, cuja imunização continua sendo no mesmo dia, deve apresentar a carteira de identidade, CPF e comprovante de residência.

Nos mesmos postos de vacinação, também continua a aplicação da segunda dose da AstraZeneca para pessoas que tomaram a primeira dose da vacina até o dia 12 de maio. No ato da imunização, o munícipe deve apresentar identidade, CPF e o comprovante da 1ª dose.

A vacinação contra a Covid-19 no município segue o Plano Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde e o calendário unificado da Secretaria de Estado de Saúde (SES). “Estamos trabalhando diariamente para acelerar a vacinação na cidade e esperamos chegar até 31 de agosto com toda população maior de 18 anos vacinada, mas isso vai depender da quantidade de imunizantes que iremos receber o Governo do Estado daqui para frente”, disse o diretor de Atenção Básica, Rodrigo Carneiro.

CRONOGRAMA
Segunda-feira (12): Homens e Mulheres com 41 e 40 anos
Terça-feira (13): Homens e Mulheres com 39 anos ou mais
Quarta-feira (14): Homens e Mulheres com 38 e 37 anos
Quinta-feira (14): Homens e Mulheres com 36 anos ou mais
Sexta-feira (15): Homens e Mulheres com 35 e 34 anos

POSTOS DE VACINAÇÃO:
Drive-thru Uenf
Drive-thru Instituto Federal Fluminense (IFF/Centro)
Drive-thru Guarus Plaza Shopping
Instituto Federal Fluminense (IFF/Guaurs)
Automóvel Clube
Vila Olímpica do Jardim Carioca
Paróquia São Gonçalo em Goitacazes
Paróquia Nossa Senhora de Fátima no bairro IPS
Paróquia Santa Helena no Jockey Club
Atacadão (BR -101/ Guarus)
Creche Esplanada
Fundação Municipal de Esportes
Escola Municipal Pequeno Frederico (Ururaí)
Clube da Terceira Idade
ESF Lagamar (Farol)
ESF Morangaba
UBS Conselheiro Josino
UBSF Ponta da Lama
UBS Santa Maria
UPH de Travessão
UPH Morro do Coco
UBSF Santa Cruz
UBSF Aldeia
UBSF Lagoa de Cima
UBS Tocos
UBS Poço Gordo.
Fonte Ascom

Corpo de homem é encontrado em Barcelos, São João da Barra

Vítima morava na Bahia e veio para a região para trabalhar no Porto do Açu



O corpo de um homem foi encontrado na manhã deste domingo (11), na localidade de Barcelos, em São João da Barra. Segundo informações da polícia, perto do corpo da vítima, identificada como W.S.S., de 45 anos, estava uma mochila com itens pessoais. Uma bicicleta, que seria do homem, também foi encontrada perto do local do crime.

A vítima seria natural da Bahia e estava em São João da Barra para trabalhar no Porto do Açu. O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) de Campos e o caso registrado na Delegacia de São João da Barra. Por enquanto, não há outras informações sobre o crime.
Fonte Redação

Nova Canabrava garante meta da safra 2021

Se usina não moesse, mais de 30% da cana-de-açúcar poderia ser perdida ou encaminhada a outro estado

POR ALOYSIO BALBI

Foto: Carlos Grevi

O setor privado que mais gerou recursos em 2020 passou a última semana em sobressaltos com a expectativa da Usina Nova Canabrava não moer nesta safra por questões relacionadas a processos fiscais com o Estado. Se isso viesse a acontecer, a meta de gerar mais de R$ 500 milhões e 7 mil empregos diretos e indiretos estaria comprometida. Isso porque a Coagro, que se dispôs a absorver a matéria-prima dos fornecedores da Canabrava, não teria condições de moer toda a cana-de-açúcar. Mais de 30% da cana produzida no município poderia se perder ou ir para o Espírito Santo.

No final da semana passada, a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-RJ) emitiu uma nota à Imprensa informando que a inscrição estadual da Usina Canabrava seria reativada e o setor respirou aliviado. Segundo a secretaria, a liberação do registro da empresa tem a ver com uma resolução publicada no Diário Oficial, permitindo o retorno da inscrição estadual. A medida vale também para outras empresas que estão na mesma situação.

“Pela Resolução Sefaz 241/2021, contribuintes que tenham entrado com recurso contra a abertura de um Procedimento Administrativo para Cancelamento de Inscrição Estadual (PCAN) terão o direito a manter ativa sua inscrição, até que saia a decisão definitiva de processo administrativo instaurado para apreciar o recurso contra o auto de infração”.

No final de junho, o parque fabril da usina Canabrava foi fechado em plena produção da safra 2021, e ocorreram protestos de trabalhadores e de fornecedores, inclusive, cercando a usina de barricadas de fogo. A empresa ficaria impedida de emitir notas fiscais e, com isso, não poderia receber matéria-prima de fornecedores, nem comercializar os produtos. Na mesma semana, a Coagro divulgou um “Fato Relevante” afirmando que a paralisação da Canabrava poderia comprometer a expansão do setor.

Meta é reafirmada
Na safra passada, o setor sucroalcooleiro de Campos movimentou meio bilhão de reais. Na deste ano, que acaba de começar, as usinas Coagro/Sapucaia e Canabrava devem ampliar essa monetização, faturando R$ 650 milhões, o que ilustra bem a força que esse segmento representa para a economia do município.

A estimativa de R$ 650 milhões foi feita pelo diretor-presidente da Coagro/Sapucaia, Frederico Paes. Segundo ele, isso se deve a uma maior oferta de matéria-prima, a cana-de-açúcar, consequência do bom período de chuvas e da expansão da lavoura. Este ano, deverão ser esmagados 2.2 milhões de toneladas de cana.

A título de comparação, o orçamento da prefeitura de Campos para este ano é de R$ 1,5 bilhão, o que mostra o bom desempenho do centro do agronegócio municipal, que deve receber um investimento bem mais expressivo este ano por parte da prefeitura, por meio de emendas parlamentares. No último ano, Campos havia investido tímidos R$ 200 mil na agricultura. Agora, o investimento no agronegócio poderá passar de R$ 10 milhões.

Frederico Paes, diretor da Coagro (Foto: Carlos Grevi)

Quase sete mil empregos
O setor também vai aquecer o mercado de trabalho em plena crise da pandemia, no seu segundo ano consecutivo. Somente a Coagro deve gerar, no curso da safra, três mil empregos diretos, embora parte disso tenha sido terceirizada. A Canabrava irá gerar dois mil postos de trabalho. Outros 1,5 mil empregos indiretos estão previstos, computando serviços como os de mecânicos, eletricistas, borracheiros e outros.

“Sem dúvida, o setor está entre os dois ou três maiores geradores de empregos do município. É certo que parte deles são de períodos de safra. Mas estamos pensando em médio prazo para os próximos cinco anos, quando esperamos ter mais cana e, quem sabe, poder dilatar o período de safra”, disse Frederico.
Fonte Terceira Via

domingo, 11 de julho de 2021

Tentativa de homicídio em praia de Gargaú em São Francisco de Itabapoana RJ


Uma tentativa se homicídio, no início desta noite de domingo, 11,  vitimou um homem na localidade de Gargaú, litoral de São Francisco de Itabapoana.

O crime aconteceu na Praça dos Quiosques. Segundo populares, a vítima seria mecânico e morador da localidade.

Foram muitos tiros, no local roram recolhidos várias cápsulas de cal.9mm.

Socorrido pela equipe do Resgate da Saúde do município, ele foi removido direto para o Hospital Ferreira Machado.

A polícia Militar está atendendo a ocorrência, porém nenhum suspeito foi preso. 

Foram vistos dois suspeitos de roupas escuras e casaco numa motocicleta, eles seguiram sentido a praia de Santa Clara, após o crime.

A motivação do crime ainda é desconhecida.